14 de mar de 2012

stepantchikov

I.
elias davidovich, calvino filho, 1933:



reeditado pela global em 1984 com o título de o vilarejo:




II.
"a aldeia de stepantchikovo e seus moradores" está incluído no volume noites brancas e outras histórias, olívia krähenbühl, josé olympio, 1960:



III.
"a granja de stiepantchikovo" está incluído no vol. I da obra completa, natália nunes e oscar mendes, aguilar, 1963:

Fiodor Dostoiévski: Obra Completa

IV.
klara gouriánova, nova alexandria, 2001:



V.
a editora 34 está com lançamento previsto ainda este ano de o vilarejo de stiepantchikov e seus habitantes, em tradução de lucas simone.

acompanhe a pesquisa sobre as traduções de dostoiévski no brasil aqui  

4 comentários:

  1. Denise, uma pesquisa insana que você podia fazer também: descobrir as edições da Karen Blixen no Brasil. Que começam com contos em várias antologias sob o pseudônimo de Isak Dinesen, pululam em edições de A Fazenda Africana por causa do filme Entre Dois Amores, e terminam com as edições da Cosac no Mulheres Modernistas.
    E temos uma tristeza, ou inevitável peculiaridade nesse caso: nenhuma foi traduzida do dinamarquês. Todas das edições em inglês. Porque "Karen Blixen pertence tanto à literatura dinamarquesa como à inglesa. Embora estilisticamente insuperável em seu próprio idioma, adotou o inglês como língua original da maioria de seus livros, encarregando-se ela mesma de recriá-los ou reescrevê-los em dinamarquês, e assim fez da tradução o verdadeiro original. A rigor, só quando verteu os livros para sua própria língua natal, ingressou na literatura. De escritora mediana, talvez descartável no original inglês, transformou-se em dinamarquês no que é propriamente: eximia cultora de um estilo único e inconfundível, que mereceria, em verdade, uma segunda tradução para o inglês. Com isso, se é verdade que Karen Blixen escapou da maldição do pequeno idioma, lançando-se de peito aberto no grande mundo, não é menos verdade que teve de amargar a bizarra situação de ser considerada “estrangeira” em sua própria terra. Sua literatura flutua num limbo lingüístico. É de todos e não é de ninguém" (Per Johns no posfácio de Sete Narrativas Góticas).

    bjones!

    Enzo Potter

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  2. o levantamento do dostoiévski já é suficientemente insano, enzo... a blixen vira fichinha perto dele. alguma hora eu vejo ;-)

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  3. talvez per johns (que é filho de dinamarqueses) tenha sido um pouco duro em seus juízos sobre a prosa em inglês de blixen: vi vários juízos destacando a primorosa estranheza de seu texto - me fez lembrar joseph conrad, polonês escrevendo em inglês, causando estranhamento e encanto nos leitores de língua inglesa. e grandes estilistas da língua admiravam muito a blixen. então fico meio em dúvida se de fato seria uma "escritora mediana, talvez descartável no original inglês", como afirma ele...

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  4. Tenho uma edição da Editora Século XX de 1942 traduzida por D. Martins De Oliveira. Alguma informação sobre?

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