de thackeray no brasil, então, temos os já ditos:
- em 1943, pela panamericana, henrique esmond, memórias de uma vida esquecida, em tradução de eduardo de lima castro;
- em 1944, pela mesma editora, o livro dos snobs, em tradução de oscar mendes.
em 1959, pela organização simões, do rio, sai o anel e a rosa. não duvido que seja a mesma tradução de ruth leão publicada pela josé olympio em 1986.
depois, só em 1963 vai sair a feira das vaidades, pela civilização brasileira, em dois volumes, com tradução de ruth leão.
mais algum tempo, e em 1975 sai barry lyndon na tradução de jorge arnaldo fortes, pela artenova, na mais descarada esteira do filme de stanley kubrick, cujo nome aparecia em mais destaque do que o de thackeray:
felizmente tiveram a decência de diminuir a apelação na capa da edição de 1976.
também em 1976, essa tradução é licenciada para o círculo do livro.
em c.1988, a ediouro lança em sua coleção elefante uma adaptação infantojuvenil d'a feira das vaidades, por cordélia dias d'aguiar (não consegui imagem de capa).
em 1993, sai o livro dos esnobes escrito por um deles, nova tradução de reinaldo guarany para a l&pm.
capinha horrível, em que o tal esnobe mais parece um rufião, trocada em 2010 por:
pena o henrique esmond de setenta anos atrás, tão abandonadinho. podiam resgatá-lo e ampliar um pouco o sortimento de thackeray disponível entre nós.
post atualizado em 24/01/2013