a cosac está lançando sua coleção portátil. entre os seis primeiros títulos está
como funciona a ficção, de james wood. quero deixar registrado que a maioria das incongruências que apontei na edição inicial foram corrigidas.
sobre minhas divergências anteriores, ver como engripa a ficção, aqui.
que bom, denise.
ResponderExcluirfoi aquela questão dos trechos traduzidos?
caramba, agora deu vontade de deixar a leitura do exemplar que eu tenho, e só voltar a ler quando comprar a nova edição (ainda bem que ela é "econômica").
exato, nilton. fizeram um meio-de-campo, mas pelo menos agora o que o autor diz fica mais inteligível.
ResponderExcluirPrezada Denise,
ResponderExcluirna minha opinião, essas alterações significam que a editora deu o braço a torcer. De qualquer forma, o editor que criticou a tradutora publicamente não está mais naquela casa.
Abraços,
Pádua
=] muito bom.
ResponderExcluirFico contente em saber que conseguiu esta mudança, Denise. E fico triste por ter aqui o exemplar 'defeituoso' para ler. Como bem disse o Nilton, ainda bem que essa versão é 'econômica'. Assim minha condição de consumidor lesado não será tamanha quando adquirir novo exemplar.
ResponderExcluirQue azar, acabei de comprar a edição não econômica. Que incongruências são essas que você apontou? (Algum post aqui no blog?). Abrs.
ResponderExcluirolá, anônimo, dei o link no post.
ResponderExcluirOlá, Denise, tudo bom? Por acaso estou lendo "A Arte da Ficção", de David Lodge, e o próprio tradutor, Guilherme de Souza Braga, faz questão de ressaltar que os trechos das obras mencionadas foram novamente traduzidos por ele para fins de ilustração dos tópicos apresentados pelo autor. Lendo isso, lembrei desse "probleminha" entre você e a Cosac Naify. Também tenho a edição não-econômica (o que é econômico nessa editora? Nem na Companhia das Letras eu encontro economia!), mas agora estou em dúvida se compro essa nova edição - admito desde já ainda não ter lido o livro. Alguma sugestão? Um abraço!
ResponderExcluirolá, bruce, é, exato, é um caso muito semelhante ao do lodge. os casos mais flagrantemente incongruentes da edição inicial eram uns dez ou quinze, e listei boa parte deles no link que dei acima; a editora não chegou a substituir as traduções que ela tinha utilizado antes, mas fez algumas adaptações para diminuir a distância entre o argumento e o exemplo.
ResponderExcluirOlá, Denise.
ResponderExcluirNão comprei a edição anterior porque li a matéria que escrevestes sobre os problemas na tradução. Agora, com certeza comprarei. Obrigado!
olá, marcelo, que gentil. compre, sim, é um belo livro!
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