Gogol, Nikolai (Nicolau, Nicolas)
“A carta extraviada”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.
Reed. in: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2a. Série.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.
Almas mortas – Aventura de Chichicov. Tradução de Costa Neves. Rio de Janeiro: Cia. Brasil, 1937. Reed. como Almas mortas – As aventuras de Chichicov (poemas em prosa).
Coleção Fogos Cruzados. Rio de Janeiro: José Olympio, 1941.
“Memórias de um louco”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.
“Noite de São João”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Edison Carneiro. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.
“O capote”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Vinicius de Moraes [em parceria com um "sabedor de russo" não nomeado]. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
O inspetor: comédia em 5 atos. Tradução de Isaac Paschoal e Zygmunt Turkow.
Rio de Janeiro: Leitura, 1945.
“O nariz”. In: Antologia dos grandes contos humorísticos. Tradução anônima.
São Paulo: Brasiliense, 1944.
Tarass Boulba. Tradução de A. Tenório d’Albuquerque. Rio de Janeiro: Cia. Brasil, 1937.
“Tarass Bulba”. In: Três novelas russas. “Tradução revista pelo departamento editorial”.
Coleção Grandes Romances Universais. São Paulo: W. M. Jackson, 1947.
Provável contrafação da tradução de Tenório d'Albuquerque.
Goomilevski, Léo (Goomilewski)
Liberdade de amar. Não localizei créditos de tradução. São Paulo: Pax, c.1930.
O amor em liberdade. Tradução revista por Galeão Coutinho. Collecção Literatura Moderna.
São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. Reed. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.
Provavelmente é a mesma Liberdade de amar, pois Galeão Coutinho fora colaborador da Pax
antes do encerramento de suas atividades.
Goomilevski, Léo (Goomilewski)
Liberdade de amar. Não localizei créditos de tradução. São Paulo: Pax, c.1930.
O amor em liberdade. Tradução revista por Galeão Coutinho. Collecção Literatura Moderna.
São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. Reed. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.
Provavelmente é a mesma Liberdade de amar, pois Galeão Coutinho fora colaborador da Pax
antes do encerramento de suas atividades.




Essas traduções mais antigas eram feitas diretamente do russo? Valem à pena lê-las?
ResponderExcluirolá, jpedro: não; raramente eram direto do russo. bom, eu acho interessante lê-las, claro, mas aí vai do gosto da pessoa.
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