2 de abr de 2012

dickens VI


quanto a great expectations (1861), temos:

I.
em 1942, grandes esperanças em tradução de alceu masson, com várias reedições até 1962, pela globo:



publicada pela tecnoprint/ ediouro a partir de 1966 até 1993:



licenciada para a abril cultural em 1983 e 1984:

Clique para ampliar a capa

II.
em 1966, as grandes esperanças, em tradução de cosette de alencar (itatiaia):



III.
em 1982, o círculo do livro lança a tradução portuguesa de armando de morais:



IV.
também em 1982, sai grandes esperanças em nova tradução, agora de josé eduardo moretzsohn (francisco alves):



em 2010, essa tradução é relançada na coleção clássicos da abril:


(agradeço a informação de raquel sallaberry)

V.
em 2002, sai uma tradução em nome de um misterioso "daniel r. lehman", pela martin claret, na qual até valeria a pena dar uma conferida :



VI.
em 2012, temosuma nova tradução, agora de paulo henriques britto, pela companhia das letras:

GRANDES ESPERANÇAS

acompanhe as traduções de dickens no brasil aqui. 

9 comentários:

  1. Bruno Gabriel2.4.12

    Parece que a Cia das Letras vai lançar uma nova como Penguin esse ano, mas não sei de quem é a tradução.

    Quanto ao título, sempre achei que "Grandes Expectativas" fosse uma tradução mais fiel e adequada. No livro a expressão é uma referência à situação do Pip como protegido e futuro herdeiro, o que sempre relacionei à "expectativa de direito" dele. Mas pode ser uma leitura curta minha, não sei...

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  2. ah, sim, é verdade! vou tentar me informar.

    concordo, também acho que "expectativas" seria mais preciso. e agora é a tal coisa: dificilmente alguma editora adotaria outro título, já estando este tão consagrado.

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  3. Denise,

    tenho a tradução de josé eduardo moretzsohn da Clássicos Abril Coleções de 2010 com linda capa em tecido e com um texto final ilustrado sobre vida e obra de Heitor Ferraz.

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  4. opa, opa, obrigada, vou acrescentar!

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  5. Mário Luiz Frungillo22.8.12

    Oi, Denise, algumas coisinhas:
    1. A tradução de Horácio Sparkins por Paulo Rónai e Aurélio Buarque de Hollanda saiu pela primeira vez no 3º volume de Mar de histórias (assim como fez um volume reunindo os contos ingleses traduzidos pela dupla para a coleção, acho que a Ediouro fez também outros volumes (Contos alemães, franceses, etc)com águas do mesmo oceano.
    2. Octávio Mendes Cajado aproveitou em sua tradução de Picwick Papers alguns versos "traduzidos por K. d'Avellar". Se a tradução era falsa, ele comprou o gato no saco, certamente de boa fé.
    3. A tradução de Nicholas Nickleby da José Olympio deveria ser o primeiro volume de uma edição de Obras Completas organizada por Oscar Mendes. Vinha até com a lista de volumes e os respectivos tradutores. Acho que só saiu o primeiro. Em algum lugar que não me lembro Paulo Rónai lamenta que uma edição tão caprichada tenha ficado na gaveta, acho ate que sugerindo que os volumes estavam prontos para publicação quando o projeto foi abandonado. Uma pena!

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  6. olá, mário, que prazer vê-lo por aqui!

    muito legais suas informações, obrigada!

    eu me atrapalho bastante entre as várias edições do mar de histórias, e nunca sei bem o que tinha saído nos 3 volumes de 1945-54 (tenho a ampliada em dez vol. - uma hora preciso criar vergonha na cara e comprar a primeira coleção - enquanto isso, só posso agradecer a contribuição dos amigos!)

    sobre o caso ridículo do tal k. d'avellar embaindo o mendes cajado, até comentei aqui: http://naogostodeplagio.blogspot.com.br/2012/06/h-garnier-e-seu-k-davellar.html

    sim, sem dúvida ele foi de boa fé, ele e todos os leitores brasileiros dessa edição da garnier (no fim, o verdadeiro tradutor, pelo menos dos poemetos, era henrique lopes de mendonça).

    muito interessante que o projeto das obras completas já estivesse até montado, não sabia.

    obrigada de novo, um abraço

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  7. Anônimo27.11.13

    a tradução de Doris Goettems pela landmark é boa?

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  8. olá, anônimo: não sei, não li, mas pelo menos, até onde sei, é legítima.

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  9. Ao farol e o retrato de Dorian Grey que saíram pela Landmark edições bilíngues são confiáveis, porque estou lendo sobre os comentários negativos a respeito da editora e parecem que há relação ao que acontece com a Martim Claret, isso procede?

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