aqui o levantamento de james joyce em traduções brasileiras, em suas primeiras edições.* imagino que devem existir mais materiais avulsos, publicados em revistas e jornais (como, por exemplo, na revista curitibana joaquim, n. 4, em 1946, onde saíram excertos de ulisses em sua primeira tradução no brasil, feita por erasmo pilotto - vide nota ao final).
"arábia", in os ingleses: antigos e modernos,
alfredo mesquita, leitura, 1944
Devo a imagem de capa à enorme gentileza de Saulo von Randow Jr.
Devo a imagem de capa à enorme gentileza de Saulo von Randow Jr.
"contrapartes", in obras-primas do conto moderno,
[almiro r. barbosa e edgard cavalheiro], martins, 1944
(aqui capa de 1962)
retrato do artista quando jovem,
josé geraldo vieira, globo, 1945
josé geraldo vieira, globo, 1945
"o bazar", in maravilhas do conto inglês,
sem créditos de tradução, cultrix, 1957 (1)

"casa de hóspedes", in maravilhas do conto amoroso,
sem créditos de tradução, cultrix, 1959
"arábia", in contos ingleses,
sem créditos de tradução, edigraf, 1962

dublinenses,
hamilton trevisan, civilização brasileira, 1964
hamilton trevisan, civilização brasileira, 1964
panaroma do finnegans wake (excertos),
augusto e haroldo de campos, imprensa oficial, 1965
augusto e haroldo de campos, imprensa oficial, 1965
ulisses,
antônio houaiss, civilização brasileira, 1966
cartas a nora barnacle,
mary pedrosa, massao ohno, 1982

antônio houaiss, civilização brasileira, 1966
cartas a nora barnacle,
mary pedrosa, massao ohno, 1982

o gato e o diabo,
antônio houaiss, record, c. 1984
antônio houaiss, record, c. 1984
giacomo joyce,
paulo leminski, brasiliense, 1985
po'mas, pechincha,
marcelo tápia, expressão: timbre, 1986
"compensações", in mar de histórias,
aurélio b. de hollanda e paulo rónai, nova fronteira, 1988 (2)
paulo leminski, brasiliense, 1985
po'mas, pechincha,
marcelo tápia, expressão: timbre, 1986
"compensações", in mar de histórias,
aurélio b. de hollanda e paulo rónai, nova fronteira, 1988 (2)
marcelo tápia e luís dolhnikoff, olavobrás, 1992
dublinenses,
onédia célia pereira de queiroz, olavobrás, 1996
música de câmara,
alípio correia de franca neto, iluminuras, 1998
alípio correia de franca neto, iluminuras, 1998
finnegans wake/ finnicius revém,
donald schüler, ateliê editorial, 1999-2003 (5 vols.)
donald schüler, ateliê editorial, 1999-2003 (5 vols.)
música de câmara,
eric ponty, virtualbooks, 2000
"prefácio" a aforismos de oscar wilde,
duda machado e renata cordeiro, landy, 2000
eric ponty, virtualbooks, 2000
"prefácio" a aforismos de oscar wilde,
duda machado e renata cordeiro, landy, 2000
pomas, um tostão cada,
alípio correia de franca neto, iluminuras, 2001
"contrapartes", in a selva do dinheiro,
roberto muggiati, record, 2002
"cartas a nora", celina portocarrero; "molly bloom censurado",
ivan neisz kuck e elis abreu, ediouro, 2003
alípio correia de franca neto, iluminuras, 2001
"contrapartes", in a selva do dinheiro,
roberto muggiati, record, 2002
"cartas a nora", celina portocarrero; "molly bloom censurado",
ivan neisz kuck e elis abreu, ediouro, 2003
exilados,
alípio correia de franca neto, iluminuras, 2003
alípio correia de franca neto, iluminuras, 2003
"anna livia plurabelle", in para ler finnegans wake,
dirce waltrick do amarante, iluminuras, 2009
dirce waltrick do amarante, iluminuras, 2009
"contrapartidas", in contos de amor e desamor,
celina portocarrero, agir, 2010 (3)
celina portocarrero, agir, 2010 (3)
finnegans wake (excertos), adriano scandolara,
concurso bloomsday, ateliê editorial, 2011

de santos e sábios (ensaios)
org. dirce waltrick do amarante e sérgio medeiros, iluminuras, 2012

ulysses,
caetano galindo, penguin/ companhia, 2012

dublinenses,
guilherme braga, l&pm, 2012
dublinenses,
josé roberto o'shea (refundida), hedra, 2012
stephen heróijosé roberto o'shea, hedra, 2012
cartas a nora
dirce waltrick do amarante e sérgio medeiros, 2012
lygia bojunga, cosac naify, 2012
os mortos ("os mortos", "arábias" e o monólogo de molly bloom)
caetano galindo, penguin/companhia, 2013
um retrato do artista quando jovem,
elton mesquita, hedra, 2013
epifanias
piero eyben, iluminuras, 2013
o gato e o diabo
dirce waltrick do amarante, iluminuras, 2013
os gatos de copenhague
dirce waltrick do amarante, iluminuras, 2013
há alguns anos anuncia-se o lançamento de stephen hero em tradução de alípio correia da franca neto, pela iluminuras, mas ainda não saiu.
notas:
(1) durante uns bons anos, a cultrix foi muito useira e vezeira de utilizar traduções publicadas por outras editoras sem dar as referências nem os créditos de tradução. não duvido que esta fosse a tradução portuguesa de santino siragusa que saiu na mercurio, antologia viva do conto mundial:*
(2) a exceção é mar de histórias, cuja edição inicial em dois alentados volumes é de 1945. em 1958, sai uma edição bastante ampliada, com um terceiro volume, mas não sei se joyce estava presente. atualização: ver comentário abaixo de vítor alevato do amaral, indicando que provavelmente saiu apenas na edição ampliada de 1988.
(3) agradeço a vítor alevato do amaral pelos créditos de tradução.
(3) agradeço a vítor alevato do amaral pelos créditos de tradução.
* atualização em 8/11/2012: agradeço a vitor alevato do amaral pela confirmação. de fato, a tradução publicada pela cultrix é a de santino siracusa, que saiu pela mercúrio portuguesa. eliminei a data estimada de edição (c. 1942); ver justificativa nos comentários. [23/9/15: hoje em dia calculo anos 50.]
atualização em 8/12/2012: agradeço a aguinaldo severino pela preciosa imagem de capa de po'mas pechincha; a daniel dago pela notícia d'o gato e o diabo, de lygia bojunga
fontes e imagens: peter o'neill; fbn; estante virtual; google images

atualização em 17/2/2013: cabe acrescentar giacomo joyce, pela bestiário, em tradução de roberto schmitt-prym:
atualização em 13/6/2015
retrato do artista quando jovem
guilherme da silva braga, l&pm, 2014
finn's hotel
caetano galindo, companhia das letras, 2014

descubro que é de joyce a introdução a aforismos ou mensagens eternas, de oscar wilde, pela landy, em tradução de duda machado (2006)
no dia 16 de junho, o chamado bloom's day, faz-se em são paulo uma comemoração que, entre outras coisas, inclui a apresentação de vários trechos em traduções inéditas. temos as seguintes publicações do bloom's day paulistano:
Munira Mutran e Marcelo Tápia (org.). Joyce no Brasil, antologia Bloomsday 1988-1997. SP: Olavobrás/ABEI, 1997
Marcelo Tápia (org.). Joyce Revém. SP: Olavobrás/ABEI, 1999
Devo a imagem de capa à enorme gentileza de Saulo von Randow Jr.
Haroldo de Campos, Munira Mutran and Marcelo Tápia (org.). Irish Dreams. SP: Olavobrás/ABEI, 2000 [livreto de acompanhamento ao CD]
Haroldo de Campos (org.). Ulysses: a travessia textual. SP: Olavobrás/ABEI, 2001
Devo a imagem de capa à enorme gentileza de Saulo von Randow Jr.
Antonio Carlos de Araújo Cintra. O lusobrasileirês no finneganês: um vocabulário da língua portuguesa no Finnegans wake - A Vocabulary of the Portuguese in Finnegans wake. SP: Olavobrás/ABEI, 2003
Devo a imagem de capa à enorme gentileza de Saulo von Randow Jr.
Marcelo Tápia and Munira Mutran (org.). Bloomsday Centenary. SP: Olavobrás/ABEI, 2004
Marcelo Tápia (org.). Assassinos do sol. SP: Olavobrás, 2005
[os dados referentes às comemorações do bloom's day foram extraídos do levantamento de Peter O'Neill, aqui]
em 2008, ventos e ecos, volume correspondente ao vigésimo-primeiro bloomsday local:
atualização em 05/10/2018

um retrato do artista quando jovem
caetano galindo, penguin/companhia, 2018

finnegans wake (por um fio)
dirce waltrick do amarante, iluminuras, 2018

cartas a harriet
dirce waltrick do amarante e sérgio medeiros, iluminuras, 2018
atualização em 23/9/2015: procedi à retificação e ao acréscimo de alguns dados, com base na tese de vitor alevato do amaral, disponível aqui.
nota em 05/10/2018: caetano galindo gentilmente informa que, em conversa com dalton trevisan, foi-lhe informado que foi erasmo pilotto (cofundador da joaquim) quem fez a tradução dos trechos de ulisses publicados na revista, sendo que dalton procedeu apenas a alguns ajustes estilísticos.
grande denise.
ResponderExcluirbelo trabalho esse seu.
abraços.
aguinaldo
eu tenho um arsenal "james joyce" em casa. vou conferir e te passo as capas que estão faltando.
que legal, aguinaldo, agradeço.
ResponderExcluirse tiver notícia de mais coisas, pls me avise :-)
Olá, Denise.
ResponderExcluirMais uma grande postagem aqui! Sei que existem mais algumas traduções de trechos de Joyce que foram publicadas em folhetos distribuídos pela Editora Olavobrás (de Marcelo Tápia, diretor da Casa Guilherme de Almeida) durante as comemorações do Bloomsday aqui no Brasil.
Caso eu não esteja enganado, no próximo ano Joyce cairá em domínio público e aí creio que teremos muitas novidades!
Abraços.
oi, marcos, bom toque, vou escrever para o marcelo, obg!
ResponderExcluirDenise, o seu trabalho sempre me comove. Você, a essa altura, é a referência máxima da tradução no Brasil. E, para nós, de toda tradição da tradução na literatura moderna. Inclusive porque cuida de tudo: denuncia as mazelas da tradução desonesta, das edições criminosas, e sai ao encontro das obras-primas da tradução, sabe reuni-las na ordem e no relevo certo, fazer-nos recordá-las - e relê-las - com você e, por isso tudo, consagrá-las ainda mais, consolidar o trabalho do verdadeiro talento e da dedicação desinteressada. Viva você!
ResponderExcluirMauro Gama
caro mauro, imagine, quanta generosidade! mas sério, acho que muita gente não faz muito bem ideia do que significa a atividade de tradução para a cultura e a história universal - fico ainda mais feliz com sua generosa apreciação, pois bem sei que você é um dos últimos humanistas da nossa melhor tradição intelectual do século XX.
ResponderExcluirabraço
denise
Denise, ótima iniciativa. Eu estou fazendo doutorado sobre Joyce e pretendo em breve publicar algo sobre as traduções dele no Brasil. Sua lista me mostrou coisas que eu não conhecia, mas encontrei também pelo menos uma imprecisão: a tradução de "Contrapartes" (2010) não é de leo schlafman, mas de Celina Portocarrero.
ResponderExcluirprezado vitor, que ótimo reparo, agradeço! o crédito vem especificado no próprio conto? encontrei a referência a leo schlafman aqui: http://www.jamesjoyce.ie/docs/IrishLiteratureinBrazil%20(1).pdf
ResponderExcluirse localizar mais imprecisões, agradeceria muito se puder me avisar.
denise
Sim, Denise.
ResponderExcluirVem no próprio conto! Acabei de conferir.
Abraços
Vitor
agradeço, vítor, farei nota especificando a correção.
ResponderExcluirCara Denise, faço mestrado na Unicamp estudando as traduções do 'Dubliners' e adoraria entabular alguma conversa a respeito contigo. Como parte do mestrado eu acabo de completar uma retradução integral da obra, dessa vez com uma proposta mais ousada de atentar com a recriação de giros sintáticos e lexicais capazes de minimamente responder ao desafio do texto joyceano... Em duas semanas será minha qualificação, com presença do sr Galindo, e até o final do mês creio que já terei encaminhado pra editora uma versão mais definitva da obra... Gostaria de conversar a respeito das traduções do 'Dubliners'? Algum dos tradutores te agrada mais? Eu tenho um respeito imenso pela versão cubana de Cabrera Infante e minha tradução deve mto à proposta (pioneira em se tratando de prosa) desenvolvida pelo sr Houaiss ao traduzir o 'Ulysses', mas seria um grande prazer conhecer um outro ponto de vista a respeito e, quem sabe, conhecer suas críticas a respeito de algum dos contos que traduzi... Agradeço a atenção e fico no aguardo de seu contato! omar_rodovalho@yahoo.com.br
ResponderExcluirCara Denise, parabéns pelo teu blog... Vi acima que há um Bloomsday no Brasil. Quando e onde? (quem dera um machado´sdaynobrasil)
ResponderExcluirolá, luciano, obrigada. ah, sempre tem, e as programações são variadas. p.ex., peguei na internet o exemplo de 2010 http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/750731-confira-programacao-do-bloomsday-no-brasil.shtml
ResponderExcluirOlá, Denise.
ResponderExcluirA revista Mercurio a que você se refere na nota (1) é a brasileira ou havia uma Mercurio portuguesa também?
Vitor
portuguesa, vítor, de lisboa.
ResponderExcluirCara Denise,
ResponderExcluirpode ignorar a mensagem anterior. Já confirmei que se trata da Mercurio portuguesa. Vitor
Cara Denise, uma nova tradução de "Dubliners", feita pelo José Roberto O'Shea, já está em pré-venda no site da editora Hedra (http://www.hedra.com.br/home/?PHPSESSION_HEDRA=sess&id=2&livro_id=424&area[]=catalogo&area[]=detalhes). Vale conferir!
ResponderExcluirVitor
acrescentei a informação à edição original de 1992, obrigada!
ResponderExcluirDenise,
ResponderExcluiro texto em "Tradução, vanguarda e modernismos" não é de Joyce, mas sobre Joyce. Trata-se de texto escrito por Maria Teresa Quirino -- aliás, texto excelente.
Vitor
opa, vitor, obrigada!!
ResponderExcluirCara Denise,
ResponderExcluirRónai e Ferreira, no prefácio ao nono volume (1988), datado de 1987, agradecem aos leitores pela paciência de terem esperado tanto. Isso, para mim, significa que era a primeira vez que eles publicavam os contos daquele volume. Consequentemente, 1988 é a primeira vez de Joyce no "Mar de Histórias". Faz sentido?
Abraços
Vitor
vitor, faz todo o sentido do mundo! obrigada.
ExcluirOlá, Denise.
ResponderExcluirTive acesso à Mercúrio em que aparece o texto de Joyce ("O bazar"). É verdade: a tradução da Mercúrio portuguesa e da edição da Cultrix (1957) são idênticas. Só uma coisa não consegui esclarecer, como você chegou à data de 1942 para a tradução portuguesa?
Abraços
Vitor
olá, vitor, obrigadíssima pela confirmação. aventei "c. 1942" (c., circa) a partir da indicação do cadastro na biblioteca nacional de portugal (que dá 1940 como ano de publicação do primeiro volume da antologia viva). mas, revendo, acho que a hipótese é um tanto frágil, e por isso achei melhor remover a indicação. aqui o registro na bnp: http://catalogo.bnportugal.pt/ipac20/ipac.jsp?session=1H5240E847C78.702812&profile=bn&uri=link=3100027~!8236713~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=1&source=~!bnp&term=Antologia+viva+do+conto+mundial&index=ALTITLE
ResponderExcluirobrigada de novo!
abraço
d.
Interessante, Denise. O site da Biblioteca portuguesa aponta como autores da antologia
ResponderExcluirEsperança, Assis e Coelho, Trindade, mas com o livo nas mãos, percebo que os nomes deles não parecem em nenhuma página. No entanto, você tem razão, se a antologia começou em 1940, 1942 é uma data possível.
vítor, mas agora acho tudo um pouco confuso. ontem, procurando o link para lhe passar a referência, topei com um blog estranhíssimo, com memórias de época, mas muito mal escritas, mal datadas e mal situadas - em todo caso, porém, se forem minimamente fidedignas, situariam a própria criação da mercúrio nos anos 50, pois o autor das memórias se apresenta como nascido em 1930 e aparece como fundador da mercúrio e da antologia viva do conto mundial! http://jvacondeus.blogspot.com.br/search?q=antologia
ResponderExcluirvai saber...
agradeço a aguinaldo severino a imagem de capa de po'mas pechincha, tradução de marcelo tápia, edição bilingue, 1986, hors commerce, editores expressão / timbre.
ResponderExcluirDenise, ficou faltando "O gato e o Diabo", tradução de Lygia Bojunga, pela Cosac Naify.
ResponderExcluirhttp://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/11894/O-gato-e-o-diabo-.aspx
que legal, daniel, agradeço!
ExcluirDenise, vou tentar averiguar essa história da MERCÚRIO.
ResponderExcluirlegal :-)
ResponderExcluirOlá Denise,
ResponderExcluireste blog ainda está ativo?
Vou ler pela primeira vez na vida o Joyce, quero começar pelo "Retrato do artista quando jovem", pois acho que tem tudo a ver com meu atual momento de vida. Dentre as traduções que você indicou dessa obra há alguma que você ache mais bem feita?
Gostaria muito que você respondesse minha questão pois estou para comprar o livro e seria de muita ajuda.
Obrigado desde já.
Gustavo Ramos
olá, gustavo: li o retrato muitos anos atrás, nos anos 70-80, na tradução do josé geraldo vieira, a única então disponível. não li as outras, mas naturalmente devem ser muito boas também.
ExcluirOlá, Denise e todos os que lerem isto: estou buscando informações sobre a ilustração da capa da tradução de José Geraldo Vieira do "Retrato", de 1945. O livro não traz qualquer crédito ao responsável pelo trabalho gráfico. Se alguém puder ajudar, agradecerei.
ResponderExcluirCom muito atraso, informo que a capa é de João Fahrion, como há anos me explicou a pesquisadora Paula Ramos (UFRGS)
Excluiropa, que maravilha! obrigada por partilhar a informação!
ExcluirEi, Denise! Obrigada por esse trabalho de ourives!
ResponderExcluirOlá, Josie, você também está pesquisando traduções de Joyce?
Excluir