
Lev Tolstói, 1828-1910 (Leo, Leon, Leão, Liev, Tolstoy)
Quanto a Tolstoi, já dediquei um post a traduções de sua obra no Brasil, em ordem cronológica, com respectivas imagens de capa (quando as localizei), desde c.1895 a 1959. Veja aqui. Então, abaixo arrolo em ordem alfabética:
“A carta extraviada” in Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. Trad. Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944 [Reed. como Os mais belos contos russos dos mais famosos autores, Primeira e Segunda Série. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944-45].
A escravidão moderna. Trad. anôn.
Coleção SIP, Vol. 50. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
“A
morte de Ivan Ilitch” in Os russos:
antigos e modernos. Trad. Marques Rebelo. Coleção Contos do Mundo. Rio de
Janeiro: Leitura, 1944.
A morte de Ivan Ilitch e Amo e servidor. Trad. Gulnara Lobato de
Morais. São Paulo: Saraiva, 1948.
A palavra de Jesus. Trad. anôn.
Rio de Janeiro: H. Antunes, 1931.
A sonata a Kreutzer. Trad. anônima.
Rio de Janeiro: J. Ribeiro dos Santos, 1905.
A sonata a Kreutzer. Trad. anônima.
Rio de Janeiro: Empreza Romantica, 1909.
A sonata a Kreutzer. Trad. Amando
Fontes. Coleção “Fogos Cruzados”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1941.
A sonata a Kreutzer (romance). Trad. Vicente
Vaz. Rio de Janeiro: Miniatura, 1948.
A sonata de Kreutzer. Trad. anônima.
São Paulo: Teixeira, 1913.
A tortura da carne. Trad. anôn.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, c.1936.
A tortura da carne [De onde viria o
castigo?].
Trad. anôn. São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.
A verdadeira vida. Trad. Rossini
Tavares de Lima. Coleção “Os Grandes Pensadores”. Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.
“Alexis
– o pote” in Os russos: antigos e
modernos. Trad. Joracy Camargo. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro:
Leitura, 1944.
Amo e creado. Trad. “A. F.”.
Rio de Janeiro: João do Rio, 1926.
Ana Karênina. Trad. Lúcio
Cardoso. Rio de Janeiro: José
Olympio, 1943
Ana Karenina, “tradução
revista por Marques Rebelo”. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.
Anna Karenine. Trad. anôn.
São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1930 [Companhia Editora Nacional,
1930].
Diários íntimos (com Sofia
Tolstoi). Trad. Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.
Duas novelas: O príncipe Kassatsky e O
diabo.
Trad. Caio Jardim. Rio de Janeiro: Universitária, 1940
Guerra e paz. Trad. Gustavo
Nonnenberg. Coleção “Biblioteca dos Séculos”. Porto Alegre: Globo, 1942.
Homens e escravos. Trad. Cira
Neri. Coleção “As 100 Obras-Primas da Literatura Universal”. Rio de Janeiro:
Pongetti, 1943.
“Ivan,
o imbecil” in Três novelas russas.
Trad. Lúcio Cardoso. Rio de Janeiro: A Noite, 1947.
Katia. Trad. Lêdo Ivo. Rio de Janeiro:
Panamericana, c.1944.
Khadji-Murat. Trad. anôn. [Georges
Selzoff e Allyrio M. Wanderley.] Coleção “Bibliotheca de Auctores
Russos”. São Paulo: Cultura, 1931.
“Khadji-Murat”
in Três novelas russas. “Tradução
revista”. Coleção “Grandes Romances Universais”. São Paulo: W. M. Jackson, 1947
[trata-se da tradução de Selzoff/ Wanderley, Cultura, 1931].
Memórias (infância, adolescência e
juventude).
Trad. Rachel de Queiroz. Coleção “Memórias, Diários, Confissões”. Rio de Janeiro:
José Olympio, 1944.
O canto do cysne. Trad. anôn.
Coleção SIP, vol. 59. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
O diabo branco (Khadji-Murat). Trad. António
Sérgio. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.
O diabo branco, “tradução
revista”. São Paulo: Publicações Brasil, c.1944
[trata-se da tradução de Selzoff/Wanderley, Cultura, 1931].
O diabo branco. Trad. Boris
Solomonov [pseud. de Boris Schnaiderman]. Coleção “Os maiores êxitos da tela”. Rio
de Janeiro: Vecchi, 1949.
O drama do padre Sérgio. Trad. anôn.
São Paulo: Nosso Livro, c.1944.
O que eu penso da guerra. Trad. anôn.
Rio de Janeiro: H. Antunes, 1909.
O quinhão da mulher, impressionante
relato da própria heroína. Trad. João Cabral. Rio de Janeiro: Brasilica, 1940.
O trabalho (com Timoteo
Bondareff). Trad. João Cabral. Rio de Janeiro: Marisa, 1934.
Os cossacos. Trad. Sérgio
Azevedo. Rio de Janeiro: Livraria Marisa, 1931.
Os cossacos. Trad. anôn.
São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1932.
Os cossacos. Trad. Almir de
Andrade. Coleção “Fogos Cruzados”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1942.
Os cossacos. Trad. anôn.
São Paulo: Clube do Livro, 1944.
Os martyres do dinheiro [Na floresta –
novela (narrativa de um yunker) – 1854-1855]. Trad. anôn. Coleção SIP, vol.
56. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937
“Os
três staretzi” in Os russos: antigos e
modernos. Trad. Alfredo Mesquita. Coleção “Contos do Mundo”. Rio de
Janeiro: Leitura, 1944.
Padre Sergio. Trad. anôn.
[Georges Selzoff e Allyrio M. Wanderley.] Coleção “Bibliotheca de Auctores
Russos”. São Paulo: Cultura, 1931.
Polikuchka. Trad. Henrique
Cordeiro. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.
Resurreição, romance celebre. Trad. Carlos
Cintra. Rio de Janeiro: Americana, 1931 [Guanabara, 1935].
Ressurreição. Trad. anôn.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.
Ressurreição. Trad. Waldemar
Cavalcanti. Coleção “Fogos Cruzados”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
Ressurreição, “tradução
revista por Marina Salles Goulart de Andrade”. Rio de Janeiro: Cia. Brasil, s/d
[anos 40].
Sebastopol. Trad. F. J. da
Silva Ramos. Coleção “Excelsior”. São Paulo: Martins, 1944.
Senhor e servo. Trad. anôn.
Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.
Sonata de Kreutzer. Trad. anôn.
São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, c.1930.
Três novelas da Rússia, com “O
violinista Alberto”, “Um animal como poucos” e “Romance inacabado”. Trad. anôn.
São Paulo: Nosso Livro, 1944.
acompanhe as postagens da pesquisa "russos no brasil (1900-1950)" aqui.
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