9 de ago de 2015

de grão em grão

estou eu às voltas para montar um breve perfil biobibliográfico de berenice xavier, e creio que já consegui levantar todas as suas traduções.

então encontro uma nota do crítico e também tradutor otto schneider, em sua página "vida literária", na revista mensal vida doméstica, de janeiro de 1959, dizendo:
Berenice Xavier está traduzindo "Absalão, Absalão", romance de William Faulkner, programado por José Olympio. 
seu absalão jamais saiu, porém. o que terá acontecido? (aliás, o primeiro absalão, absalão aparecerá no brasil em tradução de sônia régis, pela nova fronteira, apenas em 1981!)

encontrei um poeminha do drummond, de 1957 ("o livrão de mário palmério", depois apanhado no volume versiprosa, de 1967), que diz lá a certa altura:
Poesia? Canções, de Cecília.
Aventura? a Baleia Branca,
Moby Dick e sua quizília,
numa história que jamais cansa.
É tradução de Berenice
Xavier, sabes? portanto boa.
O vento do largo retine
neste livro, de popa a proa.

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