8 de jun de 2016

manuel bandeira tradutor, ilustrado III

Aqui retomo em partes a postagem sobre as obras de tradução de Manuel Bandeira, que publiquei aqui, agora incluindo imagens de capa das edições. 

Romance:

O calendário, de Edgar Wallace. São Paulo: Nacional, 1934.



O tesouro de Tarzan, de Edgar Rice Borroughs. São Paulo: Nacional, Coleção Terramarear, 1934 (com sucessivas reedições).



Nômades do Norte, de James Oliver Curwood. São Paulo: Nacional, 1935.



Tudo se paga, de Elinor Glyn. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935 (com sucessivas reedições). Aqui, imagem de capa da edição de 1956, já na Biblioteca das Moças:



Mulher de brio, de Michael Arlen. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, [19--]. Não localizei imagem de capa. O original se chama Green Hat, mas foi adaptado com grande sucesso para o cinema em 1928 como A Woman of Affairs, estrelado por Greta Garbo, e lançado no Brasil com o nome de Mulher de brio. Sem dúvida foi esta a razão de se adotar o título brasileiro do filme para o livro.



Minha cama não foi de rosas: diário de uma mulher perdida, de O.W. [Marjorie Erskine Smith]. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Biblioteca da Mulher Moderna, 1936.



Aventuras maravilhosas do Capitão Corcoran, de Alfred Assolant. São Paulo: Nacional, 1936 (com sucessivas reedições).



Gengis-Khan, de Hans Dominik. São Paulo: Nacional, 1936.



O túnel transatlântico, de Bernhard Kellermann. São Paulo: Nacional, 1938.



Seu único amor, de Elino Glyn. São Paulo: Nacional, 1948 (com sucessivas reedições). Aqui, imagem de capa da edição de 1956, já na Biblioteca das Moças:



A prisioneira, de Marcel Proust. Porto Alegre: Globo, 1951. Em cotradução com Lourdes Sousa de Alencar (com sucessivas reedições).



Vide também "manuel bandeira tradutor, ilustrado I", aqui, e "manuel bandeira tradutor, ilustrado II", aqui.

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