25 de jul de 2016

dostoiévski no brasil, 1900-1950


Dostoiévski, Fiódor M. (Fédor, Fiodor, Theodore, Teodoro, Dostoevsky, Dostoiewsky, Dostoyevski)




“A árvore de Cristo”. In: Livro de Natal – As mais lindas histórias de Natal dos maiores escritores do mundo. Tradução anônima. Seleção de Araújo Nabuco. São Paulo: Martins, 1947.
Ilustração de Zamboni.


“A mulher do outro – aventura extraordinária”. In: Três novelas russas
Tradução de Lúcio Cardoso. Rio de Janeiro: A Noite, 1947.


A órfã. Tradução de Adolfo Bezerra de Menezes Neto. Rio de Janeiro: Edições do Povo, 1947.



“Bobok (Recordações de alguém)”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia
Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Crime e castigo, seguido do Diário de Raskolnikov. Tradução de Rosário Fusco. 
Coleção Fogos Cruzados. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.



Diário de um escritor. Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.



“Ela era doce e humilde”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Valdemar Cavalcanti. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


Ensaio sobre o burguez. Tradução de Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Minha Livraria, 1932.



Humilhados e ofendidos. Tradução de Rachel de Queiroz. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.


Netotchka. Tradução de Costa Neves. Rio de Janeiro: Brasil, 1937. 
Reed. como Nietotchka Niezvanova. Rio de Janeiro: José Olympio, 1947.



O embusteiro. Tradução de Carlos M. A. Bittencourt. São Paulo: Assunção, 1945.



O espírito subterrâneo. Tradução de Rosário Fusco. Rio de Janeiro: Panamericana [EPASA], c.1944.




O eterno marido. Tradução de Violeta Alcântara Carreira. São Paulo: Cultura Brasileira, 1935. 
Reed. São Paulo: Martins, 1944.



O eterno marido. Tradução de Costa Neves. Coleção Obras Completas de Dostoievski. 
Rio de Janeiro: José Olympio, 1944. 



O idiota. Tradução de José Geraldo Vieira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.



O jogador. Tradução de Otto Schneider. Rio de Janeiro: Panamericana, 1943.



O príncipe idiota. Tradução de Dermeval Café e Oswaldo Castro. 
Rio de Janeiro: Waissman, Reis & Cia., 1931.


“O sonho de um homem ridículo”. In: Contos russos. Tradução anônima.
Edições Colête, vol. 7.  São Paulo: A Bolsa do Livro, 1944.



“O sonho de um homem ridículo (Conto fantástico)”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série. Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.


O sonho do tio. Tradução anônima. Edições Colête. São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.



O sósia. Tradução de Corália Rego Lins. Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.



O tyrano. Tradução de Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Calvino, 1933.



Os irmãos Karamazoff. Tradução de Raul Rizinsky (pseud. de Leôncio Basbaum). 
Collecção de Obras Celebres. Rio de Janeiro: Americana, 1931.



Os irmãos Karamazov. Tradução de Paulo Mendes de Almeida.
Coleção Excelsior. São Paulo: Martins, 1944.



Os irmãos Karamazov. Tradução de Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). 
Coleção As Obras Eternas. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Os pobres diabos. Tradução de Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Flores e Mano, 1932.



Os possessos. Tradução de Augusto Rodrigues. Rio de Janeiro: Panamericana [EPASA], 1943.


Recordação da casa dos mortos. Tradução de Fernão Neves (pseud. de Fernando Nery). 
Rio de Janeiro: Castilho, 1917.



Recordações da casa dos mortos. Tradução de Antônio de Oliveira Garcia. 
Coleção Excelsior. São Paulo: Martins, 1942.



Recordações da casa dos mortos. Tradução de Rachel de Queiroz. 
Rio de Janeiro: José Olympio, 1945.



Recordações da casa dos mortos. Tradução de José Geraldo Vieira. 
Coleção Saraiva, vol. 7. São Paulo: Saraiva, 1948.


Stepantchikovo. Tradução de D. Martins de Oliveira. Rio de Janeiro: Século XX, 1942.



Um jogador (das notas de um rapaz) – Igrok. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley]. Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.



Um jogador (notas de um jovem). Tradução de Costa Neves. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.


“Um ladrão honrado”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.


Existem vários outros registros de obras de Dosotiévski, inclusive em meu levantamento publicado aqui. Hoje, porém, eu não os incluiria mais numa dostoievskiana brasileira, por se tratarem comprovadamente ou, em alguns casos, muito provavelmente de traduções lusitanas. São eles:


  • Alma de creança. Tradução de Henrique Marques Junior. Collecção Chic. Rio de Janeiro: Azevedo & Costa, 1915 – Trata-se de uma trdução lusitana publicada em Lisboa em 1914, pela Guimarães. 
  • Alma de creança. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Universal, 1932.
  • Alma de creança. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 42. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.
  • Alma de criança. Tradução de Henrique Marques Junior. Vide acima. São Paulo: Brasileira, 1936. 


  • Crime e castigo numa suposta tradução de Fernão Neves que teria saído pela Livraria Castilho por volta de 1920. Não existe. Trata-se de uma confusão ou lapso de memória de Brito Broca, em seu prefácio à tradução de Rosário Fusco (1949).
  • Crime e castigo. "Traducção integral do original russo de Ivan Petrovitch". Collecção de Obras Celebres.  Rio de Janeiro: Americana, 1930. Mentira. Trata-se de cópia da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901. Mas fique registrada a célebre capa de Di Cavalcanti para essa edição:

  • Crime e castigo. Tradução anônima, revista por Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Guanabara, 1936. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
  • Crime e castigo. Tradução de J. Jobinsky, revista por Aurélio Pinheiro. Rio de Janeiro: Pongetti, 1936. Mentira. Trata-se de cópia da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
  • Crime e castigo.Tradução de J. Jobinsky revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1941. Mentira. Trata-se de cópia da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901. 
  • Crime e castigo. Tradução anônima, revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
  • Crime e castigo. Tradução anônima. Série O Livro de Bolso. São Paulo: O Livro de Bolso, 1941. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.
  • Crime e castigo. Tradução anônima. [“Tradução da Editora”]. São Paulo: Cruzeiro do Sul, 1943. Trata-se da tradução portuguesa de Câmara Lima, 1901.


  • Humilhados e offendidos. Tradução revista por Bandeira Duarte. Rio de Janeiro: Marisa, 1931. Muito provavelmente trata-se de tradução portuguesa, como outras traduções revistas por Bandeira Duarte.
  • Humilhados e ofendidos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935. Segue a de Bandeira Duarte;


  • Noites brancas, Está morta, O grande inquisidor. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1948. Todas as traduções anônimas do Clube do Livro eram portuguesas ou apropriações de outras traduções nacionais.
  • O eterno marido. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1946. Vide acima.
  • O jogador. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1945. Vide acima.


  • Recordações da casa dos mortos. Tradução anônima. Bibliotheca de Romances Celebres. São Paulo: Moderna Paulistana, s/d (c. 1932-33).
  • Recordações da casa dos mortos. Tradução anônima. Coleção SIP. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.
  • Recordações da casa dos mortos. Tradução revista por Joaquim Moura de Menezes. São Paulo: Cia. Brasil, c.1945.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.

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