20 de jan de 2009

só finalizando

pela incontabilésima vez, quero deixar absoluta, meridianamente claro que não tenho nada a ver com a seara editorial. se os empresários se comem entre eles, se um fala mal do outro, se outro fala mal de um e por aí afora, it's not my bísnis, como dizem.





o ponto é um só: o livro vai para o leitor. tem que ir certo, idôneo, dentro da lei. os editores têm alguma dúvida a respeito? vão lá e briguem em suas entidades, briguem com o governo, mas enquanto isso publiquem livros certos, idôneos e dentro da lei.

posto isso, e para finalizar esses meus comentários intrometidos sobre as eleições na cbl, meu estado de choque perante a candidatura do sr. fábio cyrino e do sr. emediato à direção da referida entidade atingiu níveis estratosféricos quando reli a composição da chapa. pois foi aí que notei que o postulante à presidência é o sr. armando antongini filho, apresentando-se pela editora leitura.

bom, vários meses atrás o sr. emediato da geração editorial anunciou a meio mundo que estava se unindo justamente à editora leitura para comprar a jardim dos livros.*

então tudo o que falei até agora sobre minhas dúvidas quanto à probidade da geração editorial, a meu ver, pode se aplicar igualmente à editora leitura, pois são elas juntas, em sociedade, que comandam o selo jardim dos livros.


em suma: viva o plágio! do acoitamento à prática, da cabeça aos pés, da presidência à diretoria, passando pela vice-presidência da principal entidade do livro no brasil. aiai, amiguinhos, sobrou para nós.

* "a Geração já está em nova parceria: associou-se com a editora Leitura, de Belo Horizonte, e juntas compraram metade da Jardim dos Livros, de São Paulo. [...] Nessa fusão, a Leitura cuidará da parte comercial e logística; a Geração, da área editorial, e a Jardim dos Livros da área comercial em São Paulo e da direção editorial de livros de negócios."

Um comentário:

  1. Denise,
    a gente escreve uma coisa e as pessoas parecem ler outra... fico pasma...

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