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17 de mai. de 2020
23 de jun. de 2017
mais cinco autores e suas respectivas estreias em livro no brasil
Schopenhauer, 1887:
O primeiro volume de Schopenhauer a ser publicado no Brasil em tradução brasileira foi Metaphysica do amor. Esboço sobre as mulheres (Pensamentos e fragmentos). A tradução ficou a cargo de Manuel Coelho da Rocha, muito provavelmente tomando por interposição a versão francesa de Jean Bourdeau (1880), Pensées e fragments. Foi publicada pela editora Laemmert em 1887.
Sua quarta edição em 1904, pela Bibliotheca Philosophica da Laemmert, vem, como consta em sua nova capa, "augmentada com um appendice sobre a pederastia". Essa tradução de M.C. da Rocha foi reeditada pela Cultura Moderna em 1938.
Para um histórico de Schopenhauer no Brasil, veja-se aqui.
Tolstói, 1890:
A obra que inaugurou Tolstói em livro no brasil foi A sonata de Kreutzer, em tradução de Visconti Coaracy. Foi publicada em 1890 pela B.-L. Garnier e serializada no Diário de Notícias logo após seu lançamento, de dezembro de 1890 a janeiro de 1891.
Essa edição se reveste de grande importância, e tanto maior por ter sido a primeira publicação em livro de um autor russo no Brasil, assim inaugurando a fértil bibliografia que veio a se multiplicar algumas décadas depois entre nós.
Infelizmente não obtive imagem de capa. Sobre a fortuna bibliográfica de Tolstói no Brasil, veja-se aqui.
Hegel, 1936:
A primeira obra integral de Hegel traduzida e publicada no Brasil foi a Enciclopédia das ciências filosóficas, em três volumes, pela Athena Editora, em 1936. A tradução coube a Lívio Xavier, e não me parece impossível que tenha sido feita a partir da tradução espanhola de Eduardo Ovejero y Maury. Teve diversas reedições.
Jane Austen, 1940:
Somente em 1940 sai no Brasil a primeira tradução de um livro de Jane Austen. Trata-se de Orgulho e preconceito, em tradução de Lúcio Cardoso. Teve inúmeras reedições e foi objeto de apropriação fraudulenta pela editora Best-Seller, como apontei aqui e aqui.
Para outras traduções feitas por Lúcio Cardoso, veja-se aqui.
Emily Dickinson, 1945:
Os primeiros poemas de Emily Dickinson a ser traduzidos e publicados em livro no Brasil foram "I never lost as much but twice", "I died for Beauty – but was scarce", "This quiet Dust was Gentlemen and …", "I never saw a Moor" e "My life closed twice before its close", apanhados na seção "Cinco poemas de Emily Dickinson" em Poemas traduzidos, por outro grande nome de nossas letras: Manuel Bandeira. Poemas traduzidos teve sua primeira edição em 1945, pela R.A. [Revista Acadêmica].
Vide também o post anterior sobre outros cinco autores aqui.
O primeiro volume de Schopenhauer a ser publicado no Brasil em tradução brasileira foi Metaphysica do amor. Esboço sobre as mulheres (Pensamentos e fragmentos). A tradução ficou a cargo de Manuel Coelho da Rocha, muito provavelmente tomando por interposição a versão francesa de Jean Bourdeau (1880), Pensées e fragments. Foi publicada pela editora Laemmert em 1887.
A Semana, 1887, ed. 0144
Sua quarta edição em 1904, pela Bibliotheca Philosophica da Laemmert, vem, como consta em sua nova capa, "augmentada com um appendice sobre a pederastia". Essa tradução de M.C. da Rocha foi reeditada pela Cultura Moderna em 1938.
Tolstói, 1890:
A obra que inaugurou Tolstói em livro no brasil foi A sonata de Kreutzer, em tradução de Visconti Coaracy. Foi publicada em 1890 pela B.-L. Garnier e serializada no Diário de Notícias logo após seu lançamento, de dezembro de 1890 a janeiro de 1891.
Essa edição se reveste de grande importância, e tanto maior por ter sido a primeira publicação em livro de um autor russo no Brasil, assim inaugurando a fértil bibliografia que veio a se multiplicar algumas décadas depois entre nós.
Infelizmente não obtive imagem de capa. Sobre a fortuna bibliográfica de Tolstói no Brasil, veja-se aqui.
Hegel, 1936:
A primeira obra integral de Hegel traduzida e publicada no Brasil foi a Enciclopédia das ciências filosóficas, em três volumes, pela Athena Editora, em 1936. A tradução coube a Lívio Xavier, e não me parece impossível que tenha sido feita a partir da tradução espanhola de Eduardo Ovejero y Maury. Teve diversas reedições.
Jane Austen, 1940:
Somente em 1940 sai no Brasil a primeira tradução de um livro de Jane Austen. Trata-se de Orgulho e preconceito, em tradução de Lúcio Cardoso. Teve inúmeras reedições e foi objeto de apropriação fraudulenta pela editora Best-Seller, como apontei aqui e aqui.
Para outras traduções feitas por Lúcio Cardoso, veja-se aqui.
Emily Dickinson, 1945:
Os primeiros poemas de Emily Dickinson a ser traduzidos e publicados em livro no Brasil foram "I never lost as much but twice", "I died for Beauty – but was scarce", "This quiet Dust was Gentlemen and …", "I never saw a Moor" e "My life closed twice before its close", apanhados na seção "Cinco poemas de Emily Dickinson" em Poemas traduzidos, por outro grande nome de nossas letras: Manuel Bandeira. Poemas traduzidos teve sua primeira edição em 1945, pela R.A. [Revista Acadêmica].
Vide também o post anterior sobre outros cinco autores aqui.
29 de jul. de 2016
vinnitchenko, virta, zamiátin e zochtchenko
Vinnitchenko, Vladimir
“Ao sopro dos ventos, dos ventos furiosos”. In: Os russos: antigos e modernos.
Tradução de Álvaro Moreyra. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Tradução de Álvaro Moreyra. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Solidão. Tradução de Jorge Amado.
[Na verdade, Jorge Amado apenas emprestava seu nome para as traduções dessa coleção.]
Coleção Ontem e Hoje, vol. 9. São Paulo: Brasiliense, 1945.
[Na verdade, Jorge Amado apenas emprestava seu nome para as traduções dessa coleção.]
Coleção Ontem e Hoje, vol. 9. São Paulo: Brasiliense, 1945.
“A caverna”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Lúcio Cardoso.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
“A maleta de lona”. In: Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos, dos mais famosos autores. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.
No paraíso bolchevista (quadros da vida russa). Tradução de Roman Poznanski.
Rio de Janeiro: H. Antunes, 1929.
Rio de Janeiro: H. Antunes, 1929.
lev tolstói no brasil, 1900-1950
A escravidão moderna. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, Vol. 50.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
“A morte de Ivan Ilitch”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Carlos Lacerda. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
A morte de Ivan Ilitch. Inclui Amo e servidor. Tradução de Gulnara Lobato de Morais.
São Paulo: Saraiva, 1948.
São Paulo: Saraiva, 1948.
A palavra de Jesus. Tradução anônima. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1931.
A sonata a Kreutzer. Tradução anônima. Rio de Janeiro: J. Ribeiro dos Santos, 1905.*
A sonata a Kreutzer. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Empreza Romantica, 1909.*
A sonata a Kreutzer. Tradução de Amando Fontes. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1941.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1941.
A sonata a Kreutzer (romance). Tradução de Vicente Vaz. Rio de Janeiro: Miniatura, 1948.
A sonata de Kreutzer. Tradução anônima. São Paulo: Teixeira, 1913.*
* Essas três edições da Sonata muito provavelmente seguem a tradução de Maria Benedicta Pinho, publicada pela Guimarães Editores de Portugal.
* Essas três edições da Sonata muito provavelmente seguem a tradução de Maria Benedicta Pinho, publicada pela Guimarães Editores de Portugal.
A tortura da carne. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, c.1936.
A tortura da carne/ De onde viria o castigo? Tradução anônima. Edições Colête.
São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.
São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.
A verdadeira vida. Tradução de Rossini Tavares de Lima. Coleção Os Grandes Pensadores.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.
“Alexis – o ‘pote’”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Joracy Camargo.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Ana Karênina. Tradução de Lúcio Cardoso. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1943.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1943.
Ana Karenina. Tradução revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.
Ana Karênina. Tradução de Rui Lemos de Brito. Rio de Janeiro: Cia. Gráfica Lux, 1950.
Anna Karenine. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1930.
Reed. São Paulo: Nacional, 1930.
Reed. São Paulo: Nacional, 1930.
“As três palavras divinas”. In: As obras-primas do conto universal.
Tradução de Almiro R. Barbosa e Edgard Cavalheiro. Porto Alegre: Martins, 1943.
Tradução de Almiro R. Barbosa e Edgard Cavalheiro. Porto Alegre: Martins, 1943.
“De onde viria o castigo?”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de José Dauster. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.
Tradução de José Dauster. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.
Diários íntimos (com Sofia Tolstoi). Tradução de Frederico dos Reys Coutinho.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.
Duas novelas: O príncipe Kassatsky e O diabo. Tradução de Caio Jardim.
Rio de Janeiro: Universitária, 1940.
Rio de Janeiro: Universitária, 1940.
“Francisca”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.
Guerra e paz. Tradução de Gustavo Nonnenberg. Coleção Biblioteca dos Séculos.
Porto Alegre: Globo, 1942.
Porto Alegre: Globo, 1942.
Homens e escravos. Tradução de Cira Neri.
Coleção As 100 Obras-Primas da Literatura Universal. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.
Coleção As 100 Obras-Primas da Literatura Universal. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.
“Ivan, o imbecil”. In: Três novelas russas. Tradução de Lúcio Cardoso.
Rio de Janeiro: A Noite, 1947.
Rio de Janeiro: A Noite, 1947.
Khadji-Murat. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley].
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.
“Khadji-Murat”. In: Três novelas russas. “Tradução revista pelo departamento editorial”
[versão adulterada da tradução de Selzoff/ Wanderley, Cultura, 1931].
Coleção Grandes Romances Universais. São Paulo: W. M. Jackson, 1947.
[versão adulterada da tradução de Selzoff/ Wanderley, Cultura, 1931].
Coleção Grandes Romances Universais. São Paulo: W. M. Jackson, 1947.
Memórias (infância, adolescência e juventude). Tradução de Rachel de Queiroz.
Coleção Memórias, Diários, Confissões. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
Coleção Memórias, Diários, Confissões. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
O canto do cysne. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 59.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
O diabo branco (Khadji-Murat). Tradução de António Sérgio.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.
O diabo branco. “Tradução revista”
[versão levemente adulterada da tradução de Selzoff/Wanderley, Cultura, 1931].
São Paulo: Publicações Brasil, c.1944.
[versão levemente adulterada da tradução de Selzoff/Wanderley, Cultura, 1931].
São Paulo: Publicações Brasil, c.1944.
O diabo branco. Tradução de Boris Solomonov [pseud. de Boris Schnaiderman].
Coleção Os maiores êxitos da tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.
Coleção Os maiores êxitos da tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.
O drama do padre Sérgio. Tradução anônima. São Paulo: Nosso Livro, c.1944.
O que eu penso da guerra. Tradução anônima. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1909.
O quinhão da mulher, impressionante relato da própria heroína.
Tradução de João Cabral. Rio de Janeiro: Brasilica, 1940.
Tradução de João Cabral. Rio de Janeiro: Brasilica, 1940.
Os cossacos. Tradução de Sérgio Azevedo. Rio de Janeiro: Livraria Marisa, 1931.
Os cossacos. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1932.
Reed. em Collecções Econômicas SIP, vol. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.
Reed. em Collecções Econômicas SIP, vol. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.
Os cossacos. Tradução de Almir de Andrade. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1942.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1942.
Os martyres do dinheiro [Na floresta – novela (narrativa de um yunker) – 1854-1855].
Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 56. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 56. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
“Os três staretzi”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Alfredo Mesquita.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Padre Sergio. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley].
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.
Polikuchka. Tradução de Henrique Cordeiro. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.
Resurreição, romance celebre. Tradução de Carlos Cintra. Collecção de Obras Celebres.
Rio de Janeiro: Americana, 1931. Reed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1935.
Rio de Janeiro: Americana, 1931. Reed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1935.
Ressurreição. Tradução de Waldemar Cavalcanti. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
Ressurreição. Tradução revista por Marina Salles Goulart de Andrade.
Rio de Janeiro: Cia. Brasil, s/d [c. 1945].
Rio de Janeiro: Cia. Brasil, s/d [c. 1945].
Sebastopol. Tradução de F. J. da Silva Ramos. Coleção Excelsior, vol. 28.
São Paulo: Martins, 1944.
São Paulo: Martins, 1944.
Senhor e servo. Tradução anônima. Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.
Sonata de Kreutzer. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, c.1930.
Três novelas da Rússia. Contém: “O violinista Alberto”, “Um animal como poucos”
e “Romance inacabado”. Tradução anônima. São Paulo: Nosso Livro, 1944.
e “Romance inacabado”. Tradução anônima. São Paulo: Nosso Livro, 1944.
25 de jul. de 2016
garin, garshin e gladkov no brasil, 1900-1950
Garin, Nicolai (Nicolas)
“A primavera da vida”. In: Três novelas russas. Tradução de Lúcio Cardoso.
Rio de Janeiro: A Noite, 1947.
“U’a mulher esquisita”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.
Garshin, Vsevolod M. (Garchin):
“De propósito não foi”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.
“O sinal”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Lourival Gomes Machado.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Gladkov, Fédor (Fiodor, Gladkof)
Cimento. Tradução anônima. Coleção Aurora. São Paulo: Unitas, 1933.
“O polvo”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques.
Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934.
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.
Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.
dostoiévski no brasil, 1900-1950
Dostoiévski, Fiódor M. (Fédor, Fiodor, Theodore, Teodoro, Dostoevsky, Dostoiewsky, Dostoyevski)
“A árvore de Cristo”. In: Livro de Natal – As mais lindas histórias de Natal dos maiores escritores do mundo. Tradução anônima. Seleção de Araújo Nabuco. São Paulo: Martins, 1947.
Ilustração de Zamboni.
Ilustração de Zamboni.
“A mulher do outro – aventura extraordinária”. In: Três novelas russas.
Tradução de Lúcio Cardoso. Rio de Janeiro: A Noite, 1947.
A órfã. Tradução de Adolfo Bezerra de Menezes Neto. Rio de Janeiro: Edições do Povo, 1947.
“Bobok (Recordações de alguém)”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.
Crime e castigo, seguido do Diário de Raskolnikov. Tradução de Rosário Fusco.
Coleção Fogos Cruzados. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.
Diário de um escritor. Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.
“Ela era doce e humilde”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Valdemar Cavalcanti. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Ensaio sobre o burguez. Tradução de Elias Davidovich.
Rio de Janeiro: Collecção Minha Livraria, 1932.
Rio de Janeiro: Collecção Minha Livraria, 1932.
Humilhados e ofendidos. Tradução de Rachel de Queiroz. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
Netotchka. Tradução de Costa Neves. Rio de Janeiro: Brasil, 1937.
Reed. como Nietotchka Niezvanova. Rio de Janeiro: José Olympio, 1947.
O embusteiro. Tradução de Carlos M. A. Bittencourt. São Paulo: Assunção, 1945.
O espírito subterrâneo. Tradução de Rosário Fusco. Rio de Janeiro: Panamericana [EPASA], c.1944.
O eterno marido. Tradução de Violeta Alcântara Carreira. São Paulo: Cultura Brasileira, 1935.
Reed. São Paulo: Martins, 1944.
O eterno marido. Tradução de Costa Neves. Coleção Obras Completas de Dostoievski.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
O idiota. Tradução de José Geraldo Vieira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.
O jogador. Tradução de Otto Schneider. Rio de Janeiro: Panamericana, 1943.
O príncipe idiota. Tradução de Dermeval Café e Oswaldo Castro.
Rio de Janeiro: Waissman, Reis & Cia., 1931.
“O sonho de um homem ridículo”. In: Contos russos. Tradução anônima.
Edições Colête, vol. 7. São Paulo: A Bolsa do Livro, 1944.
Edições Colête, vol. 7. São Paulo: A Bolsa do Livro, 1944.
“O sonho de um homem ridículo (Conto fantástico)”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.
O sonho do tio. Tradução anônima. Edições Colête. São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.
O sósia. Tradução de Corália Rego Lins. Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.
O tyrano. Tradução de Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Calvino, 1933.
Os irmãos Karamazoff. Tradução de Raul Rizinsky (pseud. de Leôncio Basbaum).
Collecção de Obras Celebres. Rio de Janeiro: Americana, 1931.
Os irmãos Karamazov. Tradução de Paulo Mendes de Almeida.
Coleção Excelsior. São Paulo: Martins, 1944.
Coleção Excelsior. São Paulo: Martins, 1944.
Os irmãos Karamazov. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman).
Coleção As Obras Eternas. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.
Os pobres diabos. Tradução de Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Flores e Mano, 1932.
Os possessos. Tradução de Augusto Rodrigues. Rio de Janeiro: Panamericana [EPASA], 1943.
Recordação da casa dos mortos. Tradução de Fernão Neves (pseud. de Fernando Nery).
Rio de Janeiro: Castilho, 1917.
Recordações da casa dos mortos. Tradução de Antônio de Oliveira Garcia.
Coleção Excelsior. São Paulo: Martins, 1942.
Recordações da casa dos mortos. Tradução de Rachel de Queiroz.
Recordações da casa dos mortos. Tradução de José Geraldo Vieira.
Coleção Saraiva, vol. 7. São Paulo: Saraiva, 1948.
Stepantchikovo. Tradução de D. Martins de Oliveira. Rio de Janeiro: Século XX, 1942.
Um jogador (das notas de um rapaz) – Igrok. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley]. Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.
Um jogador (notas de um jovem). Tradução de Costa Neves. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
“Um ladrão honrado”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.
Existem vários outros registros de obras de Dosotiévski, inclusive em meu levantamento publicado aqui. Hoje, porém, eu não os incluiria mais numa dostoievskiana brasileira, por se tratarem comprovadamente ou, em alguns casos, muito provavelmente de traduções lusitanas. São eles:
- Alma de creança. Tradução de Henrique Marques Junior. Collecção Chic. Rio de Janeiro: Azevedo & Costa, 1915 – Trata-se de uma trdução lusitana publicada em Lisboa em 1914, pela Guimarães.
- Alma de creança. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Universal, 1932.
- Alma de creança. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 42. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.
- Alma de criança. Tradução de Henrique Marques Junior. Vide acima. São Paulo: Brasileira, 1936.
- Crime e castigo numa suposta tradução de Fernão Neves que teria saído pela Livraria Castilho por volta de 1920. Não existe. Trata-se de uma confusão ou lapso de memória de Brito Broca, em seu prefácio à tradução de Rosário Fusco (1949).
- Crime e castigo. "Traducção integral do original russo de Ivan Petrovitch". Collecção de Obras Celebres. Rio de Janeiro: Americana, 1930. Mentira. Trata-se de cópia da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901. Mas fique registrada a célebre capa de Di Cavalcanti para essa edição:
- Crime e castigo. Tradução anônima, revista por Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Guanabara, 1936. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
- Crime e castigo. Tradução de J. Jobinsky, revista por Aurélio Pinheiro. Rio de Janeiro: Pongetti, 1936. Mentira. Trata-se de cópia da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
- Crime e castigo.Tradução de J. Jobinsky revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1941. Mentira. Trata-se de cópia da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
- Crime e castigo. Tradução anônima, revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
- Crime e castigo. Tradução anônima. Série O Livro de Bolso. São Paulo: O Livro de Bolso, 1941. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
- Crime e castigo. Tradução anônima. [“Tradução da Editora”]. São Paulo: Cruzeiro do Sul, 1943. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
- Humilhados e offendidos. Tradução revista por Bandeira Duarte. Rio de Janeiro: Marisa, 1931. Muito provavelmente trata-se de tradução portuguesa, como outras traduções revistas por Bandeira Duarte.
- Humilhados e ofendidos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. Segue a de Bandeira Duarte.
- Noites brancas, Está morta, O grande inquisidor. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1948. Todas as traduções anônimas do Clube do Livro eram portuguesas ou apropriações de outras traduções nacionais.
- O eterno marido. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1946. Vide acima.
- O jogador. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1945. Vide acima.
- Recordações da casa dos mortos. Tradução anônima. Bibliotheca de Romances Celebres. São Paulo: Moderna Paulistana, s/d (c. 1932-33).
- Recordações da casa dos mortos. Tradução anônima. Coleção SIP. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.
- Recordações da casa dos mortos. Tradução revista por Joaquim Moura de Menezes. São Paulo: Cia. Brasil, c.1945.
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