18 de mar. de 2022

lista atualizada de traduções

 


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THOMPSON, E. P. A formação da classe operária inglesa - A força dos trabalhadores. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

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VV.AA. A fazenda dos animais [paratextos]. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.

VV.AA. Mil novecentos e oitenta e quatro [paratextos]. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.

VV. AA. 100 fotografias: Juan Rulfo. São Paulo: Cosac Naify, 2010. (et al.)

VV. AA. O campo ampliado da arquitetura: antologia teórica 1993-2009. São Paulo: Cosac Naify, 2013. (et al.)

VV. AA. Catálogo da exposição 'Arquitetura para cães'. Japan House, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Beleza sobre Quatro Rodas'. Casa Fiat, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Chiharu Shiota'. São Paulo: CCBB, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Experiência Da Vinci'. São Paulo: MIS, 2019.

VV. AA. Catálogo da exposição 'Giorgio Morandi'. São Paulo: Base7 - CCBB, 2021.

VV. AA. Catálogo da exposição 'O feminismo na arte'. São Paulo: MASP, 2019.

VV. AA. Economia e movimentos sociais na América Latina. São Paulo: Brasiliense, 1986.

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VV. AA. França revolucionária. São Paulo: Brasiliense, 1989.

VV. AA. Hinos Marianos, 2019.

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WOOLF, V. Mrs. Dalloway (Prêmio Paulo Rónai de Tradução, FBN, 2013). Porto Alegre: L&PM Editores, 2012.

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YOUSAFZAI, Z. Livre para voar. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

9 de jan. de 2022

a fazenda dos animais

 "a tradução revelou que a 'revolução dos bichos' não foi de fato uma revolução": generosa resenha de dinaura julles sobre a fazenda dos animais, na revista re-produção, da casa guilherme de almeida, disponível aqui.




13 de out. de 2021

os maiores êxitos da tela, 2

o segundo título da coleção "os maiores êxitos da tela", da vecchi editora, que consegui localizar em ordem cronológica, aparece divulgado na imprensa em agosto de 1946 (não tenho certeza, porém, se ele corresponde ao segundo volume da coleção ou se saiu algum outro título depois de "os mosqueteiros do rei" e antes desse) é farrapo humano, de charles jackson.

o livro de jackson (cujo título original era the lost weekend) fora publicado em 1944 e já em 1945 foi adaptado para o cinema, lançado oficialmente nos eua em janeiro de 1946 e chegando às telas brasileiras em julho. a direção era de billy wilder, com roteiro dele e de charles brackett, com ray milland como protagonista, e ganhou quatro oscars.

a tradução que saiu pela vecchi logo a seguir foi feita por alfredo ferreira, que também traduzira os mosqueteiros do rei - ver aqui. o título adotado pela casa evidentemente seguia, por compreensíveis razões comerciais, o nome brasileiro do filme. 

[diga-se de passagem que os procedimentos de escolha dos nomes brasileiros para filmes estrangeiros são notoriamente misteriosos...]






12 de out. de 2021

os maiores êxitos da tela

a editora vecchi manteve durante uma época uma coleção chamada "os maiores êxitos da tela". como o próprio nome da coleção já indicava, eram obras que tinham sido filmadas e a editora, na previsão ou na esteira do sucesso dos respectivos filmes, lançava-as no brasil.

a coleção se estendeu de 1946 a 1967, embora na década final os lançamentos fossem muito, muito esporádicos. foram publicados cerca de 56 títulos, e o primeiro deles, até onde consegui apurar, foi os mosqueteiros do rei (companheiros de jéhu), cujo lançamento foi divulgado na imprensa em março de 1946. 

o título principal usado pela vecchi, os mosqueteiros do rei, nada tem a ver com os três mosqueteiros de dumas, mas sim com seu livro les compagnons de jéhu, indicado no subtítulo do volume traduzido. o tradutor foi alfredo ferreira, que posteriormente veio a traduzir vários outros volumes dessa coleção. 

o filme que serviria para ancorar as vendas do livro era the fighting guardsman, uma adaptação do romance de dumas, com direção de henry levin e roteiro de edward dein e franz schulz, tendo willard parker como ator principal. 

não consegui uma imagem de capa decente, mas aí segue.



quanto ao filme:



14 de jul. de 2021

entrevista

 "minha história", na biblioteca mário de andrade, disponível aqui.


28 de jun. de 2021

entrevista

 "enquadrando o tradutor", pela pget-ufsc, disponível aqui.




21 de jun. de 2021

entrevista

  "tradução refletida", uma conversa com anderson lucarezi e eliakim oliveira, no youtube, aqui 




21 de mai. de 2021

baudelaire no brasil

 nos 200 anos de nascimento de charles baudelaire, atualizo os 150 anos de sua presença no brasil (1871- 2021): disponível aqui.

"traduzir: uma fatalidade"

 simpático artigo de rosário fusco, "traduzir: uma fatalidade", em a manhã, 31 de janeiro de 1945, disponível aqui.


26 de abr. de 2021

ainda sobre a fazenda dos animais

 aqui excertos de uma entrevista minha ao site da bienal do livro.


21 de mar. de 2021

matérias, entrevistas e palestras

 

matérias, entrevistas e palestras


daqueles mistérios misteriosos



recebo hoje um e-mail em que o remetente comenta:

"Procurei no site da Amazon pelo livro Mundo plano (Flatland) de Edwin A. Abbott, um clássico de ficção, e acabei encontrando uma versão chamada Planolândia, com tradução de Thiago Ferreira. O site permite que vc leia uma amostra do livro, o que fiz. Intrigado pelo nome dado a essa tradução, fiz uma.pesquisa na internet e verifiquei que, em 2002, a editora Conrad publicou uma edição com esse mesmo nome, com a tradução de Leila Mendes de Souza. Acabei encontrando também essa versão no formato.pdf em alguns sites. Ao comparar  esse PDF com  o trecho que foi disponibilizado como amostra na Amazon, notei que os dois textos são exatamente iguais. Ou temos uma absurda coincidência, ou tivemos um 'reaproveitamento' da tradução."

1.

tradução em nome de thiago ferreira; visualização disponível aqui.


2. 

Chamo nosso mundo de Planolândia não por ser assim que o chamamos, mas para deixar sua natureza mais clara a vocês, meus ditosos leitores, que têm o privilégio de viver no espaço. 

Imagine uma grande folha de papel sobre a qual linhas retas, triângulos, quadrados, pentágonos, hexágonos e outras figuras, em vez de ficarem fixos em seus lugares, movem-se livremente em uma superfície, mas sem o poder de se elevarem sobre ela ou de mergulharem abaixo dela, assim como as sombras - só que com bordas firmes e luminosas. Assim você terá uma noção bem correta de meu país e de meus compatriotas. Ai de mim, há alguns anos, eu teria dito "meu universo", mas agora minha mente se abriu para perspectivas mais amplas das coisas. 

Em tal país, logo se perceberá, é impossível a existência daquilo que você chama de "sólido", mas ouso dizer que você vai supor que, ao menos, poderíamos distinguir visualmente os triângulos, quadrados e outras figuras se movendo como eu descrevi. Mas não podíamos ver nada disso, pelo menos não no sentido de distinguir uma figura da outra. Nada era visível, nem poderia ser, para nós, exceto as linhas retas, e vou prontamente demonstrar porque era necessariamente assim. 

Coloque uma moeda sobre o centro de uma de suas mesas no espaço. Inclinando-se sobre ela, olhe para baixo, para ela. Ela vai parecer ser um círculo. 

edição Conrad (trad. ), visualização disponível aqui.


3.

1. Of the Nature of Flatland

I call our world Flatland, not because we call it so, but to make its nature clearer to you, my happy readers, who are privileged to live in Space.

Imagine a vast sheet of paper on which straight Lines, Triangles, Squares, Pentagons, Hexagons, and other figures, instead of remaining fixed in their places, move freely about, on or in the surface, but without the power of rising above or sinking below it, very much like shadows - only hard and with luminous edges - and you will then have a pretty correct notion of my country and countrymen. Alas, a few years ago, I should have said "my universe''; but now my mind has been opened to higher views of things.

In such a country, you will perceive at once that it is impossible that there should be anything of what you call a "solid'' kind; but I dare say you will suppose that we could at least distinguish by sight the Triangles, Squares, and other figures, moving about as I have described them. On the contrary, we could see nothing of the kind, not at least so as to distinguish one figure from another. Nothing was visible, nor could be visible, to us, except Straight Lines; and the necessity of this I will speedily demonstrate. 

Place a penny on the middle of one of your tables in Space; and leaning over it, look down upon it. It will appear a circle. 

original disponível aqui.


esse povo não se cansa, hein?


20 de mar. de 2021

artigos acadêmicos

artigos acadêmicos

19 de mar. de 2021

pesquisas


3 de mar. de 2021

a fazenda dos animais

Denise Bottmann e sua tradução de “A fazenda dos animais”, de George Orwell

Denise Bottmann é uma respeitada e premiada tradutora que há muitos anos trabalha com a L&PM Editores. Pedimos que ela escrevesse um texto contando sobre sua tradução de A fazenda dos animais, de George Orwell que, por um longo período, foi editado no Brasil com o título de A revolução dos bichos. Por mais que alguns leitores tenham se apegado a esse título, Denise explica sua opção de seguir o original que é publicado na L&PM. 

A fazenda dos animais 

Por Denise Bottmann

Creio que uma das áreas a que melhor se aplica o sapientíssimo dito “Ninguém é dono da verdade” é, provavelmente, a tradução. E a infindável variedade de seus frutos é o que faz da tradução algo tão interessante e fascinante.

Assim é que Animal Farm, a fábula escrita por George Orwell nos idos dos anos 40, pode ser lida em Portugal e no Brasil sob diferentes títulos: A quinta dos animais, O porco triunfante, O triunfo dos porcos, A revolução dos bichos e, last but not least, A fazenda dos animais.

De meu ponto de vista, um elemento útil para me nortear no oceano relativista em que nós tradutorxs podemos navegar – e talvez, ou não, nos afogar – é o original. Não ouço mentalmente nenhuma voz clamando para que me afaste de um claro e singelo Animal Farm: A fazenda dos animais, sem maiores problemas nem grandes dúvidas. Aí alguém pode objetar: “fazenda”? Melhor “sítio” ou “granja” ou “herdade”… Tenho lá minhas razões para preferir “fazenda” – mas que seja, não vou ficar brigando por causa disso.

Até aí, é simples. Mas, atendo-nos ao título mais usado no Brasil – A revolução dos bichos –, fico um pouco confusa, em primeiro lugar, com “bichos”. Que bichos, gente? Pois, quanto a isso, a grande questão é que Orwell estabelece muito cuidadosamente, muito meticulosamente, muito sistematicamente, uma divisão do reino animal dentro da obra. E a estabelece adotando uma terminologia muito específica e constante ao longo de toda a sua fábula.

Vejamos, pois. Por animals ele designa única e exclusivamente o que chamamos de animais domésticos, de trabalho, criação e reprodução: vacas, cavalos, cabras, ovelhas, porcos, galinhas, gansos, pombos. Aram as terras, puxam carroças, pisam o trigo, fornecem ovos, servem de reprodutores e assim por diante. Note-se – e isso é bonitinho – que também há entre eles uma gata: ela vive fugindo ao trabalho, mas os outros animais não se zangam com sua mandriice porque, quando aparece depois das jornadas de trabalho, é sempre muito meiga, carinhosa e afetiva. Ou seja, entre os animais domésticos inclui-se também o que chamaríamos de animal de estimação (não de trabalho, criação etc.). Além da gata, há os cachorros, também incluídos entre eles na função de cães de guarda, de pastoreio e mesmo de caça. Esses são os animals orwellianos.

E os outros? Os ratos, os coelhos do mato, os pardais? Orwell nunca, nunca os trata como animals: são wild creatures, não domésticos e sim silvestres. Aliás, é muito interessante que, depois de expulsos os homens e instaurado o novo regime – animal – na fazenda, um dos líderes, o porco Bola de Neve, cria “o Comitê de Reeducação dos Camaradas Silvestres (o objetivo desse comitê era domesticar os ratos e os coelhos)”, para integrar as wild creatures à sociedade animal – que não tenha dado muito certo, são outros quinhentos.

E, por fim, temos beasts: aqui, sim, eu diria “bichos”. Com o termo beasts, Orwell abarca a totalidade dos seres animais, domésticos e silvestres. Daí a importância da canção Beasts of England, que se torna por algum tempo o hino da nova sociedade animal: todos os seres animais, os domésticos e os silvestres, nele se congregam. Aliás, logo no começo, quando o Maioral começava a organizar os animais da fazenda, havia até algumas dúvidas se os bichos do mato, as criaturas silvestres, seriam considerados “camaradas” dos animais domésticos. “Os bichos do mato, como os ratos e os coelhos, são amigos ou inimigos nossos? Vamos pôr em votação. Faço a seguinte pergunta à assembleia: os ratos são camaradas?”. Sim, foram considerados camaradas quase por unanimidade (e vale notar que apenas os cachorros votaram contra: afinal gostavam de perseguir os ratos e acompanhavam os homens na caça às lebres).

Bem, a questão central é que animals, wild creatures e beasts designam coisas diferentes, de abrangência e interrelações bem específicas. Posso em sã consciência tratar indiscriminadamente os termos? Falar em “bichos” para me referir especificamente aos animals? Ou, inversamente, falar em “animais” para me referir especificamente às wild creatures? A meu ver, creio que não. Se Orwell fez assim, tinha lá suas razões para isso – as quais, aliás, ficam muito claras durante a leitura do texto. Assim, não entendo como eu poderia falar em Fazenda dos bichos ou, ainda menos, em Revolução dos bichos. Repisando, não foram as beasts que se rebelaram, foram apenas os animals.

E os animais não fazem uma revolução: os animais se rebelam, se levantam numa rebelião. Não têm qualquer programa revolucionário, a não ser aspirações de tipo cooperativista e autogestionário de longo prazo. Mobilizam-se por insatisfação, rebelam-se contra a opressão: que essa rebelião coletiva depois resulte numa nova situação, cujo comando virá a se concentrar progressivamente num número cada vez mais restrito de animais, são outros quinhentos. Dá-se a rebelião, mas não se implanta concretamente qualquer tipo de coisa que se assemelhe às aspirações que acompanhavam a rebelião: e é esse é o drama da coisa.

A propósito, é o papel fundamental dessa mobilização pessoal contra a opressão que Orwell deixa tão claro em relação a si mesmo, no famoso prefácio à edição ucraniana: “Tornei-me pró-socialista mais por horror à opressão e ao descaso a que estava submetida a parcela mais pobre dos operários industriais do que por qualquer admiração teórica por uma sociedade planejada”. É esse elemento subjetivo, a profunda insatisfação com o status quo, amparado em outro elemento subjetivo, o sonho com um mundo melhor, que leva os animais da Fazenda do Solar a se erguerem contra a situação, e não uma adesão a um projeto revolucionário pré-elaborado. Não à toa, em momento algum encontramos o termo revolution em Animal Farm; é sempre, única e exclusivamente, rebellion. A única vez em que encontramos algo similar a revolution é um derivado: o adjetivo revolutionary, tratado como algo descabido, quando o porco Napoleão se reúne com um grupo de fazendeiros humanos e declara, em discurso indireto citado: “Por muito tempo circularam rumores – divulgados … por algum inimigo malévolo – de que havia algo de subversivo e até de revolucionário na posição dele e dos seus colegas. … Nada podia estar mais distante da verdade!”.  

Em suma, em tradução pode-se fazer praticamente qualquer coisa. O que nos dá bússola, guia, norte, é o texto original. Nada, porém, obriga que o tomemos como bússola, guia ou norte. Vai de cada um. De minha parte, prefiro me ancorar no autor. E viva A fazenda dos animais!

disponível aqui.

 



2 de mar. de 2021

conversa

conversa pela biblioteca mário de andrade: aqui.



1 de out. de 2020

dia internacional da tradução

 palestra traduzir é frutificar, na semana de estudos de tradução, no núcleo de estudos de tradução da universidade federal do rio grande do sul, aqui.




17 de set. de 2020

mistérios goethianos

a antiguidade de hoje é um mistério: o werther, de goethe.

em 1842, a tipografia universal (dos irmãos laemmert), no rio de janeiro, publica "as amorosas paixões do jovem werther", em 2 volumes in-oitavo. não constam os créditos de tradução.
ora, em 1821, o escritor e futuro célebre tradutor português antónio feliciano de castilho, então com 21 anos, encetara em portugal uma tradução do werther, que não foi concluída nem, evidentemente, publicada.
por outro lado, consta que eduardo [edward] laemmert - que era alemão e viera para o brasil já adulto - em algum momento teria fornecido uma tradução literal do fausto a antónio feliciano, que então a teria usado como base para sua tradução poética. teria eduardo traduzido também o werther?
nessa hipótese, seria de lavra dele a tradução anônima publicada pela tipografia dos laemmert, estreando a presença de goethe no brasil.
laurence hallewell discorre um pouco sobre isso, usando da devida cautela, no seu fabuloso "o livro no brasil". o mistério, de todo modo, permanece.

interessante notar que essa edição de 1842 passou praticamente despercebida na imprensa da época. na nossa hemeroteca digital, a única menção ao lançamento de "as amorosas paixões do jovem werther" se dá no diário de pernambuco em 26/8/1845, na seção de avisos diversos, em que a livraria da esquina do collegio anuncia a chegada de livros novos chegados do rio de janeiro - http://memoria.bn.br/DocReader/029033_02/6737

31 de ago. de 2020

octavio ianni tradutor


 um achado interessante: octavio ianni, por volta de seus 22 anos, como tradutor de uma aventura no méxico, de thomas mayne reid, volume 78 da coleção terramarear da cia. editora nacional.


jack london

alguma hora finalizo o levantamento das obras de jack london traduzidas no brasil.

registro aqui três menções de englekirk que não constavam nas postagens anteriores dedicada a JL:

Cruise of the "Dazzler" (Century, 1902): A expedição do pirata. Nacional, s. d. (1931 ?)

Little lady of the big house (Macmillan, 1916): A mulher da casa grande. Nacional, s. d. (1931 ?)

Scarlet plague (Macmillan, 1915): A peste vermelha. Nacional, s. d. (1932 ?)