31 de mar de 2013

thomas mann no brasil

até onde consegui apurar, o ingresso de thomas mann no brasil se dá em 1934, com três livros em rápida sequência.
  • tonio kröger, pela editora guanabara, em tradução de charlotte von orloff; 
  • a morte em veneza, também pela guanabara, em tradução de moysés gikovate;
  • mario e o mágico, em tradução de zoran ninitch, pela machado & ninitch



















é difícil saber a ordem exata de lançamentos. no jornal correio paulistano, há uma nota bibliográfica sobre tonio em 13/10/34; em 18/10, saem notas bibliográficas sobre os outros dois. ocorre, porém, que na notícia de 13/10 já havia menção à existência dessas três traduções. sobre morte em veneza, meira olydio, o articulista, comenta: “a traducção, si não é primorosa, também não chega a fazer vergonha a quem a assigna”. infelizmente não consegui imagem de capa. [atualizado em 07/04/13] - aliás, localizei uma resenha de mario e omágico datada de 26 de agosto de 1934, no carioca diário de notícias, na coluna de renato de alencar. [06/06/13]


em 1940, a livraria martins publica o pensamento vivo de schopenhauer, apresentado por thomas mann, em tradução de pedro ferraz do amaral:


em 1942, temos os buddenbrook - decadência duma família, em tradução de herbert caro, na coleção nobel da globo. terá várias reedições em outras editoras, como a bruguera, o círculo do livro e a nova fronteira.



em 1943, sai uma estranha montanha mágica em tradução em nome de um irrastreável otto silveira, pela panamericana (epasa), faltando trechos. veja aqui.



em 1944, sai outra tradução de a morte em veneza, agora de lívio xavier, pela editora flama, como segundo volume de sua coleção "romance do século".



em 1944, o cruzeiro publica uma coletânea de artigos contra o nazismo, os 10 mandamentos e um certo sr. hitler. entre eles está o texto de mann, "não terás outros deuses em minha presença", em tradução de millôr fernandes:



em 1945, temos as cabeças trocadas - uma lenda hindu, na coleção tucano da livraria do globo, em tradução de liane de oliveira e e. carrera guerra:



a partir de 1947, a globo lança a tetralogia de josé e seus irmãos em sua coleção nobel, com tradução de agenor soares de moura: vol. 1, josé e seus irmãos (1947); 2. o jovem josé (1948); 3. josé no egito (1949); 4. josé, o provedor (1951). [nos anos 80, já então na nova fronteira, o título do primeiro volume será retificado para as histórias de jacó.] aqui falta a capinha do primeiro volume.



atualização em 27/5/13: agora não falta mais, graças a saulo von randow jr., que, numa iniciativa incrível, conseguiu a imagem de capa nada menos do que na biblioteca do congresso dos eua:



em 1952, temos a montanha mágica, em tradução de herbert caro, pela globo, coleção nobel. foi reeditada pelo círculo do livro; atualmente está no catálogo da nova fronteira.



em 1953, a pongetti publica sua alteza real em tradução de marina guaspari:



em 1957, sai "tobias mindernickel" nas obras-primas do conto moderno (org. almiro rolmes barbosa), pela martins, porém sem indicação do tradutor.*



ainda em 1957, "o pequeno senhor friedemann", em maravilhas do conto alemão, pela cultrix. como era a praxe nessa coleção de maravilhas, a cultrix não apresenta os créditos.* 


em 1959, temos "o armário", em maravilhas do conto amoroso, pela cultrix. idem.



em 1959, "o palhaço", em maravilhas do conto universal, pela cultrix, com tradução em nome de fernando correia da silva. 


* tanto "tobias mindernickel" quanto "o pequeno senhor friedemann" foram publicados na antologia as melhores novelas de thomas mann em 1948, pela editora hélio, de lisboa, em seleção e tradução de maria da paz marques ferreira e elysio correia ribeiro. valeria a pena consultá-los para ver se correspondem às traduções anônimas lançadas pela martins e pela cultrix.

em 1958, saem as traduções de maria deling para tônio kroeger e a morte em veneza, num só volume, pela boa leitura, em sua coleção "grandes autores". terão várias reedições pela abril a partir de 1971 e pela hemus em 1975. aqui em capa de 1960:



em 1962, temos alguma coisa em contos alemães, sem créditos de tradução, na coleção de jacob penteado, "primores do conto universal", pela edigraf.


também pela boa leitura, temos em 1963 as confissões de félix krull em tradução lusitana de domingos monteiro (reeditado pela hemus em 1975):



ainda em 1963, sai "gladius dei" no mar de histórias, volume 4, em tradução de paulo rónai e aurélio buarque de hollanda, pela josé olympio. o conto será incluído na edição da delta de 1965, citada mais abaixo. não localizei imagem de capa. aqui, na edição ampliada de 1999 (vol. VIII).




em 1964, sai "tobias mindernickel" numa antologia da literatura mundial publicada pela editora logos. não sei se é a mesma tradução publicada em 1957 pela martins.


em 1965, temos a publicação de morte em veneza, tristão gladius dei pela delta. os dois primeiros são em tradução de herbert caro, e a tradução de gladius dei é a de rónai/hollanda, de 1963, acima citada. o dado não é apresentado na página de rosto, mas consta no interior do livro. o volume foi reeditado em 1970 pela opera mundi.




a título de curiosidade, cito uma revista: em 1967, "gladius dei" sai no livro de cabeceira do ano, ano 1, vol. 4 , da civilização brasileira - não sei se é a mesma tradução de rónai/hollanda.








em 1975, mário e o mágico, pela artenova, em tradução de cláudio leme. contém: "mário e o mágico", "experiências ocultas", "doce sono", "a queda", "a vontade de felicidade", "a morte", "a vingança", "anedota", "dezesseis anos". teve várias reedições pelo círculo do livro.



em 1975, sai a correspondência entre amigos (thomas mann e herman hesse), em tradução de lya luft, pela record:






entre 1981 e 1987, a nova fronteira lança várias obras de mann, a começar por confissões do impostor félix krull, em tradução de lya luft.


em 1982, os famintos e outras histórias, também em tradução de lya luft. o conto "tobias mindernickel" é reeditado em 2007 na antologia os melhores contos de cães e gatos, pela ediouro.





em 1984, carlota em weimar, em tradução de vera mourão.




em 1984, doutor fausto em tradução de herbert caro, para mim a obra mais abismalmente assombrosa de mann. saiu também pelo círculo do livro e pela record/altaya.






ainda em 1984, surgem novas traduções de morte em veneza e tonio kröger, agora de eloísa ferreira araújo silva (e também pelo círculo do livro a partir de 1987).




em 1985, sua alteza real, em nova tradução de lya luft.




em 1987, as cabeças trocadas - uma lenda indiana, em nova tradução de herbert caro.







em 1988, temos o volume ensaios (são oito), em seleção de anatol rosenfeld, pela perspectiva, com tradução de natan robert zins:



em 1989, vale uma menção ao posfácio de mann a a história maravilhosa de peter schlemihl, de adelbert chamisso, pela estação liberdade.





entre 2000 e 2001, a mandarim, selo da arx, lança quatro títulos, a começar por o eleito, em tradução de lya luft.



em 2001, duas novelas - a lei e a enganada, também em tradução de lya luft.






em 2001, seis primeiras histórias, em tradução de ricardo f. henrique. são elas: “visão”, “decaída”, “desejo de felicidade”, “a morte”, “vingada” e “anedota”.


ainda em 2001, a gênese do doutor fausto, também em tradução de ricardo f. henrique.








em 2004, mais um "tobias mindernickel", agora em tradução de marcelo backes, em escombros e caprichos - o melhor do conto alemão no século 20, pela l&pm.







em 2009, ouvintes alemães! discursos contra hitler (1940-1945), em tradução de antonio carlos dos santos e renato zwick, pela zahar:



em 2011, o escritor e sua missão: goethe, dostoievski, ibsen e outros, em tradução de kristina michahelles, também pela zahar:


sem dúvida, deve haver vários contos em diversas antologias. à medida que localizá-los, acrescentarei aqui.

atualização em 02/04/2013: fiz algumas retificações e vários acréscimos ao post, graças à gentil contribuição de mário luiz frungillo, que pode ser vista nos comentários.

atualização em 02/02/2016: a companhia das letras, em sua coleção de obras de thomas mann, publica em 2015 uma nova tradução de tonio kröger, a cargo de mario luiz frungillo. a novela vem no volume que traz a morte em veneza (esta em reedição da tradução de herbert caro).



27 comentários:

  1. Oi,
    Essa edição de "As Cabeças Trocadas", de 1987, é da Nova Fronteira?
    É que tenho aqui uma edição desse livro de 2000, Nova Fronteira. O texto deve ser o mesmo, pois também é tradução do Herbert Caro.
    Fiquei na dúvida, porque, pela foto, o de 1987 parece ser a 3ª edição, e o meu, de 2000, é a 2ª.
    http://www.skoob.com.br/livro/edicoes/13977

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  2. olá, márcia - aquela capa de 3a. edição era de 1988 - para não confundir, troquei pela da primeira edição mesmo, de 1987.
    obrigada!

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  3. Oi Denise,admiro muito seu trabalho,pois sei que uma boa traduçao é o que mais importa em um livro,capas bonitas e belas letras sao interessantes,mas o conteudo é o primordial,diante disso tenho uma duvida,voce sabe dizer se o sr. Claudio Leme,da traduçao de Mario e o Mágico,traduzia direto do alemao? e se Lya Luft,traduzia integralmente as obras,tipo em O Homem sem Qualidades de Robert Musil,ela amenizou certas passagens mais fortes sexualmente,o que acho prejudicial,já que o autor escreveu aquilo,para algo tinha de servir ou mostrar.Abraços.

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  4. olá, rodrigo, obrigada! a tradução de cláudio leme é por interposição do francês, até onde sei. não sabia o que vc comentou a respeito da amenização de alguns trechos d'o homem sem qualidades, que pena!
    abraço
    denise

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  5. Mario Frungillo2.4.13

    Olá, Denise,
    para complementar, aí vão algumas coisinhas:
    1. a tradução do conto Gladius Dei no volume da Opera Mundi, embora não conste na folha de rosto, é de Paulo Rónai e Aurélio Buarque de Holanda (a informação só se encontra na página 202 do livro). É o mesmo texto que fora publicado anteriormente em Mar de Histórias (primeira edição em 1963).
    2. A tradução de Herbert Caro que a Bruguera republicou em 1970 foi a de Os Buddenbrooks, não a de A montanha mágica.
    3. De A morte em Veneza temos, antes de Maria Deling, a tradução de Moyses Gicovate (Guanabara, sem data) e a de Lívio Xavier (Flama, São Paulo, 1944)
    4. As traduções de Herbert Caro para Os Buddenbrooks, A montanha mágica e Doutor Fausto também foram republicadas pelo Círculo do Livro, e o Doutor Fausto teve ainda uma edição de banca de jornal, em dois volumes, pela Record/Altaya (Coleção Mestres da Literatura Contemporânea)
    5. De O eleito, há uma tradução pela Portugália (Rio de Janeiro, sem data), creditada a Eurico Fernandes. Esse é mais um caso para sua coleção:o mesmo texto foi publicado em Portugal pela Europa-America em tradução creditada a Maria Osswald. Os dois, inclusive, suprimem as mesmas 4 ou 5 linhas na passagem em que os irmãos consumam o incesto.
    6. A mesma Portugália publicou também uma tradução por José Antônio Machado de Sua alteza real, sem data.

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  6. que maravilha, mário, o que seria de mim sem você! que lindas informações!
    superobrigada :-)))

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    1. mas portugália do rio de janeiro, estranhei. a portugália era de lisboa. seria uma filial no rio, tal como, uma época, tivemos a labor do brasil?

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    2. olha que interessante na biblioteca nacional de portugal: maria osswald, 1959, portugália - O ELEITO / THOMAS MANN ; TRAD. MARIA DE CASTRO HENRIQUES OSSWALD

      AUTOR(ES):
      Mann, Thomas, 1875-1955; Osswald, Maria Henriques, 1893-1988, trad.
      PUBLICAÇÃO:
      Lisboa : Portugália, [D.L. 1959]

      a europa-américa pode ter garfado mais tarde.

      e esse eurico fernandes na portugália do rio, teria de ver. encontrei um eurico fernandes como tradutor português de arthur miller, na portugália lisboeta.

      essas edições não vou incluir no post, pois me deixaram meio confusa.

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    3. Eu tenho O Eleito em edição da Livros de bolso da Europa América, de 1972. Tradução de Maria Osswald. Informa que a inclusão da obra na coleção "foi possível mercê da colaboração da Portugalia Editora"

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    4. ah, maravilha, obrigada pela informação! um licenciamento, então.

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  7. em tempo, mário: fenomenal a indicação do moysés gikovate - dá para situar o ano em que saiu a edição da guanabara por causa de uma resenha em março de 1934 em algum jornal do rio, que não lembro agora de cabeça qual foi, mas que tem em nossa hemeroteca digital.

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  8. Mário Frungillo2.4.13

    A Portugália, ao que parece, andou viajando ao redor do mundo. A edição de O eleito tem na folha de rosto Portugália Editora/Brasil e, na página anterior consta: "Portugália presente em Portugal, Brasil, Angola e Moçambique". Na edição de Sua alteza real consta a mesma informação e, na folha de rosto "Internacional Portugália Editora". A atribuição da tradução de O eleito é que permanece um mistério. Aparentemente é de Maria Osswald (a favor da hipótese tem o fato de que ela também é tradutora de E. T. A. Hoffmann, Stefan Zweig e Selma Lagerlöf), e possivelmente a edição da Europa-América foi feita sob licença da Portugália. Nesse caso, como seria inverossímil que a Portugália fosse piratear a si mesma, resta a possibilidade de que a atribuição da tradução a Eurico Fernandes na edição do Rio de Janeiro seja simplesmente um erro, explicável por ter a mesma editora já publicado outra tradução de sua autoria.

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    1. isso, claro, europa-américa certamente deve ter sido por licenciamento. é, o caso do eurico fica meio ambíguo mesmo. quanta coisa interessante, obrigada mesmo, mário.

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    2. Anônimo1.9.15

      Qual a melhor tradução do livro "Morte em veneza"?

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    3. Anônimo15.1.16

      Cara Denise, boa noite. Você sabe se alguém conseguiu desvendar essa questão de "O eleito"? A tradução da Portugália é realmente de Maria Osswald, como sugere o post acima, do Mário Frungillo, ou é de Eurico Fernandes, como vem na edição?
      Outra coisa, você sabe se há outras traduções da obra, além da de Lya Luft e a de Maria Osswald (e a de Eurico Fernandes, se a atribuição da Portugália for verdadeira)? Obrigado!
      Luís Gustavo

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    4. olá, luís. pelo que consigo entender, a tradução da portugália é realmente de maria osswald, pelas informações do mário, do cadastro na biblioteca nacional de portugal (que reproduzi acima) e da mensagem de chris, também mais acima, informando que a europa-américa dá à portugália os créditos de licenciamento da tradução de maria osswald, que ela (europa-américa) lançou. não consigo entender a história da edição da portugália no rio de janeiro, em nome do referido eurico. a única referência que encontrei a ela, além da informação do mário, foi num artigo que a cita na bibliografia: "MANN, Thomas, O eleito, Trad.: Eurico Fernandes, Rio de Janeiro, Portugália, 1976", em http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/eb6a275f488455d40bacae96308433a7.pdf
      é insuficiente para tirar qualquer ilação, e como não fui atrás disso, não sei o que dizer. difícil de confiar.

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    5. ah, em tempo: não retomei a pesquisa do mann no brasil após essa postagem e não sei se andaram saindo novas traduções de alguma obra dele. fico devendo (mas acho que não tem, não).

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    6. Anônimo16.1.16

      É, também estou achando que não tem, pelo menos na rede não há referências a outras traduções que não essas. Obrigado, cara Denise. Abraço.
      Luís Gustavo.

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    7. Anônimo2.2.16

      Olá, Denise. Até o momento parece não haver traduções novas. A Cia das Letras iniciou a Coleção Thomas Mann, acho que mais para o final do ano passado, tendo sido publicadas "Doutor Fausto" e "Morte em Veneza&Tonio Kröger". Ambos com tradução de Herbert Caro (antes estava no catálogo da Nova Fronteira), mas o primeiro acompanhado de posfácio do Prof. Jorge de Almeida e o segundo com ensaios de Anatol Rosenfeld. Achei a proposta bastante interessante e, já que a Coleção se chama "Thomas Mann", é de se esperar muitas outras obras, quem sabe até em novas traduções...

      http://www.blogdacompanhia.com.br/2015/10/simpatia-pela-vida-familiaridade-com-a-morte-a-arte-narrativa-de-thomas-mann/#.VjNFGVgN3A4.facebook

      Já conhecia esse blog, mas nunca tinha reparado que era da Denise Bottmann. Passei a gostar ainda mais do seu blog ao saber disso, pois me lembro muito bem de quando eu estava na livraria, tentando me decidir se levava o "To the lighthouse" da Ed. Autêntica ou o da L&PM. Resolvi ler o mesmo trecho traduzido nos dois livros e, tendo gostado mais da tradução da publicação da L&PM, que me pareceu mais fiel ao estilo da autora, levei o livro para casa. E não é que depois, a tradução foi reconhecida pelo Prêmio Jabuti? Fiquei muito contente! Parabéns pelo seu trabalho, Denise. Obrigada e um abraço! Eliana.

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    8. olá, eliana, que legal, que bom que apreciou "ao farol"!

      na verdade, eu andava meio desatualizada: a tradução do tônio kröger que saiu pela companhia das letras é nova, feita por mario luiz frungillo, no mesmo volume que traz "a morte em veneza", esta sim em reedição da tradução de herbert caro.

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  9. Cara Denise,desculpe por perturba-la novamente,mas gostaria de saber (se voce souber,é claro,certeza que sabe,com sua grande competencia) se as traduçoes do Sr. Joao Gaspar Simoes,do alemao,sao diretas,estou a adquirir o livro Os Sonambulos,de Hermann Broch,em uma traduçao dele,pela editora portuguesa Arcadia,e só comprarei se for direta,pois há tambem a de Marcelo Backes pela Benvirá.aguardo.Abraço

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  10. olá, rodrigo: até onde sei, as traduções de joão gaspar são indiretas, pelo inglês e pelo francês (o que, aliás, não obsta que costumem ser muito boas).

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  11. Saulo von Randow Júnior5.4.13

    Denise, no caso do relançamento de "José e Seus Irmão" pela editora Nova Fronteira, a tetralogia acabou se tornando uma "trilogia", pelo menos no que diz respeito à quantidade dos tomos. O primeiro volume abarca "As Histórias de Jacó" juntamente com "O José Jovem", compondo um total de 3 volumes para a obra completa.

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  12. ah, ok! muito obrigada, saulo.

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  13. Anônimo20.5.13

    Tenho um amado exemplar de A montanha mágica, ed. círculo do livro, trad. Herbert Caro - anos 80 creio, mas como sempre essa editora omite o ano de publicação. Alguém saberia dizer de que ano é? PS - adoro seu blog! [ana/RS]

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    1. oi, ana, deve ser dos anos 1970 (74-78, por aí), mas não tenho certeza.

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