opa, saiu a programação do citrat - para quem estiver em são paulo, dia 7, na usp, e eu lá, toda exibida, ao lado de um pessoal de primeiríssima:
O CITRAT (Centro de Tradução e Terminologia da FFLCH), o Departamento de Letras Modernas da FFLCH, e o Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução da USP (TRADUSP) convidam para a XII Jornada CITRAT e a III Jornada TRADUSP na sexta-feira, 7 de novembro de 2014, na Sala 266, Prédio de Letras, Av. Luciano Gualberto 403, Cidade Universitária.
Copyright, Plágio, Tradução
Programação:
9h: Palestra: Denise Bottmann (Tradutora e Historiadora)
Plágio, uma Marca de Nascença da Tradução no Brasil
Por incrível que pareça, os plágios e contrafações não foram excrescências na história da tradução no Brasil. Na verdade, antes mesmo que se firmasse a figura do tradutor brasileiro, o que se tem é a apropriação de traduções portuguesas apresentadas como traduções brasileiras, anônimas ou sob nomes fictícios. É como se a atividade adquirisse vida às avessas, sob o signo da negação e do ocultamento. Bombasticamente, eu diria: a tradução no Brasil nasce sob a forma de plágio.
10h30: Mesa com advogados
Allan Rocha de Souza
Antonio Carlos Morato
Renata de Arruda Botelho da Veiga Turco
Rodrigo Salinas
Allan Rocha de Souza
Antonio Carlos Morato
Renata de Arruda Botelho da Veiga Turco
Rodrigo Salinas
14h: Relatos de casos:
João Azenha
Stella Tagnin e Luciana Carvalho
Lenita Esteves e Renato Franco de Campos
João Azenha
Stella Tagnin e Luciana Carvalho
Lenita Esteves e Renato Franco de Campos
16h Palestra: Márcia Pietroluongo (UFRJ)
Que tradutores somos nós?
Panorama dos diferentes tipos de tradutores e suas diversas configurações autorais no mercado de trabalho brasileiro da tradução. Reflexão sobre as diferentes legislações que os regem, sobre o caráter heterogêneo de suas inscrições neste campo, e sobre suas possíveis incidências nos modos de traduzir, enfatizando a relevância da relação intersubjetiva no trabalho de tradução que, antes de se fundar em textos, se dá entre os sujeitos implicados no processo.
Que tradutores somos nós?
Panorama dos diferentes tipos de tradutores e suas diversas configurações autorais no mercado de trabalho brasileiro da tradução. Reflexão sobre as diferentes legislações que os regem, sobre o caráter heterogêneo de suas inscrições neste campo, e sobre suas possíveis incidências nos modos de traduzir, enfatizando a relevância da relação intersubjetiva no trabalho de tradução que, antes de se fundar em textos, se dá entre os sujeitos implicados no processo.
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