8 de ago de 2015

blake no brasil

  • Núpcias do Céu e do Inferno. Trad. Oswaldino Marques. Civilização Brasileira, Philobiblion, Coleção Maldoror 7, 1956. Tiragem limitada de 300 exemplares, ilustrações de Blake e com xilogravura de capa de Manuel Segalá, edição feita em prelo manual. Reed. Francisco Alves, 1988.


  •  Escritos de William Blake. Tradução de Alberto Marsicano & Regina de Barros Carvalho.  Série Rebeldes Malditos, 7.  Porto Alegre: L&PM, 1984.


  • Poesia e Prosa Selecionadas. Tradução e prefácio de Paulo Vizioli. J.C. Ismael, 1984. Reed. Nova Alexandria, 1993. 

  • Canções da Inocência e da Experiência. Tradução e prefácio de Antonio de  Campos.  Palmares: Bagaço/Fundação Casa da Cultura Hermilo Borba Filho, 1987 - não localizei imagem de capa.
  • O Matrimônio do Céu e do Inferno / O Livro de Thel. Tradução de José Antônio Arantes. São Paulo: Iluminuras, 2000. 

  • Matrimônio do Céu e do Inferno. Tradução de Júlia Vidili. São Paulo: Madras, 2004.

  • Canções da Inocência e Canções da Experiência. Tradução de Gilberto Sorbini & Weimar de Carvalho. São Paulo: Disal, 2005. 


  • Canções da Inocência e da Experiência. Tradução, prefácio e notas de Mário Alves Coutinho & Leonardo Gonçalves. Belo Horizonte: Crisálida, 2005.

  • O Casamento do Céu e do Inferno & outros escritos. Seleção, tradução e apresentação de Alberto Marsicano. Revisão de John Milton. Porto Alegre: L&PM, 2007.

  • O Casamento do Céu e do Inferno. Tradução de Ivo Barroso. São Paulo: Hedra, 2008.

  • Tudo o que vive é sagrado – William Blake & D.H. Lawrence. Seleção, tradução e ensaios de Mário Alves Coutinho. 2ª edição. Belo Horizonte: Crisálida, 2010.

  • Jerusalém. Tradução de Saulo Alencastre. São Paulo: Hedra, 2010.

  • Canções de Inocência e Canções da Experiência. Tradução de Renato Suttana. 2005; 2011; aqui. Coleção Fúrias de Orfeu. Sol Negro, s/d. 
agradeço a indicação a ricardo araújo



  • Visões das filhas de Álbion. Tradução de Márcio Simões. Coleção Fúrias de Orfeu. Sol Negro, s/d.


em revistas:
  • O Matrimônio do Céu e do Inferno. Tradução de Dênis Urgal. In: Revista Rizoma, 2002. 
  • O Fantasma de Abel. Tradução de Ivan Schneider. In: Revista Lucifer Luciferax, 6. 2010.

grande parte dos dados bibliográficos foi extraída do estudo de juliana steil, aqui.


5 comentários:

  1. Boa tarde Denise, tdo bem?
    complementando a sua matéria, a tradução do Renato Suttana foi publicada pela Sol Negro Edições: solnegroeditora.blogspot.com.br

    Abçs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. opa, ricardo, obrigada! corrigindo.

      Excluir
  2. Denise, acompanho seu trabalho a pouco tempo, entretanto já sou um ávido leitor de seu blog, já que sempre o consulto para compra de livros estrangeiros. Já vi você comentando que não gosta de dar opinião no trabalho dos colegas de profissão. Mesmo assim, insisto: tenho a tradução da hedra, feita pelo Ivo Barroso. Não é questão de desconfiança, mas já vi traduções de outros livros com o Ivo, como o Lobo da Estepe, do Hesse, o que me fez perguntar: Será que ele é especialista tanto em inglês quanto em alemão? OU não estou entendendo nada? Se possível, gostaria de uma indicação de uma tradução o mais literal possível, do texto de O Casamento do Céu e do Inferno, do Blake. No mais, abraços e parabéns pelo blog!

    ResponderExcluir
  3. Um dos autores mais negligenciados em nosso país. Além da quantidade irrisória de títulos publicados, os que saem carecem de aparato crítico e... das ilustrações feitas para os livros! A poesia de Blake é fascinante por si só, mas seu caráter onírico e pictórico imiscui-se indissociavelmente com suas pinturas. A mitologia criada por Blake em seus "livros proféticos" é grandiosa, rica e complexa, exigindo, assim, abundantes notas e comentários para desvelar o simbolismo, as correspondências políticas e espirituais. Sua lírica é muito metafórica e quase de nada adianta lê-las sem atentar a isso.

    A edição da Madras reproduz as páginas originais, ilustradas. E por sorte, pelo menos temos tradutores competentes - gosto das traduções de Alberto Marsicano, que apesar de ter sido muito próximo do Haroldo de Campos, não é adepto de invencionices, "transcriação"... Pelo contrário, como se pode constatar pela publicação bilíngue de uma seleção de poesias no final da edição da L&PM, ele é antípoda dos concretistas - mantém a rima, mas preserva o conteúdo como poucos. Vale destacar a tradução integral que ele faz, no mesmo volume, do Livro de Urizen (mas você tem que pausar a leitura constantemente pra pesquisar sobre os personagens, as interpretações...).
    Já Ivo Barroso cumpre o papel importante de "deseruditizar" Blake, pois criou-se em português um rebuscamento que não corresponde a sua linguagem - o que se nota pela relutância em traduzir "Marriage" por "Casamento", preferindo "Núpcias", "Matrimônio" ou até "Enlace" (!), em Portugal...

    Para uma recepção decente de William Blake no Brasil, já passou da hora de traduzirem o estudo essencial de Northrop Frye, Fearful Symmetry.

    ResponderExcluir
  4. Mas, contribuindo com o post: a data de publicação de "Visões das filhas de Álbion" é 2012.

    E em 2014 foi publicado o livro "Milton" pela Nova Alexandria em tradução do português Manuel Portela.

    ResponderExcluir

comentários anônimos, apócrifos e ofensivos não serão liberados.