grande serviço prestaria à história da tradução no brasil quem se dispusesse a rastrear as origens e razões de tantas "traduções revistas" que por algumas décadas, sobretudo as de 1930 e 1940, pipocaram nos catálogos de diversas editoras.
aqui mesmo, neste blog, o eventual pesquisador já encontraria muito material primário para investigar, bem como algumas pistas e hipóteses já aventadas e trabalhadas.
Olá, Denise! Estou procurando informações sobre o "Lorde Jim" de Mário Quintana, tentando descobrir a razão para o número tão grande de trechos eliminados na tradução (há capítulos com menos da metade do tamanho original). Você tem alguma informação a este respeito, ou sabe onde ou com quem eu posso conseguir?
ResponderExcluirObrigado!
olá, luiz felipe! é mesmo? não sabia. valeria a pena fazer um levantamento completo dessas omissões.
ResponderExcluirEstou fazendo esse levantamento, estou ainda no capítulo 6 e é impressionante a quantidade de cortes. Estou curioso para saber o motivo...
ResponderExcluiré, aí vira meio um universo de especulações. essa tradução é de 1939, quando quintana ainda era tradutor interno da globo. não sei se era questão de prazo apertado, de número limitado de páginas ou o quê... e teria de ver se desde a primeira edição ela veio picotada, e por que nenhuma das quase infinitas reedições posteriores sanou a falha.
ResponderExcluirObrigado pela dica!
ResponderExcluirOi Denise, gostaria de saber se é considerado plágio obras adaptadas, (correções no português antigo, inclusão de notas, melhoria na fluência) de obras traduzidas no Brasil no século de 1800, mesmo que sejam citadas o nome do tradutor original e que seja informado que é uma adaptação. Sempre fico confusa neste tipo de situação.
ResponderExcluirolá, janine: creditando o nome do tradutor e especificando que se trata de uma adaptação, não vejo problema nenhum.
ResponderExcluirMuito obrigada pela resposta! Gosto muito do seu trabalho aqui no blog.
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