12 de jul. de 2019

isso mesmo

bons conselhos de w. focchetto jr., aqui.

"Depois de algum tempo (levei coisa de dois, três anos), você passa a saber, por experiência, que algumas editoras possuem traduções de ampla aceitação (universidades públicas optam por elas); não cito nenhuma delas agora porque não estou sendo pago para isso (risos). Cheguei a essa conclusão após muito ter lido artigos de Denise Bottmann em seu Blog "Não Gosto de Plágio". "Tradução é prótese", nos diz Umberto Eco (2010:39) em seu "Como Se Faz Uma Tese". Tá certo. Mas convenhamos: se o original é grego, alemão, russo ou qualquer idioma não tão acessível assim, deixamos de estudar determinada obra*? Não. Claro que não. Apenas nos apoiaremos em traduções de editoras confiáveis, ok?"


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