o título criado por beldemónio, cuja tradução saíra desde 1887:

com várias reedições pela portuguesa guimarães:

ou teriam tomado o título ao indefectível "k. d'avellar", o ser de ficção que a garnier brasileira gostava de usar como pretenso tradutor de suas cópias de traduções portuguesas?

| Autor: | Balzac, Honoré de, 1799-1850.![]() |
| Título / Barra de autoria: | Um conchêgo de solteirão; |
| Imprenta: | Rio de Janeiro, Livr. Garnier. |
| Descrição física: | 385 p. |
| Notas: | Registro Pré-MARC |
| Entradas secundárias: | Avellar, K. |
| Classificação Dewey: Edição: | 843 |
| Indicação do Catálogo: | 843/B198ra7 |
e que, aliás, foi parar na pongetti em 1968, numa edição que traz apenas o crédito de "tradução revista por marques rebelo":

qualquer que tenha sido a fonte - a tradução portuguesa legítima ou sua contrafação brasileira na garnier -, o que parece inegável é que o título de beldemónio - e tão peculiar para la rabouilleuse - teve e continua a ter longa vida entre nós.
sobre k. d'avellar e as sapequices tradutórias da garnier, ver aqui.
sobre marques rebelo e as sapequices tradutórias da pongetti, ver aqui.
atualização em 11/08/2012: alexandre barbosa de souza bem lembra que "Rónai fala, em A tradução vivida (p. 127), que La Rabouilleuse tinha sido, de fato, traduzido em Portugal com o título da primeira versão em folhetim, Un ménage de garçon, daí o Conchego do solteirão; e que o tradutor da Globo de Porto Alegre seguiu o mesmo título, como era de praxe [na época]".

Olá, parabéns pelo seu blog!
ResponderExcluirSe você puder visite esse blog:
http://morgannascimento.blogspot.com.br/
Obrigado pela atenção