sobre aquele caso surreal da abril cultural, que publicou
os trabalhadores do mar na tradução de machado de assis e botou um capítulo do meio no final do livro - ressuscitando gilliatt após seu suicídio ou apresentando seu fantasma em ação - que comentei
aqui, taí a foto da última página da edição de 1971, cortesia de nossa querida paula abramo:
para o artigo de júnia barreto, que desvendou o desatino da abril, veja-se
aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
comentários anônimos, apócrifos e ofensivos não serão liberados.