20 de fev de 2010

josé olympio

a josé olympio era uma editora e tanto. já comentei uma vez como foi cordial a acolhida que o próprio josé olympio deu àquela guria que, no alto de seus dez ou onze anos de idade, tinha ido à rua dos gusmões pedir colaboração para uma feirinha do livro que estavam organizando em sua escola, isso lá nos idos dos anos 60.

agora, folheando o moby dick da coleção fogos cruzados, vejo na contrapágina do frontispício a lista dos volumes de uma outra coleção, com os nomes de seus respectivos tradutores. vejo também outras traduções feitas por berenice xavier, a tradutora do livro em questão.


fico feliz em descobrir que berenice traduziu kropotkin junto com seu irmão lívio xavier, e vou correndo complementar minha listinha de obras traduzidas por ele.

e no final vejo a relação completa das obras que compõem a coleção até aquela data, todas cuidadosamente creditadas. tinha noção das coisas, o zé olympio...

3 comentários:

  1. Querida Denise,
    Faz tempo que pesquiso e tento descobrir se as traduções das obras de Dostoiévski pela José Olympio ( década de 60 ) são diretas do russo ou do frances/ingles/etc. Alguns tradutores: Lêdo Ivo, Rachel de Queiros, Boris Schnaiderman, Vivaldo Coaracy, Olivia Krahenbuhl, josé Geraldo Vieira. Fico na dúvida se compro as novas edições da ed. 34 ou os belos tomos de capa dura da José Olympio. Desde já, agradeço.

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  2. prezado andré, entre os nomes que vc cita, a única tradução que posso afirmar com segurança que é direta do russo é a de boris schnaiderman.

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  3. Anônimo24.11.14

    André, tanto faz. Tradução direta do russo só foi alavancada com um único propósito: atender análise dialógica proposta por Bakhtin, análise marxista, que nada tem a ver com Dostoiévski. Mas para o leitor, isso não muda nada. Consulte na Internet o texto no original, em russo, e traduza no Google. É a mesma coisa.

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