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o nãogostodeplágio anda meio parado: pelo que sei, não têm surgido coisas bombasticamente ruins e não estamos mais nos afogando naquela onda descontrolada de plágios, contrafações e falcatruas tradutórias como ocorria até um ou dois anos atrás. ainda há várias irregularidades, mas... estou dando um tempo, em suma.
em lendo walden, meu outro blog - com uma agenda menos, digamos, revoltante ou deprimente - comecei uma série sobre tradução ao vivo: um registro de como funciona minha cabeça ao traduzir, pegando como exemplo um livro de thoreau inacreditavelmente inédito no brasil, a week on the concord and the merrimack rivers. se interessar, está aqui: making.
comento também meu hábito de NÃO ler previamente as obras que vou traduzir, o que talvez possa parecer um contrassenso para os leigos no oficio: "tradução/leitura I", ao qual se seguirá em breve "tradução/leitura II".
e sobre walden propriamente dito sempre tem uma coisinha ou outra que acho interessante e partilho com os leitores de thoreau. o endereço é http://lendowalden.blogspot.com.
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Denise, pode ter certeza que você tem muito mérito quanto à queda no índice de "aberrações".
ResponderExcluirGrande abraço!
Denise, eu também não leio as obras antes de traduzir!
ResponderExcluirVou seguir o teu outro blog também.
Beijo,
Cláudia
http://umatalvezclaudia.blogspot.com
olá, souza, de fato eu gostaria de pensar que sim, em pequena medida. obrigada!
ResponderExcluiroi, cláudia, pois é, este é um dos mitos do senso comum. acho que, se a questão for levantada, a gente vai ver que não é bem assim.