há coisa de um mês atrás, mais ou menos, enviei um e-mail a várias pessoas preocupadas com o destino do livro no país. era uma consulta, para ver se apoiariam uma iniciativa em propor algo bem simples, concreto e específico em relação às obras órfãs, abandonadas e esgotadas, que são as principais vítimas dos plágios de tradução no país.as respostas foram unanimemente positivas. quem quiser ver o teor daquela consulta inicial, alessandro martins a divulgou em livros e afins, conheça o limbo autoral.
agora, aproximando-se a realização do III congresso de direito de autor e a rodada final do minc para a reforma da lei autoral 9610/98, em 09 e 10 de novembro, abre-se também o prazo de consulta pública para as propostas do governo para a revisão da lei.
várias pessoas que não gostam de plágio vão encaminhar uma sugestão muito singela, que está no próximo post, e para a qual peço divulgação e apoio.
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