12 de ago de 2016

a terramarear



um levantamento supimpa feito por angelo giardini em seu site marginália é "coleção terramarear", disponível aqui, com uma ótima iconografia.

tomo a liberdade de transcrever abaixo sua listagem com os dados dos volumes.


São os seguintes os livros lançados na Coleção até o número 68, por título, autor, ano da primeira edição e tradutor:

1.     Mowgli, o Menino Lobo – Rudyard Kipling – 1933 – tradução de Monteiro Lobato
2.     Song-Kay, o Pirata – Emilio Salgari – 1933 – tradução revista por Júlio César da Silva
3.     O Prisoneiro dos Pampas – Emilio Salgari – 1933 – tradução revista por Júlio César da Silva
4.     Os Náufragos de Bornéo – Thomas Mayne Reid – 1933- tradução revista por M.L. (provavelmente Monteiro Lobato)
5.     Os Negreiros de Jamaica – Thomas Mayne Reid – 1933 – tradução revista por M.L. (provavelmente Monteiro Lobato)
6.     Tarzan, o Filho das Selvas – Edgar Rice Burroughs – 1933 – tradução de Alvaro Eston
7.     A Volta de Tarzan – Edgar Rice Burroughs – 1933 – tradução de Murilla Torres
8.     A Ilha do Thesouro – Robert Louis Stevenson – 1933 – tradução de Alvaro Eston
9.     O Corsário Vermelho – J. Fenimore Cooper – 1933 – “tradução selecionada” de Raul de Polillo
10. A Ilha de Coral – Robert Michel Ballantyne – 1933 – tradução de Godofredo Rangel
11. Ao Longo do Amazonas – W.H.G. Kingston – 1933 – “versão” de Júlio César da Silva
12. Caninos Brancos – Jack London – 1933 – tradução de Monteiro Lobato
13. O Príncipe e o Pobre – Mark Twain – 1933 – tradução de Paulo de Freitas
14. O Náufrago do Espaço – Gustavo Le Rouge – 1933 – tradução de Adriano de Abreu
15. Jacala, o Crocodilo – Rudyard Kipling – 1934 – tradução de Monteiro Lobato
16. Aventuras de um Garimpeiro – Emilio Salgari – 1934 – tradução de Euclides Andrade
17. As Feras de Tarzan – Edgar Rice Burroughs – 1933 – tradução de Medeiros e Albuquerque
18. Os Náufragos do Igapó – Thomas Mayne Reid – 1934 – tradução de Tito Marcondes
19. Aventuras de Huck – Mark Twain – 1934 – tradução de Monteiro Lobato
20. A Vingança do Iroquez – Emilio Salgari – 1933 – tradução de Agrippino Grieco
21. Raptado – Robert Louis Stevenson – 1933 – tradução de Agrippino Grieco
22. O Astro do Terror – Gustavo Le Rouge – 1934 – tradução de Adriano de Abreu
23. Robin Hood – Monteiro Lobato – 1937
24. O Filho de Tarzan – Edgar Rice Burroughs – 1934 – tradução de Godofredo Rangel
25. O Tesouro de Tarzan – Edgar Rice Burroughs – 1934 – tradução de Manuel Bandeira
26. O Tesouro das Ilhas Galápagos – André Armandy – 1934 – tradução de Godofredo Rangel
27. Mil Milhas por Hora – Herbert Strang – 1934 – tradução de Waldemar Cavalcanti
28. As Viagens de Tom Sawyer – Mark Twain – 1934 – “versão brasileira” de Paulo de Freitas (consta na contracapa como “Tradução do original francês ‘Tom Sawyers à Travers Le Monde”)
29. Os Canibais do Pacífico – Emilio Salgari – 1935 – tradução de Euclides Andrade
30. A Viagem Submarina – J. Rengade – 1934 – tradução de Gustavo Barroso
31. Tarzan na Selva – Edgar Rice Burroughs – 1934 – tradução de Azevedo Amaral
32. Diamante Negro – Anna Sewell – 1935 – tradução de Monteiro Lobato
33. O Último dos Mohicanos – J. Fenimore Cooper – 1935 – tradução de Agrippino Grieco
34. Tarzan, o Destemido, Vol. 1 – Edgar Rice Burroughs – 1935 – tradução de Basílio de Magalhães
35. Tarzan, o Destemido, Vol. 2 – Edgar Rice Burroughs – 1935 – tradução de Basílio de Magalhães
36. Tarzan, o Terrível – Edgar Rice Burroughs – 1935 – tradução de Monteiro Lobato
37. Tarzan, o Rei da Jangal – Edgar Rice Burroughs – 1935 – tradução de Godofredo Rangel
38. Tarzan e os Homens Formigas – Edgar Rice Burroughs – 1935 – tradução de Paulo de Freitas
39. Tarzan e o Leão de Ouro, Vol 1 – Edgar Rice Burroughs – 1935 – tradução de Azevedo Amaral
40. Tarzan e o Leão de Ouro, Vol 2 – Edgar Rice Burroughs – 1935 – tradução de Azevedo Amaral
41. Terra de Suspeição – André Armandy – 1936 – tradução revista por Godofredo Rangel
42. A Ilha Cahida do Céu – H.J. Magog – 1936 – tradução de Álvaro Moreyra
43. O Continente Aéreo – Jesus de Aragón – 1936 – tradução de Gustavo Barroso
44. A Destruição da Atlântida, Vol 1 – Jesus de Aragón – 1936 / A Destruição da Atlântida, Vol 2 – Jesus de Aragón – 1936 – tradução de Gustavo Barroso
45. Salvos do Mar – W.H.G. Kingston – 1936 – tradução de Paulo de Freitas
46. O Fantasma do Sandokan – Emilio Salgari – 1936 – tradução de Godofredo Rangel
47. Os Heróis do Mar, Vol 1 – Charles Kingsley – 1937 / Os Heróis do Mar, Vol 2 – Charles Kingsley – 1937 – tradução de Paulo de Freitas
48. Perdidos no Deserto – Thomas Mayne Reid – 1936 – tradução de Godofredo Rangel
49. Aventuras Maravilhosas do Capitão Corcoran – A. Assolant – 1936 – tradução de Manuel Bandeira
50. Tarzan e o Império Perdido – Edgar Rice Burroughs – 1936 – tradução de Basílio de Magalhães
51. Tarzan no Centro da Terra – Edgar Rice Burroughs – 1936 – tradução de Monteiro Lobato
52. Tarzan, o Invencível – Edgar Rice Burroughs – 1937 – tradução de Paulo de Freitas
53. Tarzan Triumphante – Edgar Rice Burroughs – 1937 – tradução de Azevedo Amaral
54. O Irmão do Diabo – Walter Baron (pseudônimo de Jerônymo Monteiro) – 1937
55. O Engenheiro Pinson – Lucien Biart – 1937 – tradução de Godofredo Rangel
56. Na Fronteira Indiana – Lucien Biart – 1937 – tradução revista por Godofredo Rangel
57. Nas Selvas do México  – Lucien Biart – 1937 – tradução de Godofredo Rangel
58. O Segredo do Mestiço – Lucien Biart – 1937 – tradução revista por Godofredo Rangel
59. Os Exilados da Terra – Andre Laurie – 1937 – tradução revista por Godofredo Rangel
60. Perdidos na Lua – Andre Laurie – 1937 – tradução revista por Godofredo Rangel
61. Guilherme, o Grumete – Thomas Mayne Reid – 1937 – tradução revista por Godofredo Rangel
62. O Batedor de Florestas – Gabriel Ferry – 1940 – tradução revista por Godofredo Rangel
63. A Cidade Sepultada – Jesus de Aragón – 1940 – tradução de Rubem Braga
64. A Caça ao Leviatã – Thomas Mayne Reid – 1940 – tradução de Tito Marcondes (consta na contracapa “Para esta tradução serviu-se do original francês: La chasse du L’eviathan”)
65. O Terror do Ar – William LeQueux – 1940 – tradução de Azevedo Amaral
66. A Prisioneira do Dragão Vermelho – Jean de la Hire – 1940 – tradução de Tito Marcondes
67. Tarzan e a Cidade de Ouro – Edgar Rice Burroughs – 1940 – tradução de Azevedo Amaral
68. O Rei das Nuvens – Camille de Cendrey – 1940 – sem créditos de tradução


6 de ago de 2016

poesia traduzida no brasil

está no ar o site poesia traduzida no brasil, com levantamento da produção poética traduzida e publicada em livro no país entre 1960 e 2009, a carga de marlova asseff, aqui.



29 de jul de 2016

contos de fadas russos no brasil, 1900-1950


Sem autoria (contos tradicionais e folclóricos)



Os mais belos contos de fadas russos. Contém catorze contos: “Kotschei, o imortal”,
“Sadko, o mercador”, “O czar Saltan”, “O galo de ouro”, “Ruslan e Ludmila”, “Cirilo, o curtidor”, “A fada que sabia tudo”,
 “A princesa adormecida e os sete gigantes”, “A princesa serpente”,
“Como foram destruídos os Bogatirs na Santa Rússia” [todos estes em tradução de Galvão de Queiroz];
“O anel encantado”, “O gênio da estepe”, “Os dois filhos de Ivã, o soldado” e
“O camponês prevenido” [estes em tradução de Manuel R. da Silva].
1a. série. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Os mais belos contos de fadas russos. Contém dezoito contos: “O rei e a mação encantada” (DC),
“Um sonho difícil de explicar” (AF), “O ogro de Kiev” (PF), “O príncipe amigo dos animais” (DC),
“O forte gigante e o anão astuto” (DC), “O valente Tomás” (AF), “Joãozinho, o tolo” (AF),
“A princesa convertida em pato” (AF), “A pluma de Fenist, o falcão radiante” (AF),
“O protegido da rapôsa” (AF), “O alforje encantado” (AF), “O servo invisível” (n/c),
“A pedra, a espada e o cacête mágico” (DC), “Marcov, o rico, e Basílio, o infortunado” (AF),
“O camponês e a serpente” (DC), “A senhorita esperta” (AF) e “Verlioka, o gigante ruim” (AF).
As traduções são de Dulce Cordeiro, Alfredo Ferreira e Persiano da Fonseca,
assinalados por suas iniciais entre parênteses ao lado dos contos respectivos.
2ª. série. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945. 

Devo o conteúdo dessa 2a. série à gentileza de Saulo von Randow Jr.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


vinnitchenko, virta, zamiátin e zochtchenko


Vinnitchenko, Vladimir


“Ao sopro dos ventos, dos ventos furiosos”. In: Os russos: antigos e modernos. 
Tradução de Álvaro Moreyra. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Virta, Nikolai E. (pseud. de Nikolai Karelsky)



Solidão. Tradução de Jorge Amado.
[Na verdade, Jorge Amado apenas emprestava seu nome para as traduções dessa coleção.]
Coleção Ontem e Hoje, vol. 9. São Paulo: Brasiliense, 1945.



Zamiátin, Euguêni (Eugênio)



“A caverna”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Lúcio Cardoso.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Zochtchenko, Mikhail (Zostchenko, Zóschenko)



“A maleta de lona”. In: Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos, dos mais famosos autores. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.


No paraíso bolchevista (quadros da vida russa). Tradução de Roman Poznanski.
Rio de Janeiro: H. Antunes, 1929.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.



tzenski, uspenski, vassilevska e vieressaiev no brasil, 1900-1950


Tzenski, Serguei S. (Sergei)



“O homem que não podia ser morto”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
2ª. série. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Uspenski, Nicolau V.



“O mestre-escola de aldeia”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Marques Rebelo. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Vassilevska, Vanda (Wanda, Wasilewska)



O arco-íris. Tradução de Esmaragdo Marroquim e Valdemar Cavalcanti.
Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1945.



Vieressaiev, V. (Veressaief, pseud. de Vikenti V. Smidovitch)



Beco sem sahida (novella russa). Tradução de Alexandre Wainstein e Galeão Coutinho.
São Paulo: Pax, 1931.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.



lev tolstói no brasil, 1900-1950


Tolstói, Lev (Leon, Leão, Liev, Tolstoy)




A escravidão moderna. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, Vol. 50.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.



“A morte de Ivan Ilitch”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Carlos Lacerda. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



A morte de Ivan Ilitch. Inclui Amo e servidor. Tradução de Gulnara Lobato de Morais.
São Paulo: Saraiva, 1948.


A palavra de Jesus. Tradução anônima. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1931.


A sonata a Kreutzer. Tradução anônima. Rio de Janeiro: J. Ribeiro dos Santos, 1905.*


A sonata a Kreutzer. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Empreza Romantica, 1909.*


A sonata a Kreutzer. Tradução de Amando Fontes. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1941.


A sonata a Kreutzer (romance). Tradução de Vicente Vaz. Rio de Janeiro: Miniatura, 1948.


A sonata de Kreutzer. Tradução anônima. São Paulo: Teixeira, 1913.*

* Essas três edições da Sonata muito provavelmente seguem a tradução de Maria Benedicta Pinho, publicada pela Guimarães Editores de Portugal.



A tortura da carne. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, c.1936.


A tortura da carne/ De onde viria o castigo? Tradução anônima. Edições Colête.
São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.


A verdadeira vida. Tradução de Rossini Tavares de Lima. Coleção Os Grandes Pensadores.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.



“Alexis – o ‘pote’”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Joracy Camargo.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Amo e creado. Tradução de “A. F.”. Rio de Janeiro: João do Rio, 1926.



Ana Karênina. Tradução de Lúcio Cardoso. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1943.



Ana Karenina. Tradução revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.


Ana Karênina. Tradução de Rui Lemos de Brito. Rio de Janeiro: Cia. Gráfica Lux, 1950.


Anna Karenine. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1930.
Reed. São Paulo: Nacional, 1930.



“As três palavras divinas”. In: As obras-primas do conto universal.
Tradução de Almiro R. Barbosa e Edgard Cavalheiro. Porto Alegre: Martins, 1943.



“De onde viria o castigo?”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de José Dauster. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Diários íntimos (com Sofia Tolstoi). Tradução de Frederico dos Reys Coutinho.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.


Duas novelas: O príncipe Kassatsky e O diabo. Tradução de Caio Jardim.
Rio de Janeiro: Universitária, 1940.



“Francisca”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Guerra e paz. Tradução de Gustavo Nonnenberg. Coleção Biblioteca dos Séculos.
Porto Alegre: Globo, 1942.



Homens e escravos. Tradução de Cira Neri.
Coleção As 100 Obras-Primas da Literatura Universal. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.


“Ivan, o imbecil”. In: Três novelas russas. Tradução de Lúcio Cardoso.
Rio de Janeiro: A Noite, 1947.


Katia. Tradução de Lêdo Ivo. Rio de Janeiro: Panamericana, c.1944.



Khadji-Murat. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley].
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.



“Khadji-Murat”. In: Três novelas russas. “Tradução revista pelo departamento editorial”
[versão adulterada da tradução de Selzoff/ Wanderley, Cultura, 1931].
Coleção Grandes Romances Universais. São Paulo: W. M. Jackson, 1947.



Memórias (infância, adolescência e juventude). Tradução de Rachel de Queiroz.
Coleção Memórias, Diários, Confissões. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.


O canto do cysne. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 59.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.



O diabo branco (Khadji-Murat). Tradução de António Sérgio.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.



O diabo branco. “Tradução revista”
[versão levemente adulterada da tradução de Selzoff/Wanderley, Cultura, 1931].
São Paulo: Publicações Brasil, c.1944.



O diabo branco. Tradução de Boris Solomonov [pseud. de Boris Schnaiderman].
Coleção Os maiores êxitos da tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.


O drama do padre Sérgio. Tradução anônima. São Paulo: Nosso Livro, c.1944.


O que eu penso da guerra. Tradução anônima. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1909.


O quinhão da mulher, impressionante relato da própria heroína.
Tradução de João Cabral. Rio de Janeiro: Brasilica, 1940.


O trabalho (com Timoteo Bondareff). Tradução de João Cabral. Rio de Janeiro: Marisa, 1934.



Os cossacos. Tradução de Sérgio Azevedo. Rio de Janeiro: Livraria Marisa, 1931.


Os cossacos. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1932.
Reed. em Collecções Econômicas SIP, vol. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.



Os cossacos. Tradução de Almir de Andrade. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1942.



Os cossacos. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1944.



Os martyres do dinheiro [Na floresta – novela (narrativa de um yunker) – 1854-1855].
Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 56. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.


“Os três staretzi”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Alfredo Mesquita.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Padre Sergio. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley].
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.


Polikuchka. Tradução de Henrique Cordeiro. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.


Resurreição, romance celebre. Tradução de Carlos Cintra. Collecção de Obras Celebres.
Rio de Janeiro: Americana, 1931. Reed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1935.


Ressurreição. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.



Ressurreição. Tradução de Waldemar Cavalcanti. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.


Ressurreição. Tradução revista por Marina Salles Goulart de Andrade.
 Rio de Janeiro: Cia. Brasil, s/d [c. 1945].



Sebastopol. Tradução de F. J. da Silva Ramos. Coleção Excelsior, vol. 28.
São Paulo: Martins, 1944.


Senhor e servo. Tradução anônima. Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.


Sonata de Kreutzer. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, c.1930.


Três novelas da Rússia. Contém: “O violinista Alberto”, “Um animal como poucos”
e “Romance inacabado”. Tradução anônima. São Paulo: Nosso Livro, 1944.



Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


28 de jul de 2016

alexis tolstói no brasil, 1900-1950


Tolstói, Alexis (Alexei)



A cultura soviética. Tradução de Paim Júnior. Rio de Janeiro: Vitória, 1945.


O soviet em Marte. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Calvino, 1933.



“Os vurdalaks”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Pedro, o Grande. Coleção Documentos Humanos. Rio de Janeiro: Zélio Valverde, 1945.



“Um relato de Ivã Sudariev”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


teffi, tieliechív, n. tikhonov e v. tikhonov no brasil, 1900-1950


Teffi, Nadezhda (Nadine, Teffy)



“Cartas de amor”. In: Contos soviéticos. Tradução de Luiz Alípio de Barros.
Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



“Estratégia no vagão”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de J. da Cunha Borges. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.


“O faquir”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Tieliechóv, Nikolai (Nicolau, Telechov)


 “A miséria”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



“O duelo”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Wilson Velloso.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Tikhonov, Nikolai (Nicolau)


“O califa”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Clóvis Ramalhete.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“Um novo ser”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Tikhonov, Vladimir


“O lobo do mar”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Evandro Pequeno.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


“Paciência”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Evandro Pequeno.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


27 de jul de 2016

turguêniev no brasil, 1900-1950


Turguêniev, Ivan (Ivã, Turgenev, Turgenov, Turguenev, Turguenef, Turguenieff)


“A aventura do tenente Yergunov”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
2ª. série. Tradução de Galvão de Queiroz. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Águas da primavera. Tradução de Brito Broca e Georges Selzoff.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1932.


Ássia. Contém também Decadência. Tradução anônima.
Coleção Volga. São Paulo: Unitas, 1933.


“Ássia”. In: Contos russos. Tradução anônima. Edições Colête, vol. 7.
 São Paulo: A Bolsa do Livro, 1944.



“Biriuk”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Fumaça. Tradução de Jorge Moreira Nunes. Coleção As 100 Obras-Primas da Literatura Universal.
Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1945.



Ninho de fidalgos. Tradução de Elsie Lessa e Georges Selzoff.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1932.



“O encontro”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Lauro Escorel.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“O médico do distrito”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



O primeiro amor, O mêdo, Birouck. Tradução de Brito Broca.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.



Paes e filhos. Tradução de Ivan Emilianovitch. São Paulo: Cultura Brasileira, 1935.
Reed. São Paulo: Martins, 1941. Reed. Pais e filhos. São Paulo: Clube do Livro, 1943.


Primeiro Amor e Assia. Tradução de Edy Maria Dutra da Costa. São Paulo: Assunção, 1946.


Roudine. Tradução de Elias Davidovich.
Collecção Benjamin Costallat. Rio de Janeiro: Flores e Mano, 1932.



Rudine. Tradução revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1943.
Provável retomada da tradução de E. Davidovich *1932).



Rudine. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1947.


Sinaida. Tradução anônima. Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.



Terra virgem. Tradução de Jorge Moreira Nunes. Rio de Janeiro: Panamericana, 1944.


Um búlgaro – romance. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Universal, 1933.

A título de curiosidade, vale notar que Um búlgaro, na tradução portuguesa de Lourenço Cayolla, foi uma das primeiras obras russas publicadas em livro no Brasil. Saiu em 1897 em nada menos que três editoras: pela Laemmert carioca e pelas pelotenses Echenique & Irmão (Livraria Universal) e Americana (de Carlos Pinto). Não me parece improvável que essa tradução anônima lançada pela Livraria Universal carioca em 1933 retome a mesma tradução de Cayolla.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.