vale a pena o artigo tradutores literários: precisam-se, de francisco vale, da relógio d'água de portugal.
é raro um editor ter essa clareza:
"... quem escreveu o D. Quixote que publicámos foi José Bento – e, no entanto, ao lê-lo, temos a sensação de estar debruçados sobre um texto escrito por Cervantes."
"Ainda é frequente, nas críticas e recensões, não ser sequer mencionado o nome do tradutor. E, no entanto, sem eles não poderíamos ter lido Shakespeare, Cervantes, Tolstói, Rilke, Musil ou Faulkner na nossa língua."
o ótimo toque foi de conceição gomes , via facebook.
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