pertencente ao catálogo da globo desde 1939, com várias reedições na casa, também foi licenciada para a melhoramentos pelo menos cinco vezes entre 1960 e 1982, para a abril cultural cerca de dez vezes entre 1970 e 1982, para o círculo do livro pelo menos seis vezes entre 1973 e 1998. leve-se em conta que as tiragens da abril e do círculo, sendo para bancas de jornal e sistema domiciliar, eram altíssimas para os padrões habituais, na faixa de 70 mil exemplares cada.
eis a capa da primeira edição (1939):
ed. 1987, para bancas, em papel jornal:
melhoramentos:
círculo do livro:
outra coisa que deve ter contribuído para sua popularização foi a quadrinização publicada pela ebal, edição maravilhosa n. 171, de 1958:
e o tremendo sucesso do filme tendo peter o'toole como jim, em 1965:
é interessante que lord jim tenha se tornado esse fenômeno quase pop: afinal, é uma obra meio pesadinha, com duas terríveis tragédias no começo e no fim, e entre elas uma sucessão de desonras, patetices, ilusões e fracassos, além daquele peso moral e psicológico que às vezes chega a sufocar o leitor, característico de tantas obras de conrad .
acompanhe aqui o que há de conrad no brasil.
É uma pena que a tradução de Mário Quintana (a mais reeditada no Brasil) seja repleta de expurgos. Seria de grande proveito se a tradução de Marcos Santarrita fosse relançada no mercado.
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