10 de mar de 2010

não me confundam


um pouco de leveza e voltando ao que realmente importa!

recomendo vivamente a leitura de singelo mundo, eu também não. há ali questões inteligentes e bem postas, com (quase sempre) elegância e humor.

ando um pouco cansada, mas retornarei com calma aos temas ali colocados. enquanto isso, peço que leiam a tag fnda e minha proposta para resgatar obras esquecidas no limbo editorial e no fundo do baú mofado das editoras em:
quanto ao velhíssimo e falso argumento do pretenso preço baixo das edições de obras plagiadas, basta ver quanto custam as edições apontadas da landmark, da madras, da ediouro, da jardim dos livros, da hemus e mesmo das edições pseudobaratas da rideel. quanto à fantasia de que as edições plagiadas da martin claret seriam baratas, ver:
recomendo também a carta de são paulo pelo acesso a bens culturais e o manifesto pelo domínio público.


imagem: calder, mobile, google images

2 comentários:

  1. Denise, olá novamente.

    Concordo com o seu descontentamento com a situação na qual se encontra a Lei do Direito Autoral no Brasil! E a situação dos livros a anos sem novas publicações nas editoras. E também a questão de obras plagiadas obras mais baratas. Isso só acontece por que cada vez mais temos leitores no país e esses leitores não encontram instituições capazes de fornecer material bibliográfico, nesse caso as bibliotecas. Deve-se pensar na revitalização dessas instituições, uma nova política nacional para a biblioteca púbica seria necessário para pelo menos neutralizar as ações desse picaretas do mercado editorial e fornecer material de qualidade para os leitores em formação desse país.

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  2. Anônimo1.4.10

    Parabéns Denise!

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