11 de jan de 2013

as traduções de erico veríssimo, I


Encontro na Wiki:

Traduções

Romances
  • O sineiro (The Ringer), de Edgar Wallace – 1931
  • O círculo vermelho (The Crimson Circle), de Edgar Wallace – 1931*
  • A porta das sete chaves (The Door with Seven Locks), de Edgar Wallace – 1931*
  • Classe 1902 (Jahrgang 1902), de Ernst Glaeser – 1933
  • Contraponto (Point Counter Point), de Aldous Huxley – 1934
  • E agora, seu moço? (Kleiner Mann, Was nun?), de Hans Fallada – 1937
  • Não estamos sós (We Are Not Alone), de James Hilton – 1940
  • Adeus Mr. Chips (Goodbye Mr. Chips), de James Hilton – 1940
  • Ratos e homens (Of Mice and Men), de John Steinbeck – 1940
  • O retrato de Jennie (Portrait of Jennie), de Robert Nathan – 1942
  • Mas não se mata cavalo? (They Shoot Horses, Don't They?), de Horace McCoy – 1947
  • Maquiavel e a dama (Then and Now), de Somerset Maugham – 1948
  • A pista do alfinete novo (The Clue of the New Pin), de Edgar Wallace – 1956
* tenho algumas dúvidas de que esses dois títulos tenham sido traduzidos por veríssimo: nos exemplares constam como tradutores, respectivamente, darcy azambuja e pedro bruno dischinger. 

Contos
  • Psicologia (Psychology), de Katherine Mansfield – 1939 (Revista do Globo)
  • Felicidade (Bliss), de Katherine Mansfield – 1940
  • O seu primeiro baile (Her First Ball), de Katherine Mansfield – 1940 (Revista do Globo)

Leve-se em conta que os contos "Felicidade" e "O seu primeiro baile", acima mencionados, compõem a coletânea Felicidade, com mais doze contos, todos em tradução de Veríssimo. Veja-se aqui.

À listagem da Wiki podem-se acrescentar, além dos demais contos de Felicidade:
  • O mistério da escada circular, de M. R. Rinehart, 1932
  • A filha de Fu-Manchu, de Sax Rohmer, 1935
  • A cobra amarela, de Edgar Wallace, 1936
  • "O sorriso da Gioconda", in A Novela n. 5, fev. 1937
  • A morte mora em Chicago, de Edgar Wallace, 1934
  • Três titãs - Miguel Ângelo, Rembrandt, Beethoven, de Emil Ludwig, 1939

O Dicionário de tradutores literários  (DITRA), da UFSC, na bibliografia de Erico Veríssimo, aqui, traz também algumas traduções da Coleção Amarela publicadas com o nome de Gilberto Miranda. Não estão incluídas neste breve levantamento, pois não creio que se possa considerá-lo como um pseudônimo ocasionalmente usado por Veríssimo, em vista do que ele mesmo disse sobre a identidade de "Gilberto Miranda": 
... trata-se duma "personalidade de conveniência" que inventei, uma espécie de factótum literário. Se uma equipe anônima organiza ou livro ou escreve um ensaio e precisamos de um nome para aparecer como autor dessas tarefas, convocamos Gilberto Miranda que, assim, tem sido, além de tradutor, especialista em crítica literária, modas femininas e masculinas, trabalhos manuais, política internacional, história natural, psicologia etc., etc.  Gilberto Miranda não tem idade. Nestes últimos quarenta anos, Henrique e eu temos ficado mais velhos, mas o infernal Miranda continua jovem: tem sempre trinta anos, a mesma cara, a mesma disposição para o trabalho e continua a ser suficientemente cínico (ou prático) para emprestar seu nome a qualquer empreendimento literário, por mais medíocre que seja. (veja aqui)
Para um levantamento mais completo, valeria a pena consultar, entre outros, a tese de doutorado de Paula Godói Arbex, Erico Veríssimo, tradutor (2003), e o livro de Waldemar Torres, Erico Veríssimo: Editor e Tradutor (2012).

Fontes: Wikipédia, Sônia Maria de Amorim com Em busca de um tempo perdido (1999), DITRA, Estante Virtual



5 comentários:

  1. E ainda encontrou tempo e disposição para escrever sua própria obra, que não é pouca coisa, em todos os sentidos!

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    1. como o tempo daquele povo rendia, não?

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    2. e disposição, como vc bem diz.

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  2. Eu não sei se rio ou se choro com o infernal Mirandinha...

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