8 de jun de 2016

manuel bandeira tradutor, ilustrado I

Aqui retomo em partes a postagem sobre as obras de tradução de Manuel Bandeira, que publiquei aqui, agora incluindo imagens de capa das edições.

  Poesia e teatro em verso:
Poemas traduzidos, Rio de Janeiro: Revista Acadêmica, 1945; 2. ed. aumentada. Porto Alegre: Livraria Globo, 1948; 3. ed. revista e aumentada. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção Rubaiyát, 1956; 4. ed., 1976; Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1966 (a partir de 1966, com sucessivas reedições pela Ediouro e nas reedições e reimpressões de Estrela da vida inteira); Poesia Completa e Prosa, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009.  Abaixo, imagens das edições da Revista Acadêmica, 1945, e da Globo, 1948:



Maria Stuart, de Schiller. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Coleção Obras Imortais, 1, 1955; Rio de Janeiro: Tecnoprint, [197-]; São Paulo: Abril Cultural, 1983 (também em Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso1). Abaixo, imagens das edições da Civilização em 1955 e em 1958:



Auto Sacramental do Divino Narciso, de Soror Juana Inés de la Cruz. In: BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso 1 ( 2. ed. em Estrela da tarde, 1963).


Macbeth, de Shakespeare. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção Rubaiyát, 1961. São Paulo: Brasiliense, 1989 (também em Poesia e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958, verso 1, e com sucessivas reedições pela Brasiliense). Abaixo, imagem de capa na Coleção Rubaiyát, 1961:



Mireia, de Frédéric Mistral. Rio de Janeiro: Delta, 1962.





Prometeu e Epimeteu, de Carl Spitteler. Rio de Janeiro: Delta, 1963. 2. ed. Rio de Janeiro: Ópera Mundi, 1971.



Rubaiyat, de Omar Khayyam. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1965 (com sucessivas reedições e reimpressões). [Nota: Na verdade, foi lançada originalmente pela BUP, em 1964 - DB]



Poesias escolhidas, de Juan Ramón Jiménez. In: JIMÉNEZ, Juan Ramón. Platero e eu. Rio de Janeiro : Delta, 1969.

•  Torso arcaico de Apolo, de Rainer Maria Rilke. Salvador: Dinamene, [197-]. Vale a pena ler o artigo de Ivo Barroso sobre o poema de Rilke e a tradução de Bandeira, aqui.

Alguns poemas traduzidos. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção Sabor Literário, 2007.



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