3 de nov. de 2024

werther em português

 Traduções de Werther em português

 Portugal

João Antonio da Fonseca, Cartas selectas de Werther, traduzidas do francez (1796), Manuscritos da Livraria, Real Mesa Censória, Arquivo Nacional Torre do Tombo. Manteve-se inédita até a publicação sob curadoria e introdução de Maria Antônia Gaspar Teixeira. Porto: Afrontamento, ILCML: 2018

 Anônimo, Werther. História alemã escrita pelo doutor Goethe e traduzida em portuguez. Lisboa: Rollandiana, 1821 [São Paulo: Hedra, 2006 (introdução de Oliver Tolle), com o título O sofrimento do jovem Werther].

E. A. Vidal: Werther (excertos). Lisboa: semanário Archivo Pittoresco, 1868.

 A. R. Gonçalves Viana, Mágoas de Werther. Paris, Guillard, Aillaud & Cia, 1885.

João Theodoro Monteiro, Werther. Lisboa: Guimarães, s/d [séc. XIX, 2a. ed. 1906].

Maria Henriques Osswald, Werther: sua paixão e sofrimento. Porto: Civilização, 1938.

 João Barreira, Werther. Lisboa: Excelsior, 1940.

Teresa Seruya, A paixão do jovem Werther. Ed. João Azevedo, 1989.[1]

 Gab. de Traduções P.A.R., Werther. Alfragide: Ediclube. 2002. 


Brasil

·         Anônimo. As amorosas paixões do joven [sic] Werther. Rio de Janeiro: Eduardo e Henrique Laemmert, 1842.[1]

·         Elias Davidovich: Werther. Seguido do estudo de Sainte Beuve [sic]. Rio de Janeiro: Guanabara, 1932.[2]

·         Galeão Coutinho, Werther. São Paulo: Livraria Martins, c.1941.

·         Anônimo, Manon Lescaut / Os sofrimentos de Werther. Rio de Janeiro: W.M. Jackson, 1955.[3]

·         Anônimo, Werther. Rio de Janeiro: Organização Simões, 1957.[4]

·         Ary de Mesquita, Os sofrimentos de Werther. Rio de Janeiro: Tecnoprint (Edições de Ouro), 1965.

·         Erlon José Paschoal, Os sofrimentos do jovem Werther. São Paulo: Clube do Livro, 1988; (versão retrabalhada) Estação Liberdade, 1999.

·         Marion Fleischer, Os sofrimentos do jovem Werther. São Paulo: Martins Fontes, 1994.

·         Leonardo César Lack, Os sofrimentos do jovem Werther (posfácio de Willi Bolle). São Paulo: Nova Alexandria, 1999.

·         Marcelo Backes, Os sofrimentos do jovem Werther. Porto Alegre: L&PM, 2001.

·         Claudia Cavalcanti, Os sofrimentos do jovem Werther. São Paulo: Martin Claret, 2014.[5]****

·         Claudia Dornbusch, Os sofrimentos do jovem Werther. Rio de Janeiro: Antofágica, 2020.

·         Maurício Mendonça Cardozo, Os sofrimentos do jovem Werther. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.

·         Daniel Martineschen: Os sofrimentos do jovem Werther. Porto Alegre: TAG Experiências Literárias, 2022.


Nesse rápido levantamento, não incluí histórias em quadrinhos nem adaptações infanto-juvenis ou juvenis, pois usualmente baseiam-se em traduções já existentes.

Segundo a listagem acima, temos 9 traduções portuguesas, se incluirmos os excertos publicados no citado hebdomadário. Encontram-se 12 traduções brasileiras: estão excluídas as contrafações da Pongetti, da W.M. Jackson e da Martin Claret, bem como o caso da edição da Simões ainda em suspenso, que demandaria um cotejo com traduções previamente existentes.


 



 





[1] Algumas fontes indicam: “Teresa Seruya (com Judite Berkemeier e João Barrento): A paixão do jovem Werther. Lisboa (Bertrand), 2014”. No entanto, essa publicação inclui três obras: Werther (trad. Seruya), O conto da serpente verde (trad. Berkemeier) e Novela (trad. Barrento), numa edição lançada inicialmente em 1991 pelo Círculo de Leitores.



[1] Laurence Hallewell, em seu O livro no Brasil, aventa a título hipotético que a tradução teria sido feita por Eduardo Laemmert.

[2] Em 1942, a Pongetti publica essa tradução de Davidovich, porém anonimamente, sem dar os créditos de tradução, fazendo constar na página de rosto apenas “com um prefácio de Marques Rebelo”.

[3] A Jackson tinha como procedimento habitual utilizar traduções portuguesas sem licenciamento e sem os créditos de tradução, colocando apenas a observação na contrapágina de rosto: “Tradução adaptada e revista pelo Departamento Editorial da Jackson”. É o que também consta nesse volume 2 de sua coleção Romances Universais.

[4] A Simões publicava basicamente autores brasileiros; as poucas edições traduzidas costumavam ser reproduções de traduções lusitanas. Antes de poder arrolar com segurança esse volume de Werther como uma nova tradução brasileira dos anos 50, seria recomendável cotejá-lo com as traduções lusitanas disponíveis na época.

[5] Antes dessa edição, a Martin Claret publicara em 2000, com várias reedições ao longo dos anos, mais uma contrafação em nome de Pietro Nassetti.

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