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11 de jun. de 2016

manuel bandeira tradutor, ilustrado IV

Aqui retomo em partes a postagem sobre as obras de tradução de Manuel Bandeira, que publiquei aqui, agora incluindo imagens de capa das edições. Esta é a última parte.

Biografia e ensaio:

Educação do caráter, de Jean des Vignes Rouges. São Paulo: Nacional, 1936.



A vida de Shelley, de André Maurois. São Paulo: Nacional, 1936 (com sucessivas reedições e reimpressões, atualmente pela Record com o título Ariel ou a vida de Shelley).



A vida secreta de d’Annunzio, de Tom Antongini. São Paulo: Nacional, 1939.



As grandes cartas da história, desde a Antiguidade até os nossos dias, de M. Lincoln Schuster. São Paulo: Nacional, 1942.



Um espírito que se achou a si mesmo, de Clifford Whittingham Beers. São Paulo: Nacional, 1942 (com sucessivas reedições e reimpressões).



A aversão sexual no casamento: como se forma, como combatê-la, de Theodoor H. van de Velde. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1953.



Reflexões sobre os Estados Unidos, de Jacques Maritain. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959.



Vide também "manuel bandeira tradutor, ilustrado I", aqui; "manuel bandeira tradutor, ilustrado II", aqui, e "manuel bandeira tradutor, ilustrado III",  aqui.

8 de jun. de 2016

manuel bandeira tradutor, ilustrado III

Aqui retomo em partes a postagem sobre as obras de tradução de Manuel Bandeira, que publiquei aqui, agora incluindo imagens de capa das edições. 

Romance:

O calendário, de Edgar Wallace. São Paulo: Nacional, 1934.



O tesouro de Tarzan, de Edgar Rice Borroughs. São Paulo: Nacional, Coleção Terramarear, 1934 (com sucessivas reedições).



Nômades do Norte, de James Oliver Curwood. São Paulo: Nacional, 1935.



Tudo se paga, de Elinor Glyn. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935 (com sucessivas reedições). Aqui, imagem de capa da edição de 1956, já na Biblioteca das Moças:



Mulher de brio, de Michael Arlen. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, [19--]. Não localizei imagem de capa. O original se chama Green Hat, mas foi adaptado com grande sucesso para o cinema em 1928 como A Woman of Affairs, estrelado por Greta Garbo, e lançado no Brasil com o nome de Mulher de brio. Sem dúvida foi esta a razão de se adotar o título brasileiro do filme para o livro.



Minha cama não foi de rosas: diário de uma mulher perdida, de O.W. [Marjorie Erskine Smith]. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Biblioteca da Mulher Moderna, 1936.



Aventuras maravilhosas do Capitão Corcoran, de Alfred Assolant. São Paulo: Nacional, 1936 (com sucessivas reedições).



Gengis-Khan, de Hans Dominik. São Paulo: Nacional, 1936.



O túnel transatlântico, de Bernhard Kellermann. São Paulo: Nacional, 1938.



Seu único amor, de Elino Glyn. São Paulo: Nacional, 1948 (com sucessivas reedições). Aqui, imagem de capa da edição de 1956, já na Biblioteca das Moças:



A prisioneira, de Marcel Proust. Porto Alegre: Globo, 1951. Em cotradução com Lourdes Sousa de Alencar (com sucessivas reedições).



Vide também "manuel bandeira tradutor, ilustrado I", aqui, e "manuel bandeira tradutor, ilustrado II", aqui.

manuel bandeira tradutor, ilustrado II

Aqui retomo em partes a postagem sobre as obras de tradução de Manuel Bandeira, que publiquei aqui, agora incluindo imagens de capa das edições. 

 Teatro:

O fazedor de chuva, Richard Nash (1957, inédita em livro). [Sobre o espetáculo, vide aqui. Abaixo, imagem do programa da peça]



Colóquio-Sinfonieta, de Jean Tardieu (1958, inédita em livro).

A casamenteira, de Thornton Wilder (1959, inédita em livro).

D. João Tenório, de José Zorrilla. Rio de Janeiro: Revista dos Tribunais, 1960. Infelizmente a foto da capa está cortada.



• Pena ela ser o que é, de John Ford (1964, inédita em livro).

O advogado do diabo, de Morris West (1964, inédita em livro).

Juno e o pavão, de Sean O’Casey. São Paulo: Brasiliense, 1965.



Os verdes campos do Éden, de Anônio Gala. Petrópolis: Vozes, Coleção Diálogo da Ribalta, 1965.



A fogueira feliz, de Martín Descalzo. Petrópolis: Vozes, Coleção Diálogo da Ribalta, 1965.



Edith Stein na câmara de gás, de Gabriel Cacho. Petrópolis: Vozes, Coleção Diálogo da Ribalta, 1965.



A máquina infernal, de Jean Cocteau. Petrópolis: Vozes, Coleção Diálogo da Ribalta, 1967.



O círculo de giz caucasiano, de Bertold Brecht. São Paulo: Cosac Naify, 2002.



Vide também "Manuel Bandeira tradutor, ilustrado I", aqui.

manuel bandeira tradutor, ilustrado I

Aqui retomo em partes a postagem sobre as obras de tradução de Manuel Bandeira, que publiquei aqui, agora incluindo imagens de capa das edições.

  Poesia e teatro em verso:
Poemas traduzidos, Rio de Janeiro: Revista Acadêmica, 1945; 2. ed. aumentada. Porto Alegre: Livraria Globo, 1948; 3. ed. revista e aumentada. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção Rubaiyát, 1956; 4. ed., 1976; Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1966 (a partir de 1966, com sucessivas reedições pela Ediouro e nas reedições e reimpressões de Estrela da vida inteira); Poesia Completa e Prosa, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009.  Abaixo, imagens das edições da Revista Acadêmica, 1945, e da Globo, 1948:



Maria Stuart, de Schiller. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Coleção Obras Imortais, 1, 1955; Rio de Janeiro: Tecnoprint, [197-]; São Paulo: Abril Cultural, 1983 (também em Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso1). Abaixo, imagens das edições da Civilização em 1955 e em 1958:



Auto Sacramental do Divino Narciso, de Soror Juana Inés de la Cruz. In: BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso 1 ( 2. ed. em Estrela da tarde, 1963).


Macbeth, de Shakespeare. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção Rubaiyát, 1961. São Paulo: Brasiliense, 1989 (também em Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso 1, e com sucessivas reedições pela Brasiliense). Abaixo, imagem de capa na Coleção Rubaiyát, 1961:



Mireia, de Frédéric Mistral. Rio de Janeiro: Delta, 1962.





Prometeu e Epimeteu, de Carl Spitteler. Rio de Janeiro: Delta, 1963. 2. ed. Rio de Janeiro: Ópera Mundi, 1971.



Rubaiyat, de Omar Khayyam. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1965 (com sucessivas reedições e reimpressões). [Nota: Na verdade, foi lançada originalmente pela BUP, em 1964 - DB]



Poesias escolhidas, de Juan Ramón Jiménez. In: JIMÉNEZ, Juan Ramón. Platero e eu. Rio de Janeiro : Delta, 1969.

•  Torso arcaico de Apolo, de Rainer Maria Rilke. Salvador: Dinamene, [197-]. Vale a pena ler o artigo de Ivo Barroso sobre o poema de Rilke e a tradução de Bandeira, aqui.

Alguns poemas traduzidos. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção Sabor Literário, 2007.



1 de fev. de 2015

manuel bandeira tradutor

uma ótima listagem das traduções feitas por manuel bandeira, que consta na "bibliografia do autor",  in poesia completa e prosa, nova aguilar, 2009, citada por aglaé maria araújo fernandes, poemas traduzidos do francês ao português por manuel bandeira, em sua tese de doutorado, ufsc, 2014 (pp. 33-36), disponível aqui.

A.    Poesia e teatro em verso:
• Poemas traduzidos, Rio de Janeiro: Revista Acadêmica, 1945; 2. ed. aumentada. Porto Alegre: Livraria Globo, 1948; 3. ed. revista e aumentada. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956; 4. ed., 1976; Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1966 (a partir de 1966, com sucessivas reedições pela Ediouro e nas reedições e reimpressões de Estrela da vida inteira); Poesia Completa e Prosa, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009.  
• Maria Stuart, de Schiller. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1955; Rio de Janeiro: Tecnoprint, [197-]; São Paulo: Abril Cultural, 1983 (também em Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso1).
• Auto Sacramental do Divino Narciso, de Soror Juana Inés de la Cruz. In: BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso 1 ( 2. ed. em Estrela da tarde, 1963).
• Macbeth, de Shakespeare. Rio de Janeiro: José Olympio, 1961. São Paulo: Brasiliense, 1989 (também em Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso 1, e com sucessivas reedições pela Brasiliense).
• Mireia, de Frédéric Mistral. Rio de Janeiro: Delta, 1962. • Prometeu e Epimeteu, de Carl Spitteler. Rio de Janeiro: Delta, 1963. 2. ed. Rio de Janeiro: Ópera Mundi, 1971.
• Rubaiyat, de Omar Khayyan. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1965 (com sucessivas reedições e reimpressões).
• Poesias escolhidas, de Juan Ramón Jiménez. In: JIMÉNEZ, Juan Ramón. Platero e eu. Rio de Janeiro : Delta, 1969.
• Alguns poemas traduzidos. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.

B.     Teatro:
• O fazedor de chuva, N. Richard Nash (1957, inédita em livro).
• Colóquio-Sinfonieta, de Jean Tardieu (1958, inédita em livro).
• A casamenteira, de Thornton Wilder (1959, inédita em livro).
• D. João Tenório, de José Zorilla. Rio de Janeiro: Revista dos Tribunais, 1960.
• Torso arcaico de Apolo, de Rainer Maria Rilke. Salvador/ Dinamene, [197-].
• Pena ela ser o que é, de John Ford (1964, inédita em livro).
• O advogado do diabo, de Morris West (1964, inédita em livro).
• Juno e o pavão, de Sean O’Casey. São Paulo: Brasiliense, 1965.
• Os verdes campos do Éden, de Anônio Gala. Petrópolis: Vozes, 1965.
• A fogueira feliz, de J. N. Descalzo. Petrópolis: Vozes, 1965.
• Edith Stein na câmara de gás, de Gabriel Cacho. Petrópolis: Vozes, 1965.
• A máquina infernal, de Jean Cocteau. Petrópolis: Vozes, 1967.
• O círculo de giz caucasiano, de Bertold Brecht. São Paulo: Cosac Naify, 2002.

C.      Romance:
• O Calendário, de Edgard Wallace. São Paulo: Nacional, 1934.
• O tesouro de Tarzan, de Edgard Rice Borroughs. São Paulo: Nacional, 1934 (com sucessivas reedições).
• Nômades do Norte, de James Oliver Curwood. São Paulo: Nacional, 1935.
• Tudo se paga, de Elinor Glyn. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935 (com sucessivas reedições).
• Mulher de brio, de Michael Arlen. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, [19--].
• Minha cama não foi de rosas: diário de uma mulher perdida, de Marjorie Erskine Smith.* Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.
• Aventuras maravilhosas do Capitão Corcoran, de Alfred Assolant. São Paulo: Nacional, 1936 (com sucessivas reedições).
• Gengis-Khan: romance do século XXI, de Hans Dominik. São Paulo: Nacional, 1936.
• O túnel transatlântico, de Bernhard Kellermann. São Paulo: Nacional, 1938.
• Seu único amor, de Elino Glyn. São Paulo: Nacional, 1948 (com sucessivas reedições).
• A prisioneira, de Marcel Proust. Porto Alegre: Globo, 1951. Em coautoria com Lourdes Sousa de Alencar (com sucessivas reedições).

D.    Biografia e ensaio:
• A educação do caráter, de Jean de Vignes Rouges. São Paulo: Nacional, 1936.
• A vida de Shelley, de André Maurois. São Paulo: Nacional, 1936 (com sucessivas reedições e reimpressões, atualmente pela Record com o título Ariel ou a vida de Shelley).
• A vida secreta de d’Annunzio, de Tom Antongine. São Paulo: Nacional, 1939.
• As grandes cartas da história, desde a Antiguidade até os nossos dias, de M. Lincoln Schuster. São Paulo: Nacional, 1942.
• Um espírito que se achou a si mesmo, de Clifford Whittingham Beers. São Paulo: Nacional, 1942 (com sucessivas reedições e reimpressões).
• A aversão sexual no casamento, de Theodor H. van de Velde. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1953.
• Reflexões sobre os Estados Unidos, de Jacques Maritain. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959.

* aqui, no levantamento citado pela pesquisadora, o autor da obra consta como orson welles, a partir das iniciais do colaborador de erskine, que assinou apenas como o.w., e que, ao que parece, deu a redação às memórias compiladas pela autora em sua vida de prostituição. graças a rosa freire d'aguiar, foi possível rastrear a autoria correta dessa autobiografia.


aqui um artigo interessante de xosé manuel dasilva, "manuel bandeira, traductor de poetas en español al portugués de brasil".