12 de mar de 2011

how fiction works

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sobre a edição brasileira do livro de james wood, how fiction works, que recebeu o título de como funciona a ficção: declino da responsabilidade pela tradução da obra, por entender que o livro constitui uma obra unitária, dotada de coesão e coerência entre suas partes, que foi prejudicada por decisões editoriais contrárias a esse entendimento. minha exposição de motivos se encontra em como engripa a ficção.
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7 comentários:

  1. Randerson Azevedo12.3.11

    Hmmm... fala sério! A Cosac fez isso? :(

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  2. Denise, parabéns pelo seu excelente trabalho, que leio na medida em que as ocupações permitem. Passei aqui para dizer que ontem comprei um livro que você traduziu, "O amante", de Marguerite Duras. Sempre confiro a tradução antes de comprar, mas quando vi seu nome fiquei tranquila. Está numa oferta ótima na Saraiva.

    http://compare.buscape.com.br/o-amante-marguerite-duras-8575036610.html?pos=10

    Fica aí a dica.

    Abraço.

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  3. pois é, randerson, não é algo com que eu brincaria...

    obrigada, mariana!

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  4. Denise, não seria interessante colocar um link para a resposta do editor da Cosac no Prosa e Verso e debater a partir daí? A resposta dele me parece bastante razoável.

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  5. Anônimo15.3.11

    o link é esse http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2011/03/12/cosac-naify-responde-criticas-da-tradutora-denise-bottmann-368308.asp

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  6. prezado luiz: agradeço a sugestão, mas não se trata de um debate, e sim de um comunicado, com link para minha exposição de motivos aos eventuais interessados.

    prezado anônimo, agradeço o link. assim fica atendida também a sugestão de luiz.

    e, evidentemente, este blog garante pleno direito de manifestação e resposta a todas as pessoas, empresas e instituições aqui citadas.

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  7. Concordo totalmente com sua exposição de motivos. Vc em nenhum momento colocou em causa as traduções consagradas; os próprios tradutores utilizados pela editora, inclusive, possivelmente traduziriam os trechos que vc menciona como exemplo (e outros, claro) de forma diversa, caso estivessem inseridos nesse contexto. Fundamental a defesa da unidade do trabalho.

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