Ehrenburg, Ilya (Elias, Ilia, Ehrenbourg)
A epopéia russa. Diário de um jornalista junto ao Exército Vermelho.
Tradução de Maslowa Gomes Venturi. Coleção A Marcha do Tempo, vol. 7.
São Paulo: Brasiliense, 1946.
A queda de Paris. Tradução de Monteiro Lobato. Coleção Guerra e Paz, vol. 4.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1944.
As aventuras de Julio Jurenito. Tradução de Mauro Rosalvo.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1932.
Fevereiro sangrento – a Revolução de 1934 na Áustria. Tradução de Carlos Lacerda.
Rio de Janeiro: Alba, c.1935.
“História de um cachimbo de barro”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
2ª. série. Tradução de Líbero Rangel de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.
Morte ao invasor alemão! Tradução de Moise Wainer. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.
Moscou não crê em lágrimas. Tradução de Armando Gimenez.
Coleção Clássicos de Hoje e Amanhã, 3. São Paulo: Edições Zumbi, 1958.
“O bar ‘Ao Descanso Vermelho’”. In: Contos soviéticos. Os novos da Rússia.
Tradução de Gabriel Marques. Collecção Literatura Moderna. São Paulo: Cultura Brasileira, c.1934. Reed. in: Contos soviéticos. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.
O beco de Moscou: romance. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro, Vecchi, 1944.
“O cachimbo de Josué”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.
“O cachimbo do dr. Peterson”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Líbero Rangel de Andrade. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.
O degêlo. Tradução de David Medeiros. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.
O segundo dia da criação. Tradução de Alfredo Ferreira. Coleção Eros. São Paulo: Prometeu, 1946.
“Três cachimbos”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Osório Borba.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Treze cachimbos. Tradução de David Medeiros. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.










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