27 de jul. de 2016

tasin e tchekhov no brasil, 1900-1950


Tasin, Nikolai


“Nas garras da morte”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Tchekhov, Anton (Tchecoff, Tchecov, Tschecov, Chejov)


“A linguaruda”. In: Antologia dos grandes contos humorísticos. Tradução anônima. 
Introdução de Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1944.


Amor impossível. Contém: “Amor impossível”, “O bilhete premiado”, “No restaurante postal”, “Um animal de raça”, “O enxoval”. Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade e Gilberto Galvão. Coleção Os Grandes Nomes. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Contos. Contém: “La cigale”, “Sonhos”, “O buraco”, “O beijo”, “Varka” e “A estepe”. 
Tradução de Costa Neves. Coleção Clássicos Jackson, vol. XXXVII. 
Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1950.



“Do amor”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. 
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



“No mar da Criméia”. In: As obras-primas do conto universal. 
Tradução de Almiro R. Barbosa e Edgard Cavalheiro. Porto Alegre: Martins, 1943.



“O coração de Olenka”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Rachel de Queiroz. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“O homem do estojo”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.


“O inimigo”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Oswaldo Alves. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



O pavilhão nº. 6. Contém: “O pavilhão nº. 6”, “A desgraça”, “A felicidade”, “A obra de arte” e 
“Os simuladores”. Tradução anônima. [Georges Selzoff, Fúlvio Abramo e Victor Ragghianti]. 
Bibliotheca dos Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931. 


“O violino de Rothschild”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Luís Martins. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Olhos mortos de sono. Contém: “Olhos mortos de sono”, “Os nervos”, “A condecoração”, 
“Medidas preventivas”, “A vingança”, “O orador”, “As sensações fortes”, “Um bom final”, 
“A obra de arte”, “Uma noite de terror”, “História de uma enguia”, “O medo”, “Entre meninos”, 
“A jóia roubada”, “Dois valentes”, “O vingador”, “Ivan Matveievitch”, “O álbum”, 
“Língua comprida”, “Grischa”, “Celebridades”, “Na hospedaria”, “Os veranistas”. 
Tradução de Carlos M. A. Bittencourt. Coleção Seleta, vol. 2. São Paulo: Assunção, 1945. 



Os inimigos. Contém: “Os inimigos”, “Delírio (Gussieff)”, “Algazarra em família”, “No carro 
(o caminho da mestra-escola)”, “Verotchka”, “Estudante (conto do jardineiro chefe)”, “Zinotchka” 
e “Uma noite atroz”. Tradução anônima. [Georges Selzoff, Fúlvio Abramo e Victor Ragghianti]. Bibliotheca dos Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1930.



“Os ladrões”. In: 3 novelas russas. Tradução de José de Barros Pinto. São Paulo: Flama, 1944.


“Vanka”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Manuel Bandeira. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Um caso de clínica médica. Tradução de Yolanda Vettori. 
Coleção As 100 Obras-primas da Literatura Universal. Rio de Janeiro: Pongetti, 1945.


“Uma boa mulher”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



“Uma frase milagrosa”. In: Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos, dos mais famosos autores. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


simonov, sologub, sosulia e surguchov no brasil, 1900-1950


Simonov, Konstantin



“A vantagem de ser valente”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Sologub, Féodor



“O arco”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Luís Jardim. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Sosulia, Jefim



“O direito à vida”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944).



Surguchov, Ilia Dmitrievitch (J.)


“Os pais”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


savitsch, schapiro, seifullin e semionov no brasil, 1900-1950


Savitsch, Ovadi



“Os ladrões de cavallo”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques. Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



Schapiro, Leon



“O homem da cruz”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. 
Tradução de Gilberto Galvão. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Seifullin, Lydia (Lídia, Sefulina)



“Mãe”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Caio de Freitas. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


Virineia. Não localizei créditos de tradução. São Paulo: Pax, c. 1930.



Semionov, Serguei (Sergio, Semionof)


“O nascimento do escravo”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. 
Tradução de Gabriel Marques. Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


rachmanova, reissner e romanov no brasil, 1900-1950



Rachmanova, Alia



A fábrica do novo homem (episódios da vida russa soviética). Tradução de Felipa Muniz. 
Porto Alegre: Globo, 1937.



Casamentos na tormenta vermelha (Diário duma senhora russa). Tradução de Felipa Muniz. 
Porto Alegre: Globo, 1940.



Diário duma exilada russa. Tradução de Esther de Viveiros. 
Coleção Nobel. Porto Alegre: Globo, 1939.



Estudantes, amor, Tscheka e morte. Tradução de Felipa Muniz. 
Coleção Nobel. Porto Alegre: Globo, 1936.



Reissner, Larissa


Homens e machinas. Não localizei créditos de tradução. São Paulo: Pax, c. 1930. 



Romanov, Panteleimon (Romanof)



“Trevas”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques. 
Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


púchkin no brasil, 1900-1950


Púchkin, Aleksandr (Alexandre, Alexander; Pouskine, Pushkin, Pushkine, Puschkin)




“A camponesa disfarçada”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



“A dama de espadas”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Dias da Costa. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



A dama de espadas. Tradução de Álvaro Moreyra. 
Rio de Janeiro: Confraria de Bibliófilos Brasileiros Cattleya Alba, 1944 [edição de luxo]. 
Reed. Rio de Janeiro: Brasilia Aeterna, 1945.



A filha do capitão. Tradução de Paulo Corrêa Lopes. Porto Alegre: Globo, 1933.



A filha do capitão. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). 
Coleção Os Maiores Êxitos da Tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.



“A tempestade de neve”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Águia negra. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 32. 
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. 



Águia negra. Contém "Águia Negra", "A dama de espadas" e "Um tiro". Tradução de Cira Neri. 
Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1937.



Águia negra. Contém: “Águia negra”, “O negro de Pedro, o Grande”, “O encarregado da estação” e “Kirdjali”. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). 
Coleção Os Maiores Êxitos da Tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.


A adoção do título Águia negra para o título original Dubróvski se deve à adaptação para o cinema como The Eagle (1925), com Rodolfo Valentino no papel do Águia Negra, lançado no Brasil em 1926, e, para a edição da Vecchi em 1949, o reforço com o então recente Aquila Nera (1946).



“O chefe de posta”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Aníbal Machado. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


“Um disparo memorável”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. Tradução de Carlos Casanova. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


panferov, pilniak, poliakhov e prishvin no brasil, 1900-1950


Panferov, Fiodor


“A enfermeira”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. 
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.


Pilniak, Boris



“Mãos sujas de terra”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques. Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



“O vento humano”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
 Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



O Volga desemboca no Mar Cáspio. Tradução de Dom José Paulo da Câmara. 
Collecção Cultura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1943.



Poliakhov, Aleksandr (Alexander, Poliakov)



Os russos não se rendem. Tradução de Augusto Rodrigues e George Reizman. 
Rio de Janeiro: Panamericana [EPASA], 1945.


“Tanks” em ação. Tradução de Celso Garcia e George Reizman. Coleção As Grandes Reportagens de Guerra. 
Rio de Janeiro: Horizonte, 1945.



“Troféu”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. 
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Prishvin, Mikhail


“Um lobisomem na estepe”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.

nemirovsky, nevierof, ognev e olencha no brasil, 1900-1950


Nemirovsky, Irène



“A partida para a festa”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.


Nevierof, Aleksandr (Alexandre, Alexander, Newerof)



A cidade da fartura. Epopéia de um menino russo da geração atual. Tradução de Jorge Amado. 
[Na verdade, ele apenas emprestou seu nome para as traduções dessa coleção.] 
Coleção Ontem e Hoje, vol. 6. São Paulo: Brasiliense, 1945.



“Fome”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques. 
Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



Ognev, Nicolai (Nicolau, Ognief)



O diário de Costia Riabtsev. Tradução de Jorge Amado.
[Na verdade, ele apenas emprestou seu nome para as traduções dessa coleção.] 
Coleção Ontem e Hoje, vol. 8. São Paulo: Brasiliense, 1945.


“Os favoritos”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia. Tradução de Gabriel Marques. 
Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. 
Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



Olencha, Iúri (Ioury)



“O caroço de cereja”. In: Os russos: antigos e modernos
Tradução de Afonso Arinos de Melo Franco Sobrinho. Coleção Contos do Mundo. 
Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


26 de jul. de 2016

leskov, libedinski e merejkóvski no brasil, 1900-1950


Leskov, Nikolai S. (Nicolau, Lescov, Lieskov)



“Lady Macbeth de Mtsenk”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de J. da Cunha Borges. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



“Um tolo”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Joel Silveira. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Libedínski, Iúri (Lebedinsky, E.)



A semana: novella. Contém: “A semana”, seguida de três contos de Leonid Andréiev: “A flor espezinhada”,  “O advogado Kolosof” e “A conversão do Diabo”.
Tradução de Cássio M. Fonseca. São Paulo: Pax, 1931.
[Agradeço a "Leonid Andreyev" - imagino que seja Milton Santos, o grande conhecedor
de Andreiev no Brasil - pela informação nos comentários]



Merejkóvski, Dmitri (Dimitri, Dmitry, [de] Merejkowski, Merejkowsky)


A morte dos deuses – Romance de Juliano o Apóstata. Tradução de J. Ferreira-Souza Ferreira. 
Rio de Janeiro: Garnier, 1902.  Valeria a pena comparar essa “traducção brazileira”, como vem estampado na página de rosto, à do lusitano Anibal de Vasconcelos (Porto: Moreira, 1901).



Jesus desconhecido. Tradução de Gustavo Barroso. São Paulo: Nacional, 1935.



Juliano, o apóstata (A morte dos deuses). Tradução de Paulo Moreira da Silva. 
Coleção Grandes Biografias. Porto Alegre: Globo, 1945. 



Napoleão – o homem e sua vida. Tradução de Agrippino Grieco. São Paulo: Nacional, 1934. 



O romance de Leonardo da Vinci (A ressurreição dos deuses). Tradução de Brenno Silveira. 
Porto Alegre: Globo, 1946. 



Tutankhamon em Creta (O nascimento dos deuses). Tradução de “E.D.A.”. 
Rio de Janeiro: Calvino, 1934.



“Um quadro de história”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944 (2ª. ed.).


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.