27 de jul de 2016

púchkin no brasil, 1900-1950


Púchkin, Aleksandr (Alexandre, Alexander; Pouskine, Pushkin, Pushkine, Puschkin)




“A camponesa disfarçada”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



“A dama de espadas”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Dias da Costa. 
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



A dama de espadas. Tradução de Álvaro Moreyra. 
Rio de Janeiro: Confraria de Bibliófilos Brasileiros Cattleya Alba, 1944 [edição de luxo]. 
Reed. Rio de Janeiro: Brasilia Aeterna, 1945.



A filha do capitão. Tradução de Paulo Corrêa Lopes. Porto Alegre: Globo, 1933.



A filha do capitão. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). 
Coleção Os Maiores Êxitos da Tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.



“A tempestade de neve”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Águia negra. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 32. 
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. 



Águia negra. Contém "Águia Negra", "A dama de espadas" e "Um tiro". Tradução de Cira Neri. 
Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1937.



Águia negra. Contém: “Águia negra”, “O negro de Pedro, o Grande”, “O encarregado da estação” e “Kirdjali”. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). 
Coleção Os Maiores Êxitos da Tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.


A adoção do título Águia negra para o título original Dubróvski se deve à adaptação para o cinema como The Eagle (1925), com Rodolfo Valentino no papel do Águia Negra, lançado no Brasil em 1926, e, para a edição da Vecchi em 1949, o reforço com o então recente Aquila Nera (1946).



“O chefe de posta”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Aníbal Machado. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


“Um disparo memorável”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. Tradução de Carlos Casanova. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

comentários anônimos, apócrifos e ofensivos não serão liberados.