29 de nov de 2012

olhaí

sobre aquele caso surreal da abril cultural, que publicou os trabalhadores do mar na tradução de machado de assis e botou um capítulo do meio no final do livro - ressuscitando gilliatt após seu suicídio ou apresentando seu fantasma em ação - que comentei aqui, taí a foto da última página da edição de 1971, cortesia de nossa querida paula abramo:


para o artigo de júnia barreto, que desvendou o desatino da abril, veja-se aqui.

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