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19 de abr. de 2023
11 de ago. de 2018
coleção rubáiyát, a transição
para acompanhar a pesquisa sobre a coleção rubáiyát, clique aqui.
a série de poemas orientais, 1938-1942, sementeira da coleção rubáiyát,
em seu volume final, a flauta de jade.
em 1943, a josé olympio inicia a coleção rubáiyat, inaugurando-a com o amor de bilitis.
interessante notar que ela incorpora retroativamente os sete volumes que compunham
o catálogo de sua coleção anterior, a série de poemas orientais.
7 de fev. de 2018
a coleção rubáiyát
Em 1928, sai das gráficas da Imprensa Nacional, no Rio de Janeiro, a primeira tradução brasileira dos Rubáiyát de Omar Khayyam, feita por Octavio Tarquinio de Sousa (1889-1959), a partir da versão francesa de Franz Toussaint. Era uma “edição de 300 exemplares, em papel Vergé de Rives, numerados de 1 a 300, feita por conta do traductor”, e passou praticamente despercebida na imprensa da época.
Tendo a José Olympio Livraria e Editora se transferido de São Paulo para o Rio de Janeiro em 1934, onde contava com inúmeros contatos intelectuais e onde veio realmente a deslanchar como editora, em 1935 ela lança a segunda edição dos Rubáiyát traduzidos por Tarquinio, agora com uma tiragem de 1.500 exemplares, mais trinta exemplares em edição especial.
Em 1938, a José Olympio inicia uma coleção chamada “Série de Poemas Orientais” – seu primeiro volume: mais uma vez os Rubáiyat de Omar Khayyam, agora em sua terceira edição, com capa de Santa Rosa.
A “Série de Poemas Orientais” foi efêmera e com lançamentos a intervalos esporádicos: nascida em 1938, durou até 1942, com a publicação de sete títulos. Foram eles:
- Os já citados Rubáiyát, em tradução de Octavio Tarquinio de Sousa a partir de Franz Toussaint, em 1938 [3ª. ed.];
- O jardim das carícias, a partir de Franz Toussaint, em tradução de Adalgisa Nery, em 1938;
- O cântico dos cânticos, atribuído a Salomão, em “tentativa de versão portuguesa” de Augusto Frederico Schmidt, em 1938;
- O Gitanjali, de Rabindranath Tagore, em tradução de Guilherme de Almeida, em 1939. (Essa tradução de Guilherme de Almeida fora lançada inicialmente em 1932, pela Companhia Editora Nacional.)
5. O jardineiro, de Rabindranath Tagore, em tradução de Guilherme de Almeida, em 1939;
6. A lua crescente, de Rabindranath Tagore, em tradução de Abgar Renault, em 1942;
7. A flauta de jade (poesias chinesas), a partir de Franz Toussaint, em tradução de Mauro de Freitas, em 1942.
A Série de Poemas Orientais serviu, evidentemente, de sementeira para o projeto maior e mais consistente da Coleção Rubáiyát. A partir de 1943 adquire seu novo nome e dá andamento às publicações, tomando como base os sete títulos já publicados e partindo do volume n. 8. Muito caprichada, com o padrão de capa iniciado por Santa Rosa na Série de Poemas Orientais, em formato in-16, impressa em papel bouffon e belamente ilustrada ou com graciosas vinhetas, vinha em brochura e também em capa dura, com a lombada em couro marroquim se estendendo por três centímetros na frente e no verso da capa, com letras e vinhetas douradas.
A Coleção Rubáiyát, com este nome, se estendeu por quase vinte anos, de 1943 a 1961, e lançou 47 títulos num total de 50 volumes, embora de maneira um tanto salteada. Às vezes passavam-se dois ou três anos sem sair nada, a seguir vinham uns três ou quatro lançamentos; às vezes, eram relançamentos de títulos que já tinham saído alguns anos antes pela própria editora ou por outras – assim é que todos os sete títulos lançados na Série de Poemas Orientais entre 1938 e 1942 tiveram novas edições na Coleção Rubáiyát. Assim, a rigor seria legítimo considerar que ela se estendeu de 1938 a 1961.
O catálogo era variado: de início, concentrava-se na chamada “poesia oriental”, como, aliás, indicava o próprio nome da coleção. Outra linha na coleção que também se destacava, embora em menor escala, baseava-se em textos bíblicos, particularmente do Antigo Testamento: Jó, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos e outros.
A partir de certa altura, em 1944, surge na esteira da coleção um título com a indicação “volume extra-coleção”: era Flores das “Flores do Mal”, uma coletânea de 21 das flores baudelairianas selecionadas e traduzidas por Guilherme de Almeida. Este foi o primeiro título a romper a exclusividade orientalista da coleção, ainda que com a ressalva de ser “extra-coleção”.
Todavia, é a partir dele que se abre o leque editorial da Coleção Rubáyát: assim é que, por exemplo, já o volume subsequente é O vento da noite, poemas de Emily Brontë em tradução de Lúcio Cardoso. Aliás, o grupo de tradutores da Rubáiyát não deixava nada a desejar: além de Lúcio Cardoso e dos já citados Octavio Tarquínio de Sousa, Augusto Frederico Schmidt, Guilherme de Almeida, Abgar Renault e Adalgisa Nery, havia traduções de Lúcia Miguel-Pereira, Geir Campos, Aurélio Buarque de Hollanda, Oswaldino Marques e outros.
Seguem abaixo, por ordem alfabética de autor, os títulos publicados na coleção e várias imagens de capa. Os sete títulos publicados antes na Série de Poemas Orientais trazem esse dado especificado entre colchetes, bem como o ano inicial de sua publicação. São 47 títulos (incluindo o florilégio extra-coleção acima citado), compondo ao todo 50 volumes.
Série de Poemas Orientais
1.
Khayyam, Omar, Rubáiyát. Trad. Octavio Tarquinio de
Sousa, a partir de Franz Toussaint, 1938 [3ª. ed.].
2.
O jardim das carícias.
Trad. Adalgisa Nery, a partir de Franz Toussaint, 1938.
3.
Bíblia. O cântico dos cânticos, atribuído a Salomão,
em tradução de Augusto Frederico Schmidt, 1938.
4.
Tagore, Rabindranath , O Gitanjali. Trad. Guilherme de Almeida,
1939.
5.
Tagore, Rabindranath, O jardineiro. Trad. Guilherme de Almeida,
1939.
6.
Tagore, Rabindranath, A lua crescente. Trad. Abgar Renault,
1942.
7.
A flauta de jade. Trad. Mauro de Freitas, a partir de Franz Toussaint, 1942.
Coleção
Rubáiyát
8. Louys, Pierre. O amor de Bilitis (algumas canções). Trad. Guilherme de Almeida,
1943.
9. Hafiz, Al-Din M. Os gazéis. Trad. Aurélio Buarque de Holanda, 1943
(porém constando o ano de 1944).
10.
Saadi. O jardim das rosas. Trad. Aurélio
Buarque de Holanda, 1943 (porém constando o ano de 1944).
11. Bíblia. O Livro de Job.
Trad. Lúcio Cardoso, 1943. (Em princípio, teria sido Murilo Mendes o incumbido desta tradução. Por alguma razão não a fez, e assim ficou a cargo de Lúcio Cardoso.)
12.
Anônimo [Mahabharata].
Nalá e Damayanti. Trad. Luís Jardim, a
partir de A. Fernand Harold, 1944.
13.
Kalidasa, A ronda das estações. Trad. Lúcio
Cardoso, 1944.
Volume extra-coleção: Baudelaire, Charles. Flores das “Flores do Mal” de Charles
Baudelaire. Trad. Guilherme de Almeida, 1944. Edição bilíngue. Carvões
de Quirino.
14. Brontë, Emily. O vento da noite. Trad. Lúcio Cardoso, 1944. Ilustr. Santa Rosa.
15.
Toussaint, Franz. As pombas dos minaretes (Antologia islâmica).
Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1945.
16. Petrarca, Francesco. O cancioneiro de Petrarca. Trad. Jamil Almansur Haddad, 1945. Edição
bilíngue.
17.
Tagore, Rabindranath. Colheita de frutos. Trad. Abgar Renault,
1945.
18.
Whitman, Walt. Cantos de Walt
Whitman. Trad. Oswaldino Marques, 1946.
19. Hafiz e Saadi. Vinho, vida e amor. Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1946.
20.
Tagore, Rabindranath. Pássaros perdidos. Trad. Abgar Renault,
1946.
21.
As palavras do Buddha.
Trad. Guilherme de Almeida, 1948. [É o último a trazer o número do volume.]
22.
Herold, A. Ferdinand. A grinalda de Afrodite – Epigramas amorosos
da antologia grega. Trad. Valdemar Cavalcanti, 1949. [A partir deste
volume, o nome da coleção passa a constar na capa e na página de rosto.]
23.
Amaru. Poemas de amor. Trad. Aurélio Buarque de
Hollanda, a partir de Franz Toussaint, 1949.
24.
Ramos, Alberto (org.).
Nietzschiana. Trad. Alberto Ramos,
1949.
25.
Bíblia. O Livro dos Provérbios, atribuído a Salomão.
Trad. Pe. Antônio Pereira de Figueiredo, 1950.
26.
Baudelaire, Charles. Pequenos poemas em prosa. Trad. Aurélio
Buarque de Holanda, 1950.
27.
Lousada, Wilson
(org.). Cancioneiro do amor – Os mais
belos versos da poesia brasileira. Árcades, Românticos, Parnasianos. 1950.
28.
Bíblia. Eclesiastes. Trad. Pe. Antônio Pereira
de Figueiredo, 1950.
29.
Lousada, Wilson
(org.). Cancioneiro do amor – Os mais
belos versos da poesia brasileira. Simbolistas e Contemporâneos. 1952.
30.
Bíblia. O Livro da Sabedoria, atribuído a Salomão.
Trad. Pe. Antônio Pereira de Figueiredo, 1952.
31.
Haddad, Jamil Almansur.
Odes anacreônticas. Trad. Jamil
Almansur Haddad, 1952.
32.
Wilde, Oscar. Salomé. Trad. Dante Costa, 1952.
33. Rilke, Rainer M. Poemas de Rainer Maria Rilke. Trad. Geir Campos, 1953.
34. Aires, Matias. Reflexões sobre a vaidade dos homens, 1953.
35.
Shakespeare, William. A tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca.
Trad. Péricles Eugênio da Silva Ramos, 1955.
36.
Mello, Thiago de. A lenda da rosa, 1955.
37. Bíblia. Livro
dos Salmos, ou Saltério. Trad. Pe. Antônio Pereira de Figueiredo, 1955.
38.
Bíblia. Sermão da Montanha. Trad. Frei João José
P. de Castro, 1956. Ed. trilíngue, com o texto em grego e latim.
39. Bandeira, Manuel. Poemas traduzidos (vários autores). Trad.
Manuel Bandeira, 1956.
40.
Almeida, Guilherme de.
Camoniana. 1956.
41.
Marco Aurélio. Meditações. Trad. Lúcia Miguel-Pereira,
1957.
42.
Yutang, Lin. A sabedoria de Confúcio. Trad. Geir
Campos, 1958.
43.
Stendhal. Do amor (Trechos escolhidos). Trad.
Wilson Lousada, 1958.
44.
Descartes, René. Discurso do método. Trad. João Cruz
Costa, 1960.
45. Shakespeare, William. Macbeth. Trad. Manuel Bandeira, 1961.
46. Montaigne, Michel de. Seleta dos Ensaios (3 vols.). Trad. J.
M. Toledo Malta, 1961.
Série de Poemas Orientais, vols. 3 e 6
O amor de Bílitis, volume 8: início da Coleção Rubáiyát
A grinalda de Afrodite: a partir deste volume, o 22, o nome da coleção passa a constar na capa
Ilustração de Santa Rosa, Correio da Manhã, 29/7/1947
24 de out. de 2017
série de poemas orientais
entre 1938 e 1942, a editora José Olympio manteve uma pequena coleção chamada "série de poemas orientais", um tanto esporádica, pela qual saíram sete títulos. já citei essa série ao comentar a coleção rubaiyát, pela mesma JO e, como sugeri anteriormente, tenho para mim que foi da "série de poemas orientais" que germinou e se desenvolveu o projeto mais consistente da rubaiyát. veja aqui.
os volumes publicados por aquela coleção inicial foram:
rubaiyát, de omar khayyam, em tradução de octavio tarquinio de souza, em 1938
o cântico dos cânticos, atribuído a salomão, em tradução de augusto frederico schmidt, em 1938
o jardim das carícias, a partir de franz toussaint, em tradução de adalgisa nery, em 1938
o gitanjali, de rabindranath tagore, em tradução de guilherme de almeida, em 1939
o jardineiro, de rabindranath tagore, em tradução de guilherme de almeida, em 1939
a lua crescente, de rabindranath tagore, em tradução de abgar renault, em 1942
a flauta de jade (poesias chinesas), a partir de franz toussaint, em tradução de mauro de freitas, em 1942
todos eles vieram a ser republicados em datas variadas na coleção rubaiyát.
9 de mai. de 2016
Coleção Rubaiyát, II
Cito agora uma ocorrência curiosa: na listagem dos
títulos publicados pela coleção que vem ao final de cada volume (aliás, no
início essa listagem vinha no começo), consta entre eles Carlos Drummond de
Andrade, com Poesia Errante, que enfeixaria poemas de diversos autores
traduzidos por ele. É o que se pode constatar, por exemplo, na listagem presente em O livro dos
provérbios (1950) ou em O Gitanjali (5a. ed., 1950), o quarto título contando de baixo para cima, na segunda página da listagem reproduzida acima:
Ocorre que a José Olympio jamais lançou essa Poesia Errante contendo as traduções de Drummond. Lembra Júlio Castañon Guimarães, em sua introdução
ao volume publicado pela Cosac Naify - este sim - com a Poesia traduzida de Carlos Drummond de Andrade,
que ainda em 29 de janeiro de 1955 o jornal carioca Tribuna da Imprensa noticiava a intenção da editora:
A Livraria José Olympio vai editar as traduções de poemas estrangeiros feitas por Manuel Bandeira, objeto de um lançamento há quase dez anos, sob o título de Poemas Traduzidos. [...] A mesma livraria anuncia também os poemas traduzidos de Carlos Drummond de Andrade, intitulado Poesia Errante.
Com efeito, a José Olympio publicou em 1956, pela Coleção Rubaiyát, o volume de Bandeira, mas
não o de Drummond. Fica o alerta de que
a listagem de títulos constante nos vários volumes da coleção nem sempre
correspondia ao que já fora efetivamente publicado e, pelo
menos neste caso, nem veio a sair. De todo modo, como mostra a publicação da
Poesia Traduzida de Bandeira, é interessante notar que o destaque da obra é
dada sobretudo a ele e a seu trabalho de tradução poética.
Outro exemplo, embora de menor importância, é o subtítulo de Cancioneiro do Amor, obra em dois volumes organizados por Wilson Lousada: na listagem consta (As mais belas poesias da literatura brasileira), ao passo que os exemplares impressos trazem Os mais belos versos da poesia brasileira.
Outra ocorrência similar se refere ao subtítulo da Nietzschiana com seleção e tradução de Alberto Ramos: (Antologia de toda a obra de Nietzsche) na listagem; Textos escolhidos na obra do autor de "Assim Falou Zaratustra" nos volumes impressos.
8 de mai. de 2016
Coleção Rubaiyát
A editora José Olympio manteve durante um tempo uma coleçãozinha que era um mimo, a Rubaiyát, em formato in-16, impressa em papel bouffon e belamente ilustrada ou com graciosas vinhetas, em capa dura, com a lombada em couro marroquim se estendendo por três centímetros na frente e no verso da capa, com letras e vinhetas douradas.
A coleção se estendeu por quase vinte anos (de 1942 a 1961), e lançou 47 títulos num total de 50 volumes, embora de maneira um tanto salteada. Às vezes passavam-se dois ou três anos sem sair nada, depois vinham uns três ou quatro lançamentos; às vezes também apenas relançavam títulos que já tinham saído alguns anos antes pela própria editora ou por outras, e assim por diante.
O catálogo era bem variado, mas com certo predomínio da chamada “poesia oriental”, como, aliás, vem indicado no próprio nome da coleção. Na verdade, a José Olympio já vinha mantendo uma iniciativa um tanto esporádica, chamada “Série de Poemas Orientais”, pela qual saíram sete títulos entre 1938 e 1942. Tenho para mim que a Coleção Rubaiyát foi uma espécie de formalização dessa série como um projeto editorial mais consistente. Nessa linha de perfil mais oriental, ela publicou várias coisas de Tagore, Saadi, Hafiz etc. Outra linha na coleção que também se destacava, em menor escala, baseava-se em textos bíblicos, em particular do Antigo Testamento: Jó, Eclesiastes, livros atribuídos a Salomão etc.
Mas a Coleção Rubaiyát trouxe também várias
coisas inéditas - entre elas destaca-se O
vento da noite, livro de poemas de Emily Brontë, em tradução de Lúcio Cardoso.
Aliás, o time de tradutores da Rubaiyát não deixava nada a desejar: além de Lúcio
Cardoso, havia também Manuel Bandeira, Octavio Tarquínio de Souza, Guilherme de
Almeida, Lúcia Miguel-Pereira, Abgar Renault, Geir Campos, Aurélio Buarque de Hollanda,
Oswaldino Marques, Adalgisa Nery e outros.
Seguem abaixo, por ordem alfabética de autor, os títulos publicados na
coleção e várias imagens de capa. Os sete títulos publicados antes na Série de Poemas Orientais trazem esse dado especificado entre colchetes, bem como o ano inicial de sua publicação. São 47 títulos, compondo ao todo 50 volumes.
- · Aires, Matias. Reflexões sobre a Vaidade dos Homens. 1953
- · Almeida, Guilherme de. Camoniana. 1956
- · Amaru. Poemas de Amor. Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1949
- · Anônimo. Nalá e Damayanti. Trad. Luís Jardim, 1944
- · Bandeira, Manuel. Poemas Traduzidos. Traduções de Bandeira de vários autores, 1956 [R.A. Editora, 1945]
- · Baudelaire, Charles. Flores das “Flores do Mal” de Charles Baudelaire. Trad. Guilherme de Almeida, 1944 [extra-coleção]
- · Baudelaire, Charles. Pequenos Poemas em Prosa. Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1950
- · Brontë, Emily. O Vento da Noite. Trad. Lúcio Cardoso, 1944
- · Descartes, René. Discurso do Método. Trad. João Cruz Costa, 1960
- · Eclesiastes, atribuído a Salomão. Trad. Pe. António Pereira de Figueiredo, 1950
- · Hafiz e Saadi. Vinho, Vida e Amor. Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1946
- · Hafiz, Al-Din M. Os Gazéis de Hafiz. Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1944
- · Herold, A. Ferdinand. A Grinalda de Afrodite – Epigramas amorosos da antologia grega. Trad. Valdemar Cavalcanti, 1949
- · Kalidasa, A Ronda das Estações. Trad. Lúcio Cardoso, 1944
- · Kháyyám, Omar. Rubáiyát. Trad. Octavio Tarquinio de Souza, 1942 [Imprensa Nacional, 1928; passou para a JO em 1935; Série de Poemas Orientais, 1938]
- · Lousada, Wilson (org.). Cancioneiro do Amor (Os mais belos versos da poesia brasileira). 2 vols, sendo I. Árcades, Românticos, Parnasianos; II. Simbolistas e Contemporâneos. 1950
- · Lousada, Wilson (org.). Cancioneiro do Amor (Os mais belos versos da poesia portuguesa). 1952
- · Louys, Pierre. O Amor de Bilitis (Algumas Canções). Trad. Guilherme de Almeida, 1943
- · Marco Aurélio. Meditações. Trad. Lúcia Miguel-Pereira, 1957
- · Mello, Thiago de. A Lenda da Rosa. 1955
- · Montaigne, Michel de. Seleta dos Ensaios (3 vols.). Trad. J. M. Toledo Malta, 1961
- · Nietzsche, Friedrich. Nietzschiana. Trad. Alberto Ramos, 1949
- · O Cântico dos Cânticos, atribuído a Salomão. Trad. Augusto Frederico Schmidt, 1949. [Série de Poemas Orientais, 1938]
- · O Livro da Sabedoria [atribuído a Salomão]. Trad. Pe. António Pereira de Figueiredo, 1952
- · O Livro de Job. Trad. Lúcio Cardoso, 1943
- · O Livro dos Provérbios, atribuído a Salomão. Trad. Pe. António Pereira de Figueiredo, 1950
- · Odes Anacreônticas. Trad. Jamil Almansur Haddad, 1952
- · Petrarca, Francesco. O Cancioneiro de Petrarca. Trad. Jamil Almansur Haddad, 1945
- · Rilke, Rainer M. Poemas de Rainer Maria Rilke. Trad. Geir Campos, 1953
- · Salet, Pierre. Palavras do Buddha. Trad. Guilherme de Almeida, 1948
- · Shirazi, Saadi. O Jardim das Rosas. Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1952
- · Livro dos salmos, ou Saltério. Trad. Pe. António Pereira de Figueiredo, 1955
- · Sermão da Montanha. Trad. Frei João José P. de Castro, 1956
- · Shakespeare, William. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca. Trad. Péricles Eugênio da Silva Ramos, 1955
- · Shakespeare, William. Macbeth. Trad. Manuel Bandeira, 1961
- · Stendhal. Do Amor (Trechos). Trad. Wilson Lousada, 1958
- · Tagore, Rabindranath. A Lua Crescente. Trad. Abgar Renault, 1950 [Série de Poemas Orientais, 1942]
- · Tagore, Rabindranath. Colheita de Frutos. Trad. Abgar Renault, 1945
- · Tagore, Rabindranath. O Gitanjali. Trad. Guilherme de Almeida, 1943 [Cia. Editora Nacional, 1932; Série de Poemas Orientais, 1939]
- · Tagore, Rabindranath. O Jardineiro. Trad. Guilherme de Almeida, 1943 [Série de Poemas Orientais, 1939]
- · Tagore, Rabindranath. Pássaros Perdidos. Trad. Abgar Renault, 1947
- · Touissant, Franz. As Pombas dos Minaretes. Trad. Aurélio Buarque de Hollanda, 1945
- · Toussaint, Franz. A Flauta de Jade (Poesias Chinesas). Trad. Mauro de Freitas, 1949 [1942, Série de Poemas Orientais]
- · Toussaint, Franz. O Jardim das Carícias. Trad. Adalgisa Nery, 1950 [Série de Poemas Orientais, 1938]
- · Whitman, Walt. Cantos de Walt Whitman. Trad. Oswaldino Marques, 1946
- · Wilde, Oscar. Salomé. Trad. Dante Costa, 1952
- · Yutang, Lin. A Sabedoria de Confúcio. Trad. Geir Campos, 1958
Sobre o Rubaiyát no Brasil, veja aqui
Sobre Emily Brontë no Brasil, veja aqui
Sobre Walt Whitman no Brasil, veja aqui
Sobre Baudelaire no Brasil, veja aqui
Sobre Nietzsche no Brasil, veja aqui
Sobre Shakespeare no Brasil, veja aqui
Sobre Rilke no Brasil, veja aqui
Sobre Lúcio Cardoso tradutor, veja aqui
Sobre Manuel Bandeira tradutor, veja aqui
Veja também Coleção Rubaiyát, II, aqui.
obs.: a ideia para esse post me surgiu a partir de um levantamento inicial disponível aqui.
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