6 de jan de 2009

landmarkismo, estágio superior do plagiarismo?

raquel sallaberry, do blog jane austen, há algumas semanas alertou aqui o nãogostodeplágio: um grupo de discussão sobre jane austen estava fazendo uma leitura de persuasão, e uma das participantes, alessandra perlatti, constatou uma grande semelhança entre a edição da landmark e a edição portuguesa da europa-américa. surpresa e indignada, alessandra perlatti enviou um e-mail à editora landmark, pedindo explicações sobre o fato. porém não obteve nenhuma resposta até o momento.

sobre a landmark

a landmark é uma pequena editora com um catálogo composto majoritariamente por obras de maçonaria. criada em 2001 pelos irmãos jorge e fábio cyrino, nos últimos anos tem diversificado seu catálogo com obras literárias clássicas, em edições bilíngues. são obras que, salvo uma ou duas exceções, já conheceram edições anteriores no brasil: a volta do parafuso, o morro dos ventos uivantes, o homem que queria ser rei, contos de wilde, a divina comédia, os sonetos de shakespeare, os sonetos de meditação de donne, crônicas do brasil (ou cenas brasileiras, na edição da record), orgulho e preconceito, persuasão.

com a publicação de persuasão, porém, a editora landmark lança sua candidatura para integrar o triste cenário das fraudes editoriais no país. sendo este caso, ela estaria inaugurando um novo capítulo, qualitativamente distinto dos capítulos anteriores da história do plágio nesses últimos 15 anos.

em termos breves e objetivos: a persuasão do sr. fábio cyrino apresenta um grau de similaridade com a tradução de isabel sequeira, publicada pela europa-américa em 1996, que lhe dá credenciais suficientes ao título de plágio.

até aí, a editora landmark estaria "apenas" seguindo a trilha indicada pela editora nova (in)cultural, que nos anos 90 implantou o plágio em escala industrial: frauda-se a obra com desfaçatez, lesa-se a boa-fé do leitor, corrói-se a credibilidade do livro no país, embolsa-se um dinheirinho não muito idôneo, prejudica-se o mercado editorial com a prática de concorrência desleal, cria-se um novo período de vigência de direitos da editora sobre a falsa tradução, cultiva-se a ignorância a curto, médio e longo prazo.

a jusante, as empresas responsáveis pelos delitos, quando confrontadas com os fatos, de início costumam reagir na desconversa e depois admitem meio a contragosto: do “não sei de nada” passam para “foi um antigo funcionário”, “estamos corrigindo”, “tiramos de circulação”, “desculpas aos leitores”, “um engano técnico”, “vamos ressarcir editoras e tradutores lesados” e assim por diante. até agora, eu não tinha visto nenhum editor que, espontaneamente, tomasse a si a autoria do plágio e se orgulhasse do feito.

ineditismo

o fato qualitativamente novo nessa candidatura da landmark ao título de plágio é o singelo exibicionismo a montante: o diretor editorial da empresa, sr. fábio cyrino, deu uma interessantíssima entrevista sobre o trabalho que teria realizado, transpondo persuasion para o português.

A Tribuna de Santos (09/06/07)
"Em uma reunião para definir qual seria o próximo lançamento da Editora Landmark, o diretor editorial, Fábio Cyrino, perguntou se já havia um tradutor para o novo projeto da empresa, a edição bilíngue de Persuasão, de Jane Austen [...]. Como não havia ninguém, ele se ofereceu: 'Deixa que eu faço essa tradução'. Depois de dois meses debruçado sobre o romance, até então inédito no Brasil, Cyrino tornou-se co-autor de Persuasão [...] Como Fábio Cyrino tinha conhecimento das obras de Jane Austen, a tarefa da tradução apresentou apenas as dificuldades comuns a qualquer trabalho do tipo. [...] Como no Brasil o tradutor de um livro é considerado seu co-autor, ele acredita que sua colaboração para com o último romance de Austen foi 'torná-lo acessível a mais leitores'. Antes do lançamento da edição bilíngue, os brasileiros liam a história apenas se a importassem."

(reforçando: “A Editora Landmark lança, pela primeira vez no Brasil, o livro Persuasão, da inglesa Jane Austen.”)

algumas retificações, de passagem:
- persuasão de forma alguma era obra inédita no brasil antes da aventura da landmark. existe uma boa tradução de luiza lobo, publicada em 1971 pela bruguera em convênio com o instituto nacional do livro, na coleção “clássicos do mundo todo”, e relançada pela francisco alves em 1996.
- segundo a legislação dos direitos autorais vigente no país, o tradutor não é co-autor, e sim “autor de obra derivada”, o que técnica e juridicamente é muito diferente de uma co-autoria.

mas o que surpreende é a rara franqueza do sr. fábio cyrino em sua entrevista: ele teria agarrado a tarefa no melhor estilo do “ ’xácumigo”, ficando “dois meses debruçado sobre o romance”. bom, como o escaneamento costuma ser um processo mais rápido, talvez esses dois meses tenham sido dedicados a recriar laboriosamente a mão a tradução de isabel sequeira. não é uma tradução muito bonita nem muito correta, não se compara de maneira alguma à de luiza lobo, mas quand même a autoria do trabalho é dela, e como tal há de se respeitá-lo.

fiel ao original, ou fiel à tradução?
afora o primeiro parágrafo que traz uma meia-dúzia de vocábulos distintos, o restante da edição de persuasão da landmark apresenta diferenças mínimas em relação à da europa-américa. consistem sobretudo no abrasileiramento de alguns termos e formas de tratamento. seria necessária uma intervenção realmente miraculosa para que o tradutor brasileiro conseguisse produzir de lavra própria as mesmas gralhas de impressão, os mesmos problemas de vocabulário, os mesmos erros de entendimento do texto, os mesmos saltos de palavras e frases da tradução original.

seguem alguns exemplos dessa identidade textual [em destaque, as falhas]:

Thirteen years had seen her mistress of Lellynch Hall, presiding and directing with a self-possession and decision which could never have given the idea of her being younger than she was. For thirteen years had she been doing the honours, and laying down the domestic law at home, and leading the way to the chaise and four, and walking immediatly after Lady Russell out of all the drawing-rooms and dining-rooms in the country.

Há treze anos que era a senhora do Solar de Kellynch, supervisionando e dando ordens com uma autoconfiança e decisão que nunca poderiam ter dado a idéia de ela ser mais nova do que realmente era. Durante treze anos tinha feito as honras da casa, repreendendo, tomando a dianteira ao dirigir-se para o coche e seguindo imediatamente atrás de lady Russell ao sair de todas as salas de visitas e de jantar do país. (isabel sequeira)

Há treze anos que era a senhora do Solar de Kellynch, supervisionando e dando ordens com uma autoconfiança e decisão que nunca poderiam ter dado a idéia de ela ser mais nova do que realmente era. Durante treze anos tinha feito as honras da casa, repreendendo, tomando a dianteira ao dirigir-se para o coche e seguindo imediatamente atrás de lady Russell ao sair de todas as salas de visitas e de jantar do país. (fábio cyrino)

He [...] at fifty-four, was still a very fine man.
Ele [...] aos 55 anos, ainda era um homem muito atraente. (isabel sequeira)
Ele [...] aos 55 anos, ainda era um homem muito atraente. (fábio cyrino)

She was fully satisfied of being still quite handsome as ever [...]
Sabia que ainda era muito bonita [...] (isabel sequeira)
Sabia que ainda era muito bonita [...] (fábio cyrino)

“For they must have been seen together”, he observed, “once at Tattersal’s, and twice in the lobby of the House of Commons.”
“Porque nós devemos ter sido vistos juntos”, comentou ele, “uma vez no Tattersal e duas vezes no trio da Câmara dos Comuns.” (isabel sequeira)
“Porque nós devemos ter sido vistos juntos”, comentou ele, “uma vez no Tattersal e duas vezes no trio da Câmara dos Comuns.” (fábio cyrino)

Such were Elizabeth Elliot’s sentiments and sensations; such the cares to alloy, the agitations to vary, the sameness and the elegance, the prosperity and the nothingness of her scene of life; such the feelings to give interest to a long, uneventful residence in one country circle, to fill the vacancies which there were no habits of utility abroad, no talents or accomplishments for home, to occupy.

Estes eram os sentimentos e as sensações de Elizabeth Elliot; estas eram as preocupações que a incomodavam, a agitação que perturbava a monotonia, a elegância, a prosperidade e o vazio da cena da sua vida – estes eram os sentimentos que conferiam interesse a uma longa e rotineira residência em uma pequena localidade, preenchendo o vazio que não podia ser ocupado com hábitos de serviço no estrangeiro nem com talentos ou feitos levados a cabo no país. (isabel sequeira)

Esses eram os sentimentos e as sensações de Elizabeth Elliot; essas eram as preocupações que a incomodavam, a agitação que perturbava a monotonia, a elegância, a prosperidade e o vazio da cena da sua vida – esses eram os sentimentos que conferiam interesse a uma longa e rotineira residência em uma pequena localidade, preenchendo o vazio que não podia ser ocupado com hábitos de serviço no estrangeiro nem com talentos ou feitos levados a cabo no país. (fábio cyrino)

marketing e gato escaldado
afora esse ingente esforço no caso de persuasão, a landmark parece se dedicar energicamente ao trabalho de divulgação de seus lançamentos, com a assessoria de uma profissional de comunicação. conta ainda com os serviços de um escritório de design gráfico e comunicação visual praticamente exclusivo. publica as premiadas traduções lusitanas de vasco graça moura, segundo afirma, em contrato de licença com a bertrand portuguesa. desenvolve um projeto de publicação de obras dos acadêmicos da abl. mantém em seu site a minuciosa relação de todas as notícias na imprensa sobre essas edições de obras literárias. faz capas em cores fortes ou com reproduções de cartazes de filmes, de aparência chamativa. está bem distante da linha editorial de livros a preços acessíveis, e prefere apostar, pelo menos no caso de persuasão, na ingenuidade ou desatenção dos leitores.

não tive ocasião de ver os outros títulos com tradução atribuída ao sr. fábio cyrino. em todo caso, são eles: uma defesa da poesia e outros ensaios, de percy shelley, em co-tradução com marcella machado de campos furtado, o estranho caso do dr. jekyll e do sr. hyde, meditações de john donne, além de alguns livros sobre maçonaria. na verdade, sinto um certo receio em folhear os demais livros do catálogo da landmark.

e como fica?
como leitora, acho legal ver novas editoras com garra, oferecendo títulos de fato inéditos, com traduções de qualidade, batalhando para se fazer visível no mercado. mas aqui não sei bem se é o caso.

acho que, com a mesma presteza e profissionalismo com que deu entrevistas e divulgou o lançamento de persuasão, o sr. fábio cyrino faria bem em vir a público e se retratar junto a nós leitores. quem sabe poderia também proceder a uma errata pública para os exemplares já vendidos, retirar os exemplares restantes de circulação e renunciar à sua candidatura no certame do plagiato nacional.

e, desta vez, não vale colocar a culpa em ex-funcionários ou alegar falha técnica.

o outro lado (como nos jornais...)

tentei conversar com o sr. fábio por telefone sobre a autoria da tradução. ele afirmou desconhecer o assunto: "até o momento não tivemos nenhuma reclamação a respeito; pelo contrário, a imprensa tem elogiado a tradução, prova é que já estamos na quinta reimpressão do livro". indagou se os textos eram mesmo totalmente idênticos. justificou o fato declarando que "afinal a língua portuguesa é uma só, e pode haver coisas iguais, isso é natural".* afirmou que a tradução foi feita no brasil e que "inclusive usamos revisores brasileiros". quanto ao suposto ineditismo da obra no brasil, ele disse apenas que as edições anteriores "não se encontram mais".

* devo discordar desse argumento: não existe a menor possibilidade prática de existirem duas obras de tradução com tamanho grau de semelhança. qualquer pessoa que já tentou traduzir uma simples frase sabe muito bem quantas alternativas lhe passam pela cabeça, até se decidir por qual adotará. isso vale mesmo para textos técnicos.

pessoalmente

eu fico meio assim, sentindo-me uma espécie de "denise, a caçadora de fraudóides". mas aí penso: "não é possível uma coisa dessas; alguém tem de fazer algo a respeito". sei lá, eu esperaria uma posição mais efetiva da imprensa, das editoras, das academias, das sociedades de leitores, do ministério público...

pois só se engabela, e pronto? a prova da verdade é a desatenção ou desmemória do leitor ou o elogio da imprensa? e os fatos, onde ficam? complicado.


imagem da capa disponível em http://www.livrariacultura.com.br
para maior clareza, apresento mais um exemplo, o primeiro parágrafo do último capítulo:

quem poderá duvidar do que se seguiu? quando dois jovens decidem casar-se, têm a certez
a de que, pela perseverança, conseguirão o seu objectivo, quer sejam pobres ou imprudentes, ou mesmo, em última análise, pouco adequados ao bem-estar futuro um do outro;* e, se esses casais têm êxito, como poderiam um comandante wentworth e uma anne elliot, com a vantagem de possuírem maturidade de espírito, consciência dos seus direitos e uma fortuna que lhes conferiria a independência deixar de derrubar toda a oposição? eles poderiam, de facto, ter aniquilado uma oposição muito maior do que a que enfrentaram, pois pouco havia para os aborrecer, para além da falta de amabilidade e de carinho. sir walter não levantou qualquer objecção, e elizabeth limitou-se a mostrar-se fria e indiferente. o comandante wentworth, com vinte cinco mil libras e com um posto tão elevado que o mérito e a actividade lhe tinham granjeado, era já alguém. era agora considerado digno de cortejar a filha de um baronete tolo e perdulário que não tivera bom senso nem princípios suficientes para se manter na situação em que a providência o colocara e que actualmente só podia dar à filha uma pequena parte das dez mil libras que lhe pertenceriam no futuro. [isabel sequeira]
* aqui também pulou-se uma frase do original: "this may be bad morality to conclude with, but i believe it to be truth"


quem poderá duvidar do que se seguiu?
quando dois jovens decidem casar-se, têm certeza de que, pela perseverança, conseguirão o seu objetivo, quer sejam pobres ou imprudentes, ou mesmo, em última análise, pouco adequados ao bem-estar futuro um do outro;* e, se esses casais têm êxito, como poderiam um capitão wentworth e uma anne elliot, com a vantagem de possuírem maturidade de espírito, consciência dos seus direitos e uma fortuna que lhes conferiria a independência deixar de derrubar toda a oposição? eles poderiam, de fato, ter aniquilado uma oposição muito maior do que a que enfrentaram, pois pouco havia para os aborrecer, para além da falta de amabilidade e de carinho. sir walter não levantou qualquer objeção, e elizabeth limitou-se a mostrar-se fria e indiferente. o capitão wentworth, com vinte cinco mil libras e com um posto tão elevado que o mérito e a atividade lhe tinham granjeado, era já alguém. era agora considerado digno de cortejar a filha de um baronete tolo e perdulário que não tivera bom senso nem princípios suficientes para se manter na situação em que a providência o colocara e que atualmente só podia dar à filha uma pequena parte das dez mil libras que lhe pertenceriam no futuro. [fábio cyrino]
* aqui também pulou-se uma frase do original: "this may be bad morality to conclude with, but i believe it to be truth"


atualização em 16/2/12 - obs.: estes são apenas alguns exemplos a título ilustrativo, extraídos de um extenso cotejo feito entre as traduções, com outras traduções e com o original. veja aqui.



51 comentários:

  1. Renatinha6.1.09

    Olá Denise, olha eu aqui de novo, realmente gostei do seu blog, rsrrs
    Comecei a gostar de Jane Austen devido a minha iniciação científica, e como sou muito lenta para ler em inglês comecei a procurar as traduções, li Persuasão da editora Landmark, inclusive fui no lançamento do livro, e me lembro que havia muitos jornalistas no local dizendo o quão maravilhoso era aquela tradução, que o fato da edição ser bilingue aproximaria as duas línguas, pois teriamos acesso ao original e a maravilhosa tradução. Nota que todos disseram "maravilhosa", como não tenho o mesmo conhecimento que vc em tradução, comprei o livro achando que ele era o maior tesouro do mundo, rsrsrs
    Agora fico sabendo disso e me sinto meio enganada, tanto pela editora quanto pelos profissionais de impressa que escrevem sobre o assunto.
    Amo o seu blog e estou aprendendo bastante com ele.

    Milhões de beijinhos


    Renatinha

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  2. Mamede Mustafa Jarouche6.1.09

    corrigindo a concordância...
    Olá, Denise
    Não se sinta assim. Ou melhor, sinta-se, já que se trata de uma tarefa nobre, sem sombra de moralismo vazio. É preciso denunciar a gente desonesta. No final das contas, você está cuidando não só do seu, mas do interesse de milhares de trabalhadores, já de si mal remunerados. E não pense que as suas denúncias passam em branca nuvem: esteja certa de que os plagiadores e os desonestos as lêem, e se sentem desapontados com o fato de serem desmascarados, pois esperavam que a safadeza deles, como tantas outras, ficaria despercebida.
    abraços,
    Mamede

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  3. prezada renata, que bom, a idéia é mesmo informar sobre os descalabros.

    parece uma desmemória geral, e não é que a edição da francisco alves fosse tão antiga assim. uma tristeza!

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  4. prezado mamede: obg pelo apoio :)

    sabe, o que mais me aborrece é a espoliação cultural e o cinismo em enganar o leitor.

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  5. a maior indignação é q mtas universidades de linguística (ou de línguas mesmo) poderiam abraçar traduções (como já vi em alguns clássicos gregos) a preço de custo ou até gratuitamente, só para constar nos curriculos lattes dos professores e dos alunos. na minha faculdade, os alunos do curso de letras dariam tudo para traduzir uma obra (aqui tem graduações em ingles e espanhol) sob orientação do professor.

    oq nos leva a pensar q as editoras já ultrapassaram o patamar do mau-caratismo e da preguiça, chegando ao ponto da burrice mesmo.

    mas a contratação de um tradutor próprio tb não é assim o olho da cara. é economizar onde não deveria. oq poderia ser um diferencial da obra, acaba ficando como ponto negativo.

    mas enfim, enquanto houverem empresas q prezam antes o lucro à qualidade, veremos episódios como estes.

    sobre o sr. fábio cyrino, deve ter levado 2 meses para aprender a escanear o livro português.

    1 abraço

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  6. Queridíssima,

    Você sempre à frente, lutando para acabar ou ao menos diminuir essa onda de plágio que assola as traduções. É triste pensar que as editoras precisem desses artifícios para crescer, sem respeitar o texto, a criação, a co-autoria alheia. Me irrita ver o cinismo, visto que a comparação das edições é prova clara do plágio. Será que eles não pensam que agora há gente de olho e muito de olho.

    Obrigado e um grande abraço,

    Peterso

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  7. Cara, Denise

    só tenho a agradecer por seu trabalho e generosidade.
    um abraço

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  8. caríssima denise

    já lhe disse isso várias vezes por e-mail e volto a repetir aqui. acho o trabalho que você faz fundamental.

    esses plágios têm um poder brutal de corrosão cultural que não é nada desprezível. também me incomoda a espoliação, e o fato de estarem chamando a todos nós (leitores em geral e tradutores em particular) de idiotas.

    a se deixar esse tipo de prática correr solta, daqui a pouco já ninguém vai achar que faz diferença o trabalho honesto (e na maioria das vezes apaixonado) de um tradutor. e só é possível combatê-lo com essa garimpagem minuciosa e perseverante das provas dos crimes.

    enfim, obrigado!
    e beijos.

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  9. Cara Denise, belo trabalho investigativo! É pena que a maior parte da imprensa esteja completamente apática e indiferente a essa que é, na minha opinião, uma das questões culturais mais candentes do meio editorial brasileiro de todos os tempos! O cinismo que o sr. Cyrino demonstra em suas declarações prova que a boçalidade do modus operandi claretiano fez escola... parabéns, e não se deixe abater
    Bruno Costa

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  10. Sarah Kersley6.1.09

    Eu li o seu artigo agora e estou abismada com estas informações.

    Parabéns por destacar este acontecimento tão detalhadamente. Realmente o seu post deixa a entender que o Landmark plagiou a tradução existente da Persuasão.

    Além de ser livreira eu também sou tradutora profissional (português para inglês, comercial) e realmente você está 100% correta que não é possível duas traduções saírem tão parecidas assim.

    Também sou super super fan de Jane Austen, e por isso seu artigo me emociona ainda mais.

    Quando escrevi no meu blogue sobre o lançamento desta edição, não tinha lido a tradução e até hoje ainda não a comprei, e nem comprei nada da Landmark para a minha livraria. Imagino que este é o mesmo caso com a maioria dos jornalistas que relataram esta "nova" edição do Landmark. Mas é importante destacar que a maioria de jornalistas e blogueiros escrevem em boa fé, já que o papel do jornalista é de relatar acontecimentos, e seria difícil duvidar um release de uma editora que se apresenta como promotora cultural.

    Mais tarde, com mais tempo vou formular e escrever um comentário em inglês sobre o seu artigo no meu blogue, e também quando tiver mais tempo vou ler mais do seu excelente blogue com calma. Mas enquanto isso queria responder logo para você com este comentário.

    Abraço,
    Sarah
    www.thespectacledbear.wordpress.com

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  11. Cara Denise,

    Obrigado pelo seu trabalho investigativo. Isso traz valorização ao trabalho de pessoas que estudam e leem tanto para produzir boas traduções.
    Eu gostaria muito de ler uma transcrição de sua conversa com o Fábio Cyrino. Apenas nas citações que você publicou, podemos ver duas declarações sem fundamento, uma delas inclusive refutada pela linguística.
    Para desmentir "afinal a língua portuguesa é uma só, e pode haver coisas iguais, isso é natural", aconselho a leitura do livro 'Preconceito linguístico', de Marcos Bagno. Infelizmente não tenho o livro comigo para dar mais detalhes (resido agora em SP e deixei o livro em Belém, minha cidade natal), mas posso adiantar que o linguista trata de derrubar mitos existentes na mentalidade dos falantes. O mito da unidade linguística é um deles.
    Segundo, quem é tradutor e realmente trabalha com revisores sabe que não existe nem um revisor sequer que vai deixar um texto sem uma marca, alteração, risco e correção. Pouco importa se ele é brasileiro ou não. Alías, importa. O revisor sempre vai deixa uma sugestão alternativa à solução achada pelo tradutor, ainda mais se for alguém competente linguisticamente. E a nenhum bom tradutor vai faltar tanto bom senso para recusar todas as alterações e sugestões do revisor.

    Finalizo reiterando meus agradecimentos. Quando você denuncia tais atividades espúrias, nós, tradutores, devemos ajudá-la a embasar e fundamentar a denúncia.

    Rafael Silva.

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  12. Denise, chego aqui por meio da Raquel.

    Fui no site da editora movida pela curiosidade quanto ao preço sugerido: R$ 33,50. Deve ter contado aí a trabalheira que deu pra escanear.

    Me chamou atenção também um trecho do release: "Persuasão ... que andava meio difícil de ser encontrado nas prateleiras do Brasil, tem agora nova edição."

    Quanto a isso, o editor/tradutor/desig/diagramador/revisor já mudou de ideia, veja você...

    Sobre o plágio, não sei o que se passa na cabeça de um "editor" que "acha que dá" pra pegar uma tradução alheia e dar uma copidescada, uma disfarçadinha, e tascar um nome fictício lá na página de créditos. Isso é mais comum de acontecer, infelizmente.

    Agora: mudar uma coisinha ali outra aqui no comecinho, e ainda por cima apor gloriosamente seu próprio nome na goiabada, é algo ainda impossível de nomear dentro da escala evolutiva.

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  13. é, prezado jlm, fica não só como ponto negativo, fica um crime. imagina tudo isso espalhado por aí? a primeira edição mais 5 reimpressões?!
    e agora?

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  14. prezada letícia: é muito engraçado mesmo, isso de ficar mudando de idéia a torto e a direito. um outro exemplo de "acochambro" e improvisação é o cadastro do morro dos ventos uivantes na fundação biblioteca nacional, que a landmark fez para conseguir o isbn. uma hora vou fazer um postzinho a respeito.

    abraço,
    d.

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  15. Sobre seu comentário em:
    http://farolcomunitario.blogspot.com/2008/02/especializada-em-clssicos-editora.html

    Obrigado por sua participação Denise. É por isso que existem os blogs. Com a palavra a Editora.

    Eu também não gosto de plágio, muito bom mesmo o seu blog

    Abraço

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  16. peter lenny6.1.09

    Oi Denise,

    O fato de você estar desmascarando safados sozinha não depõe contra,
    mas a favor. Merece toda admiração e respeito. E sinto (e outros
    devem sentir) uma certa vergonha de não estar as seu lado em todos
    esses lances maravilhosos.

    O que mais espanta é quanto é óbvio o plágio e quanto é descarada a
    resposta do responsável quando confrontado com evidências
    completamente incontrovertíveis.

    Você está fazendo um trabalho de uma qualidade que eles certamente
    não têm condições de apreciar, mas tem muita gente te lendo e seus
    olhinhos estão brilhando.

    Parabéns & []s - Peter

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  17. Anônimo6.1.09

    Denise, que horror.
    Triste mesmo. Obrigada por divulgar as informações!

    Bjs e feliz 2009,

    Caroline Chang

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  18. james emanuel6.1.09

    Cara:

    Uns fingem que ensinam, outros fingem que aprendem, ninguém critica ninguém, até quando?!

    Simulações sobram, fraudes pululam, cada um na sua, até quando?!

    Perguntas que podem causar sérios danos quando expostas em amplos setores da sociedade de certas ilhas remotas...

    Força mestra!

    ResponderExcluir
  19. Leticia6.1.09

    Denise, estou na expectativa!

    Bjs,

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  20. Lai Pereira6.1.09

    Impressionante!

    Conte conosco.

    Lai

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  21. querida letícia, vai no capricho. não vai ser muito fácil situar a coisa, mas acho que vale a pena entender! vai ter até figurinha toda especial :)

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  22. Luciana7.1.09

    denise
    Sou jornalista e recebi esse livro como "primeira" tradução no país. Acreditei, na falta de outras evidências. Lamento. Mas, quanto à qualidade da tradução, de cara vi que deixava muito a desejar. Bastava ler a coluna em português para encontrar partes incoerentes. E ao recorrer ao inglês ao lado para esclarecê-las, ficam evidentes erros de tradução/interpretação. Depois de ler seu (ótimo) post, creio que as falhas se explicam pelo plágio desatento, mal-revisado. Vou ficar de olho aberto para as edições da Landmark a partir de agora.
    Continue com seu ótimo trabalho.
    Abs

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  23. Anônimo7.1.09

    Denise,

    O que acontece é um absurdo! Desonesto é pouco para este tipo de atuação. É agir sem escrúpulos, sem respeito ao trabalho alheio e à propriedade alheia. É trabalho de invasores e de mercenários.
    Maria Helena

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  24. Ivan Pinheiro Machado7.1.09

    Denise,

    É muito impressionante. Mas na verdade, acho que estas novas aventuras são encorajadas pela impunidade. Por isso é importante a denuncia sistemática, pois tudo isso, até que você assumiu as denúncias, passava em julgado. Sei que você deve se incomodar e se amargurar devido às suas descobertas. Mas são muito importantes e fundamentais para a moralização do mercado. É inacreditável que "profissionais" roubem o trabalho dos outros. A questão do português de Portugal então, imagino que deva ser uma prática muito corrente; é abrasileirar e... pronto, é só publicar. Esta é a terra dos espertos. Parabéns pela sua firmeza.
    Ivan

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  25. Jorio Dauster7.1.09

    É realmente uma vergonha que esse sr. Fábio Cyrino, além de plagiar descaradamente o texto da tradução publicada em Portugal, ainda tenha o topete de mencionar o trabalho que fez! Em inglês chama-se a isso de “add insult to injury”, mas sem dúvida esse cidadão vai precisar que alguém traduza a frase para saber o que ela significa. Creio que a autora da tradução deva ser alertada do assalto intelectual que sofreu no Brasil a fim de tomar as providências cabíveis.

    Abraço,

    Jorio Dauster

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  26. Denise, essa notícia, acho, foi a que mais me impressionou nesse tempo todo, porque não é possível que mesmo depois de todo alarde, do que a imprensa mostrou, do seu trabalho, ainda acontecer um caso como esse, pensado e muito bem pensado!

    O que me irrita mais é o descaramento pós-plágio. E o livro continua lá, no catálogo virtual da editora, com link para compra nas grandes livrarias. A Europa-América já sabe disso? Se sim, serei o próximo a relatar minha revolta.

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  27. prezado rogério, sim, a europa-américa e a tradutora isabel sequeira foram devidamente informadas.

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  28. Denise,
    quem me passou seu endereço foi o Rogério Bettoni aí acima. Adorei conhecer o blog, que tem não somente uma abordagem, mas debates extremamente interessantes.
    Confesso que, sinceramente, não tinha noção da gravidade da situação que envolve o trabalho dos tradutores e a questão do plágio. Isso é simplesmente um absurdo, uma total falta de compostura e respeito para com os verdadeiros profissionais da área e para o consumidor!! Esse seu blog tem que ser passado adiante para que a discussão cresça e para que se crie a consciência em diversas esferas. Algo dessa gravidade deve ser punido e combatido severamente.
    No que precisar para divulgar, conte comigo.
    Abs!

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  29. diadorim, obg pela visita. é, a coisa é grave, sim, infelizmente.
    que bom contar com seu apoio!

    abraço
    denise

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  30. prezado sr. ivan pinheiro machado: sim, concordo 1.000% que a impunidade tem um poder multiplicador dos malfeitos que é assustador. e tomara que o pessoal volte a se moralizar um pouco, nós leitores estamos precisando recuperar um pouco a confiança no mercado editorial!

    prezado jorio: avisei a editora europa américa e a tradutora isabel sequeira. se terá resultado prático, aí não sei :((

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  31. Tuca Abbate20.2.09

    Graças ao blog e à pesquisa incansável que vem fazendo, evitei que uma aluna reforçasse a "cara-de-pau" do ilustríssimo senhor Fabio Cyrino ao fazer um cotejo de duas traduções de "Persuasion".
    Ela manteve o projeto e agora trabalha com a tradução de Luiza Lobo e uma outra publicada em 1999.
    Tenho alertado os alunos quanto aos plágios e minha campanha tanto no curso de graduação quanto no de pós-graduação (que coordeno e no qual também leciono) tem sido a mais "feroz" possível.

    Fátima Aparecida de Oliveira Abbate

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  32. Rubens Enderle24.2.09

    Olá Denise,
    parabéns pelo trabalho, é preciso denunciar e processar esses criminosos. A coisa é muito grave e é prática generalizada no Brasil. Um abraço.

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  33. @titiadotwytter

    Bom plágio é plágio... Pirataria é crime!

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  34. Denise, vim lá do todoprosa, do Sérgio Rodrigues. Li todo o seu ótimo post, comparei os dois trechos, e não vejo dúvida alguma: a "tradução" brasileira é plágio deslavado da portuguesa. Um horror. Agora, pergunto: o que podemos fazer de concreto, além de denunciar o fato, como você faz, e muito bem?

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  35. prezada janaina, o que acho inédito nesta ação da landmark é ter pedido uma liminar (antecipação de tutela) para a retirada do blog, e que o juiz em seu despacho tenha indeferido o pedido, querendo analisar devidamente as alegações da editora e do editor. veja minha nota sobre o assunto:
    http://naogostodeplagio.blogspot.com/2010/02/justica-e-internet.html

    obg!

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  36. Parabéns pelo post.
    Já estou divulgando o absurdo do processo entre meus seguidores do twitter.
    Boa sorte...

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  37. Isso é censura covarde !!!
    Obrigado pelo seu blog e vamos ficar de olho no processo e na landmark.
    Obrigado.

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  38. Mariza23.2.10

    Senhora Denise, li em um outro blog a notícia sobre o desagradável acontecimento, envolvendo a sua pessoa e a editora Landmark. Infelizmente, no Brasil, quem fala a verdade fica passível de castigo. Seja qual for o desfecho dessa pendência, a senhora agiu corretamente. Caso o tiro saia pela culatra, espero que a justiça determine que a Landmark, ameaça aos bons costumes, à ética e tb à Literatura brasileira, encerre as atividades, tipo assim: hit the road, Jack, and don't you came back no more, no more, no more, no more!! Boa sorte! Mariza

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  39. Marcos23.2.10

    Também retuitei isso, querem tirar inclusive um blog de utilidade publica do ar. Ninguem merece. Já nao existe entidade fiscalizadora, ainda quando um ser humano se dá ao trabalho em troca de nada querem calar a boca.

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  40. O pensamento dele deve ter sido 'ah, ninguém lê no Brasil, não descobrirão que eu plageei a tradutora'.

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  41. Olá,
    Parabéns pelo trabalho. Estamos solidários:
    http://blig.ig.com.br/cidadao_sos/2010/02/24/blogueira-denise-bottmann-e-processada-por-nao-gostar-de-plagio/

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  42. Toda força, Denise! Quem plagia é desonesto. Vou repercutir teu blog!

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  43. Prezada Denise;

    Há tempos que admiro seu trabalho como tradutora, já que tenho em minha biblioteca alguns títulos que passaram por sua datilografia e seu suor. Li interessado seu artigo sobre a Landmark e, embora nada assustado com o fato, fico entristecido com a burrice do empresariado que gasta muito mais com divulgação do que com a produção de trabalhos dignos de atenção. Sua espinafrada é muito bem-vinda e espero, em algum lugar do futuro, ter a competência para dar tiros tão certeiros com tamanha elegância que, não obstante acompanham a leveza e humildade de suas traduções.

    Só a profunda ignorância ou negligência do tempo e fundamento do livro leva um editor a gastar mais dinheiro com divulgação do que com a tradução - tão mais barata! E só o profundo conhecimento da safadeza do comércio praticado à brasileira permite que haja público e empresas tão sintonizados com o retorno a curto prazo de coisas que deveriam circular com maior vagar. É a marca da terra em que vivemos.

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  44. http://docurvelano.blogspot.com/2010/02/aderindo-ao-boicote-que-acabo-de-lancar.html

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  45. Só pode ter uma explicação. Esse tal de Fabio Cyrino deve ser um médium que recebe o espírito de antigos tradutores, os quais percebem erros cometidos em suas traduções e usam o Fábio para corrigi-los. Denise, desculpe a brincadeira. Estou indignado. Espero que tudo isso leve a sociedade a descobrir a verdadeira face dessa editora e a discutir a questão de plágio. O fato de ela publicar livros maçônicos faz supor que seus proprietários pertencem a esse grupo, que lamentavelmente possui tentáculos em todas as esferas do poder. Também sou tradutor, embora não de literatura. Plágio me enoja. Assinei o abaixo-assinado em seu favor. Abraço. Marcio

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  46. Fantástica reportagem, sou escritor, e leitor, me sinto envergonhado de já ter comprado algum livro da landmark, não mais o farei, enquanto não houver retratamento público para essa ÓBVIA sacanagem.
    E sendo mais triste ainda o fato de termos poucas editoras q façam edições bilíngues.

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  47. Parabéns, Denise. Vim aqui por sugestão do Refrafor de Curvelo acima. Tens meu total apoio.

    Não foi só a desfaçatez do editor q me espantou. Tbm fiquei abismado com a péssima qualidade da tradução plagiada. Depois de devidamente punir o editor por seu crime, eu ainda lhe daria uns piparotes no pé do ouvido: "Pô, plageia tradução boa pelo menos, né, seu tapado. Assim ao menos ALGUM bem vc faz." O cara deve ter uma noção bem xulé do q tá sendo dito, tanto em inglês como em português.

    Tenho dó do público mononlíngüe brasileiro. Talvez te interesse ler uma crítica minha a uma tradução vendida por aí como padrão:

    drplausivel.blogspot.com/2008_12_01_archive.html

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  48. ótimo artigo, dr. plausível! e a proposta de obrigatoriedade de um AP em todas as editoras é deliciosa.
    aqui no nãogosto não comento qualidade de tradução, só os plágios, cópias e adulterações fraudulentas, que já são um pepino medonho. agora, essa questão de qualidade da tradução e decisões editoriais no país é um oceano sem fim.

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  49. Cara Denise,

    Parabens pelo blog e coragem de desafiar os editores, com suas denuncias de plagio. Gostaria de reproduzir (com as fontes e link para seu blog) algumas das suas materias sobre as fraudes. Estou montando um blog com as edições brasileiras de livros de autores extrangeiros e brasileiros. E irei atualizar os tradutores das edições.

    Parabéns. pessoas como você que ajudam a mehorar a sociedade !

    Stanislaws Booker

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  50. olá, stanislaws, obrigada!
    esteja à vontade para utilizar os posts, fico muito contente que possam úteis.

    por favor, depois me passe o link do seu blog - deve ser absolutamente interessante!

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  51. Ola Denise,

    Obrigado pelas respostas e atenção. Novamente meus parabéns pelo trabalho e atitudes.

    O blog que estou desenvolvendo (sou da área de agricultura) esta hospedado neste endereço:

    http://blibiomania.blogspot.com/

    Acho que os posts - Sobre o Grande Gatsby e sobre as edições brasileiras de A Guerra dos Mundos pode lhe interessar mais diretamente.

    http://blibiomania.blogspot.com/2011/02/he-great-gatsby-o-grande-gatsby-f-scott.html


    http://blibiomania.blogspot.com/2011/02/guerra-dos-mundos-war-of-worlds-h-g.html

    Saudações bibliofilas

    Stanislaws Booker

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