28 de jul de 2016

alexis tolstói no brasil, 1900-1950


Tolstói, Alexis (Alexei)



A cultura soviética. Tradução de Paim Júnior. Rio de Janeiro: Vitória, 1945.


O soviet em Marte. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Calvino, 1933.



“Os vurdalaks”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Pedro, o Grande. Coleção Documentos Humanos. Rio de Janeiro: Zélio Valverde, 1945.



“Um relato de Ivã Sudariev”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


teffi, tieliechív, n. tikhonov e v. tikhonov no brasil, 1900-1950


Teffi, Nadezhda (Nadine, Teffy)



“Cartas de amor”. In: Contos soviéticos. Tradução de Luiz Alípio de Barros.
Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



“Estratégia no vagão”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de J. da Cunha Borges. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.


“O faquir”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Tieliechóv, Nikolai (Nicolau, Telechov)


 “A miséria”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



“O duelo”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Wilson Velloso.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Tikhonov, Nikolai (Nicolau)


“O califa”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Clóvis Ramalhete.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“Um novo ser”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Tikhonov, Vladimir


“O lobo do mar”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Evandro Pequeno.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


“Paciência”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Evandro Pequeno.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


27 de jul de 2016

turguêniev no brasil, 1900-1950


Turguêniev, Ivan (Ivã, Turgenev, Turgenov, Turguenev, Turguenef, Turguenieff)


“A aventura do tenente Yergunov”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
2ª. série. Tradução de Galvão de Queiroz. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Águas da primavera. Tradução de Brito Broca e Georges Selzoff.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1932.


Ássia. Contém também Decadência. Tradução anônima.
Coleção Volga. São Paulo: Unitas, 1933.


“Ássia”. In: Contos russos. Tradução anônima. Edições Colête, vol. 7.
 São Paulo: A Bolsa do Livro, 1944.



“Biriuk”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Fumaça. Tradução de Jorge Moreira Nunes. Coleção As 100 Obras-Primas da Literatura Universal.
Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1945.



Ninho de fidalgos. Tradução de Elsie Lessa e Georges Selzoff.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1932.



“O encontro”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Lauro Escorel.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“O médico do distrito”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



O primeiro amor, O mêdo, Birouck. Tradução de Brito Broca.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.



Paes e filhos. Tradução de Ivan Emilianovitch. São Paulo: Cultura Brasileira, 1935.
Reed. São Paulo: Martins, 1941. Reed. Pais e filhos. São Paulo: Clube do Livro, 1943.


Primeiro Amor e Assia. Tradução de Edy Maria Dutra da Costa. São Paulo: Assunção, 1946.


Roudine. Tradução de Elias Davidovich.
Collecção Benjamin Costallat. Rio de Janeiro: Flores e Mano, 1932.



Rudine. Tradução revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1943.
Provável retomada da tradução de E. Davidovich *1932).



Rudine. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1947.


Sinaida. Tradução anônima. Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.



Terra virgem. Tradução de Jorge Moreira Nunes. Rio de Janeiro: Panamericana, 1944.


Um búlgaro – romance. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Universal, 1933.

A título de curiosidade, vale notar que Um búlgaro, na tradução portuguesa de Lourenço Cayolla, foi uma das primeiras obras russas publicadas em livro no Brasil. Saiu em 1897 em nada menos que três editoras: pela Laemmert carioca e pelas pelotenses Echenique & Irmão (Livraria Universal) e Americana (de Carlos Pinto). Não me parece improvável que essa tradução anônima lançada pela Livraria Universal carioca em 1933 retome a mesma tradução de Cayolla.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


tasin e tchekhov no brasil, 1900-1950


Tasin, Nikolai


“Nas garras da morte”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Tchekhov, Anton (Tchecoff, Tchecov, Tschecov, Chejov)


“A linguaruda”. In: Antologia dos grandes contos humorísticos. Tradução anônima. 
Introdução de Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1944.


Amor impossível. Contém: “Amor impossível”, “O bilhete premiado”, “No restaurante postal”, “Um animal de raça”, “O enxoval”. Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade e Gilberto Galvão. Coleção Os Grandes Nomes. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Contos. Contém: “La cigale”, “Sonhos”, “O buraco”, “O beijo”, “Varka” e “A estepe”. 
Tradução de Costa Neves. Coleção Clássicos Jackson, vol. XXXVII. 
Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1950.



“Do amor”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. 
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



“No mar da Criméia”. In: As obras-primas do conto universal. 
Tradução de Almiro R. Barbosa e Edgard Cavalheiro. Porto Alegre: Martins, 1943.



“O coração de Olenka”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Rachel de Queiroz. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“O homem do estojo”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.


“O inimigo”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Oswaldo Alves. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



O pavilhão nº. 6. Contém: “O pavilhão nº. 6”, “A desgraça”, “A felicidade”, “A obra de arte” e 
“Os simuladores”. Tradução anônima. [Georges Selzoff, Fúlvio Abramo e Victor Ragghianti]. 
Bibliotheca dos Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931. 


“O violino de Rothschild”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Luís Martins. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Olhos mortos de sono. Contém: “Olhos mortos de sono”, “Os nervos”, “A condecoração”, 
“Medidas preventivas”, “A vingança”, “O orador”, “As sensações fortes”, “Um bom final”, 
“A obra de arte”, “Uma noite de terror”, “História de uma enguia”, “O medo”, “Entre meninos”, 
“A jóia roubada”, “Dois valentes”, “O vingador”, “Ivan Matveievitch”, “O álbum”, 
“Língua comprida”, “Grischa”, “Celebridades”, “Na hospedaria”, “Os veranistas”. 
Tradução de Carlos M. A. Bittencourt. Coleção Seleta, vol. 2. São Paulo: Assunção, 1945. 



Os inimigos. Contém: “Os inimigos”, “Delírio (Gussieff)”, “Algazarra em família”, “No carro 
(o caminho da mestra-escola)”, “Verotchka”, “Estudante (conto do jardineiro chefe)”, “Zinotchka” 
e “Uma noite atroz”. Tradução anônima. [Georges Selzoff, Fúlvio Abramo e Victor Ragghianti]. Bibliotheca dos Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1930.



“Os ladrões”. In: 3 novelas russas. Tradução de José de Barros Pinto. São Paulo: Flama, 1944.


“Vanka”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Manuel Bandeira. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Um caso de clínica médica. Tradução de Yolanda Vettori. 
Coleção As 100 Obras-primas da Literatura Universal. Rio de Janeiro: Pongetti, 1945.


“Uma boa mulher”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



“Uma frase milagrosa”. In: Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos, dos mais famosos autores. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


simonov, sologub, sosulia e surguchov no brasil, 1900-1950


Simonov, Konstantin



“A vantagem de ser valente”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Sologub, Féodor



“O arco”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Luís Jardim. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Sosulia, Jefim



“O direito à vida”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944).



Surguchov, Ilia Dmitrievitch (J.)


“Os pais”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


savitsch, schapiro, seifullin e semionov no brasil, 1900-1950


Savitsch, Ovadi



“Os ladrões de cavallo”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques. Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



Schapiro, Leon



“O homem da cruz”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. 
Tradução de Gilberto Galvão. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Seifullin, Lydia (Lídia, Sefulina)



“Mãe”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Caio de Freitas. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


Virineia. Não localizei créditos de tradução. São Paulo: Pax, c. 1930.



Semionov, Serguei (Sergio, Semionof)


“O nascimento do escravo”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. 
Tradução de Gabriel Marques. Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


rachmanova, reissner e romanov no brasil, 1900-1950



Rachmanova, Alia



A fábrica do novo homem (episódios da vida russa soviética). Tradução de Felipa Muniz. 
Porto Alegre: Globo, 1937.



Casamentos na tormenta vermelha (Diário duma senhora russa). Tradução de Felipa Muniz. 
Porto Alegre: Globo, 1940.



Diário duma exilada russa. Tradução de Esther de Viveiros. 
Coleção Nobel. Porto Alegre: Globo, 1939.



Estudantes, amor, Tscheka e morte. Tradução de Felipa Muniz. 
Coleção Nobel. Porto Alegre: Globo, 1936.



Reissner, Larissa


Homens e machinas. Não localizei créditos de tradução. São Paulo: Pax, c. 1930. 



Romanov, Panteleimon (Romanof)



“Trevas”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques. 
Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


púchkin no brasil, 1900-1950


Púchkin, Aleksandr (Alexandre, Alexander; Pouskine, Pushkin, Pushkine, Puschkin)




“A camponesa disfarçada”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



“A dama de espadas”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Dias da Costa. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



A dama de espadas. Tradução de Álvaro Moreyra. 
Rio de Janeiro: Confraria de Bibliófilos Brasileiros Cattleya Alba, 1944 [edição de luxo]. 
Reed. Rio de Janeiro: Brasilia Aeterna, 1945.



A filha do capitão. Tradução de Paulo Corrêa Lopes. Porto Alegre: Globo, 1933.



A filha do capitão. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). 
Coleção Os Maiores Êxitos da Tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.



“A tempestade de neve”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Águia negra. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 32. 
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. 



Águia negra. Contém "Águia Negra", "A dama de espadas" e "Um tiro". Tradução de Cira Neri. 
Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1937.



Águia negra. Contém: “Águia negra”, “O negro de Pedro, o Grande”, “O encarregado da estação” e “Kirdjali”. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). 
Coleção Os Maiores Êxitos da Tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.


A adoção do título Águia negra para o título original Dubróvski se deve à adaptação para o cinema como The Eagle (1925), com Rodolfo Valentino no papel do Águia Negra, lançado no Brasil em 1926, e, para a edição da Vecchi em 1949, o reforço com o então recente Aquila Nera (1946).



“O chefe de posta”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Aníbal Machado. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


“Um disparo memorável”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. Tradução de Carlos Casanova. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.