26 de mai. de 2022

elias davidovich, II

Traduções de Elias Davidovich (1909-1998)

II. 1940-1949:

Lucio d'Ambra, Profissão de esposa. vol 2 da trilogia "Os Romances da Vida a Dois". Coleção Romances. Vecchi, 1940. 
F. Enriques e G. Santillana. Pequena história do pensamento científico: da antiguidade aos tempos modernos. Vecchi, 1940
Stefan Zweig, O momento supremo : seis miniaturas históricas (em edição especial com tiragem de 200 exemplares em papel de linho, destinados aos amigos da Editora como presente de Natal, numerados e assinados pelo autor). Guanabara, 1940
Stefan Zweig, O momento supremo : seis miniaturas históricas. Guanabara, 1941
August Forel, Memórias: vida e obra de um sexologista. Globo, 1941
Enrico Giupponi, A luta contra o câncer. Vecchi, 1941
Stefan Zweig, Três paixões. Tradução com Odilon Gallotti. Guanabara, 1942
Stefan Zweig, Confusão dos sentimentos, (Notas íntimas do professor R. de D.). Guanabara, 1942 
Dedicatória na p. 1: A son Excellence Le President de la Republique de Bresil Dr. Getulio Vargas avec toute sa gratitude Stefan Zweig.
http://museudarepublica.museus.gov.br/exposicoes/dedicatorias/paginas/1930-1936.htm
Richard Clarke Cabot & F. Denette Adams, Diagnóstico fisico. Guanabara, 1943
Frank Harris, Minha vida e meus amores. Meridiano, 1943
Frederic Morris Loomis, Novas confissões de um médico de senhoras. Globo, 1944.
John Albert Kolmer, Penicilinoterapia. Gertum Carneiro, 1945. Pref. Raymundo Moniz de Aragio
Egon Conte Corti, A casa de Rothschild. Coleção Vidas Extraordinárias. Vecchi, 1948








18 de mar. de 2022

lista atualizada de traduções

 


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VV. AA. O campo ampliado da arquitetura: antologia teórica 1993-2009. São Paulo: Cosac Naify, 2013. (et al.)

VV. AA. Catálogo da exposição 'Arquitetura para cães'. Japan House, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Beleza sobre Quatro Rodas'. Casa Fiat, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Chiharu Shiota'. São Paulo: CCBB, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Experiência Da Vinci'. São Paulo: MIS, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Giorgio Morandi'. São Paulo: Base7 - CCBB, 2021.

VV. AA. Catálogo da exposição 'O feminismo na arte'. São Paulo: MASP, 2019.

VV. AA. Economia e movimentos sociais na América Latina. São Paulo: Brasiliense, 1986.

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WOOLF, V. Mrs. Dalloway (Prêmio Paulo Rónai de Tradução, FBN, 2013). Porto Alegre: L&PM Editores, 2012.

WOOLF, V. Profissões para mulheres e outros artigos feministas. Porto Alegre: L&PM Editores, 2012.

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YOUSAFZAI, Z. Livre para voar. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

9 de jan. de 2022

a fazenda dos animais

 "a tradução revelou que a 'revolução dos bichos' não foi de fato uma revolução": generosa resenha de dinaura julles sobre a fazenda dos animais, na revista re-produção, da casa guilherme de almeida, disponível aqui.




13 de out. de 2021

os maiores êxitos da tela, 2

o segundo título da coleção "os maiores êxitos da tela", da vecchi editora, que consegui localizar em ordem cronológica, aparece divulgado na imprensa em agosto de 1946 (não tenho certeza, porém, se ele corresponde ao segundo volume da coleção ou se saiu algum outro título depois de "os mosqueteiros do rei" e antes desse) é farrapo humano, de charles jackson.

o livro de jackson (cujo título original era the lost weekend) fora publicado em 1944 e já em 1945 foi adaptado para o cinema, lançado oficialmente nos eua em janeiro de 1946 e chegando às telas brasileiras em julho. a direção era de billy wilder, com roteiro dele e de charles brackett, com ray milland como protagonista, e ganhou quatro oscars.

a tradução que saiu pela vecchi logo a seguir foi feita por alfredo ferreira, que também traduzira os mosqueteiros do rei - ver aqui. o título adotado pela casa evidentemente seguia, por compreensíveis razões comerciais, o nome brasileiro do filme. 

[diga-se de passagem que os procedimentos de escolha dos nomes brasileiros para filmes estrangeiros são notoriamente misteriosos...]






12 de out. de 2021

os maiores êxitos da tela

a editora vecchi manteve durante uma época uma coleção chamada "os maiores êxitos da tela". como o próprio nome da coleção já indicava, eram obras que tinham sido filmadas e a editora, na previsão ou na esteira do sucesso dos respectivos filmes, lançava-as no brasil.

a coleção se estendeu de 1946 a 1967, embora na década final os lançamentos fossem muito, muito esporádicos. foram publicados cerca de 56 títulos, e o primeiro deles, até onde consegui apurar, foi os mosqueteiros do rei (companheiros de jéhu), cujo lançamento foi divulgado na imprensa em março de 1946. 

o título principal usado pela vecchi, os mosqueteiros do rei, nada tem a ver com os três mosqueteiros de dumas, mas sim com seu livro les compagnons de jéhu, indicado no subtítulo do volume traduzido. o tradutor foi alfredo ferreira, que posteriormente veio a traduzir vários outros volumes dessa coleção. 

o filme que serviria para ancorar as vendas do livro era the fighting guardsman, uma adaptação do romance de dumas, com direção de henry levin e roteiro de edward dein e franz schulz, tendo willard parker como ator principal. 

não consegui uma imagem de capa decente, mas aí segue.



quanto ao filme:



14 de jul. de 2021

entrevista

 "minha história", na biblioteca mário de andrade, disponível aqui.


28 de jun. de 2021

entrevista

 "enquadrando o tradutor", pela pget-ufsc, disponível aqui.




21 de jun. de 2021

entrevista

  "tradução refletida", uma conversa com anderson lucarezi e eliakim oliveira, no youtube, aqui 




21 de mai. de 2021

baudelaire no brasil

 nos 200 anos de nascimento de charles baudelaire, atualizo os 150 anos de sua presença no brasil (1871- 2021): disponível aqui.

"traduzir: uma fatalidade"

 simpático artigo de rosário fusco, "traduzir: uma fatalidade", em a manhã, 31 de janeiro de 1945, disponível aqui.


26 de abr. de 2021

ainda sobre a fazenda dos animais

 aqui excertos de uma entrevista minha ao site da bienal do livro.


21 de mar. de 2021

matérias, entrevistas e palestras

 

matérias, entrevistas e palestras


daqueles mistérios misteriosos



recebo hoje um e-mail em que o remetente comenta:

"Procurei no site da Amazon pelo livro Mundo plano (Flatland) de Edwin A. Abbott, um clássico de ficção, e acabei encontrando uma versão chamada Planolândia, com tradução de Thiago Ferreira. O site permite que vc leia uma amostra do livro, o que fiz. Intrigado pelo nome dado a essa tradução, fiz uma.pesquisa na internet e verifiquei que, em 2002, a editora Conrad publicou uma edição com esse mesmo nome, com a tradução de Leila Mendes de Souza. Acabei encontrando também essa versão no formato.pdf em alguns sites. Ao comparar  esse PDF com  o trecho que foi disponibilizado como amostra na Amazon, notei que os dois textos são exatamente iguais. Ou temos uma absurda coincidência, ou tivemos um 'reaproveitamento' da tradução."

1.

tradução em nome de thiago ferreira; visualização disponível aqui.


2. 

Chamo nosso mundo de Planolândia não por ser assim que o chamamos, mas para deixar sua natureza mais clara a vocês, meus ditosos leitores, que têm o privilégio de viver no espaço. 

Imagine uma grande folha de papel sobre a qual linhas retas, triângulos, quadrados, pentágonos, hexágonos e outras figuras, em vez de ficarem fixos em seus lugares, movem-se livremente em uma superfície, mas sem o poder de se elevarem sobre ela ou de mergulharem abaixo dela, assim como as sombras - só que com bordas firmes e luminosas. Assim você terá uma noção bem correta de meu país e de meus compatriotas. Ai de mim, há alguns anos, eu teria dito "meu universo", mas agora minha mente se abriu para perspectivas mais amplas das coisas. 

Em tal país, logo se perceberá, é impossível a existência daquilo que você chama de "sólido", mas ouso dizer que você vai supor que, ao menos, poderíamos distinguir visualmente os triângulos, quadrados e outras figuras se movendo como eu descrevi. Mas não podíamos ver nada disso, pelo menos não no sentido de distinguir uma figura da outra. Nada era visível, nem poderia ser, para nós, exceto as linhas retas, e vou prontamente demonstrar porque era necessariamente assim. 

Coloque uma moeda sobre o centro de uma de suas mesas no espaço. Inclinando-se sobre ela, olhe para baixo, para ela. Ela vai parecer ser um círculo. 

edição Conrad (trad. ), visualização disponível aqui.


3.

1. Of the Nature of Flatland

I call our world Flatland, not because we call it so, but to make its nature clearer to you, my happy readers, who are privileged to live in Space.

Imagine a vast sheet of paper on which straight Lines, Triangles, Squares, Pentagons, Hexagons, and other figures, instead of remaining fixed in their places, move freely about, on or in the surface, but without the power of rising above or sinking below it, very much like shadows - only hard and with luminous edges - and you will then have a pretty correct notion of my country and countrymen. Alas, a few years ago, I should have said "my universe''; but now my mind has been opened to higher views of things.

In such a country, you will perceive at once that it is impossible that there should be anything of what you call a "solid'' kind; but I dare say you will suppose that we could at least distinguish by sight the Triangles, Squares, and other figures, moving about as I have described them. On the contrary, we could see nothing of the kind, not at least so as to distinguish one figure from another. Nothing was visible, nor could be visible, to us, except Straight Lines; and the necessity of this I will speedily demonstrate. 

Place a penny on the middle of one of your tables in Space; and leaning over it, look down upon it. It will appear a circle. 

original disponível aqui.


esse povo não se cansa, hein?


20 de mar. de 2021

artigos acadêmicos

artigos acadêmicos

19 de mar. de 2021

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