30 de ago de 2011

mais um blog

depois de mrs. dalloway, resolvi encarar to the lighthouse, com um novo blog, aqui, onde apresento "meu passeio" ao farol. os posts publicados até agora são:

29 de ago de 2011

muito legal

o silêncio dos livros, blog com imagens fantásticas, aqui

.

26 de ago de 2011

mrs. dalloway: no prelo

tendo terminado hoje a tradução de mrs. dalloway, deixo meu agradecimento a todos os que acompanharam, sugeriram, opinaram, contribuíram. agora, editoria.


25 de ago de 2011

encalhe, destruição etc.


em 16 de agosto de 2010, josélia aguiar, da folha de s.paulo, apontava em sua matéria "superprodução: sobre livros perdidos e descartados", aqui:
... às vésperas da abertura da 21ª Bienal do Livro de São Paulo, a Câmara Brasileira do Livro, o Sindicato dos Editores e a Fipe divulgaram que, em 2009, foram publicados no país 52.509 títulos (2,7% a mais do que em 2008), com um total de 386.367.136 exemplares (aumento de 13, 5%). As vendas em 2009 atingiram 228.704.288 exemplares. 
Não que as 157.662.848 cópias não absorvidas sejam encalhe. Mas, se não forem compradas, poderão vagar entre depósitos de editoras e livrarias, sem jamais serem abertas, até serem liquidadas em saldões ou virar aparas e confetes literários. Destruir livros é mais barato do que mantê-los no estoque.
passado um ano, a cbl e o snel comemoram o crescimento de produção (mas superior ao das vendas) do setor, segundo levantamento da fipe.

em 20 de agosto de 2011, raquel cozer, do estado de são paulo, aponta em sua matéria "encalhe, destruição: a superprodução de livros no brasil", aqui:
A eliminação de sobras de livros é tema abordado com cautela por empresários, mas a prática de “transformar em aparas”, como eles preferem, é bem menos rara do que se possa pensar, em especial neste momento em que o mercado editorial brasileiro produz muito mais do que consegue vender. ... 
Doar é sinônimo de dor de cabeça. Para editoras, preparar kits com poucos exemplares de cada livro e distribuir entre instituições sairia mais caro que estocar e não resolveria a questão da quantidade; tampouco interessa às instituições receber mil exemplares de um livro só. ... Junta-se a isso o fato de que estocar é muito mais caro que destruir o encalhe, mesmo que a destruição implique perder o dinheiro da edição. .  
e no entanto:
Maria Zenita Monteiro, coordenadora do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo, responsável por mais de cem pontos na cidade, diz que iniciativas de doações são raríssimas. “Quase 100% dos livros que as bibliotecas têm são comprados. Este ano, recebemos uma única doação de uma editora, a 34, que teve uma sobra de livros que publicaram pelo governo.”
há algo de errado, não? e não podemos esquecer que, num presente de toda a sociedade à iniciativa privada, o setor editorial não paga impostos, gozando de isenção tributária, concessão esta que mereceria um mínimo de contrapartida, quando menos recebendo em nossas bibliotecas os "restos" que estão encalhados nas editoras.

p.s. quando uma editora fala em transformar seus estoques em aparas, imagino que isso significa que ela vende seus encalhes para empresas de sucata e reciclagem, não? aí é evidente que qualquer doação sempre será um prejuízo, em comparação a uma operação de venda, que gera faturamento. ou estou enganada?
.

23 de ago de 2011

share images - обмен фото
imagem: aqui, via federico carotti
.

21 de ago de 2011

à roda das traduções


  
andei atualizando minha lista de traduções, aqui.

19 de ago de 2011

as pérolas do agenor

Uma das grandes contribuições do crítico, poeta e tradutor Ivo Barroso para a história da tradução no Brasil foi, alguns anos atrás, reunir e publicar as 89 resenhas escritas por um professor de Barbacena, de nome Agenor Soares de Moura, publicadas numa coluna semanal do jornal carioca Diário de Notícias entre 1944 e 1946. A coletânea se chama À margem das traduções, lançada pela Arx em 2003, e tem o inestimável mérito de nos oferecer alguns relances do panorama crítico-tradutório daquela época.


O teor dos artigos não varia muito: com fanfarra talvez um pouco excessiva, são apontados deslizes e erros variados de traduções da época. Depois de quatro ou cinco artigos, sente-se que o próprio articulista não conseguia formular uma análise mais abrangente, extrair alguma conclusão um pouco mais geral ou dar alguma sugestão concreta para melhorar a situação editorial que descrevia. 

Bem resume um tradutor insuspeito, Paulo Henriques Britto, em entrevista publicada na revista Bula, aqui
A intervenção de Agenor foi salutar naquele momento, chamando a atenção para a importância da qualidade no trabalho de tradução. Porém uma ressalva que pode ser feita ao trabalho dele é que seus comentários são sempre pontuais. Ora, achar falhas pontuais numa tradução é sempre possível. Para se fazer uma avaliação séria de uma tradução, é necessário ser sistemático, considerar a obra como um todo, pesar os erros e acertos, tentar compreender para onde apontam as falhas encontradas (se o problema é conhecimento da língua-fonte, domínio dos registros informais na língua-meta, ou lá o que seja), considerar qual o público a que a tradução se dirige, etc. Sem dúvida, muitas das falhas apontadas por Agenor seriam criticáveis em qualquer situação, mas crítica de tradução deve ser mais do que uma colheita de “pérolas” descontextualizadas. 
Mas, num fim de tarde chuvoso, ao lado de uma xícara de chocolate quente, se tivermos paciência em dar os descontos pela verborragia um tanto pomposa, um certo dogmatismo estreito e alguns ressaibos de arrogância do articulista, pode ser divertido folhear À margem das traduções e rir com simpatia e sem malícia a algumas "pérolas", como dizia Agripino Grieco, colhidas aqui e ali pelo colunista. 
.

18 de ago de 2011

sites interessantes


World Wide Words logo

dois bons toques de henrique chaudon: 
WWW, muito legal, aqui, e um site com ótimos corpora, aqui. 


toque da comunidade tradutores & intérpretes no orkut,
um site sobre alfabetos em extinção, aqui.

manchu: aqui


16 de ago de 2011

traduções imperiais

Tenho um pouco de aflição de nosso imperador, mas aqui, afinal, trato de tradução e tradutores. Então eis as traduções que dom Pedro II fez, como apresenta Anna Olga Prudente de Oliveira em seu artigo "Dom Pedro - Um tradutor no trono do Brasil":
  • Episódio do Conde Ugolino, Divina Comédia, Dante Alighieri 
  •  Episódio de Francisca de Rimini, Divina Comédia, Dante Alighieri 
  • Ode “Cinco de Maio”, tradução de “Il Cinque Maggio”, de Alessandro Manzoni  
  • “A canção dos latinos”, traduzida da versão em italiano “La Canzone dei Latini” de canção provençal feita por Leonida Olivari (acompanhada da versão em italiano) 
  • Soneto “A Aloys Blondel”, tradução de “A Aloys Blondel”, de François Coppée (acompanhado do original francês) 
  • Soneto de Félix Anvers, intitulado simplesmente “Sonnet” (acompanhado do original francês) 
  • Poema “A Passiflora”, tradução de “La Passiflore”, da Condessa de Chambrun (acompanhado do original francês) 
  • Soneto de D. Mon, intitulado simplesmente “Sonnet” (acompanhado do original francês)  
  • “Soneto a Coquelin”, tradução de “Sonnet a Coquelin”, de Jean Richepin, (acompanhado do original francês)  
  • Soneto de Sully Prudhomme, intitulado simplesmente “Sonnet” (acompanhado do original francês, cujo início é “Il est tard...”) 
  • Soneto de Sully Prudhomme (acompanhado do original francês, cujo início é “La Grande Ourse...”) 
  • Soneto “O magistrado”, tradução de “Le Magistrat”, de Rigaud, presidente do Tribunal da Relação d’Aix, que o escreveu em homenagem a esse tribunal (acompanhado do original francês)  
  • Soneto “A terra natal”, tradução de “Le sol natal”, de Rigaud, escrito em homenagem à aldeia de Pourrières (acompanhado do original francês)  
  • Soneto do General Carnot intitulado simplesmente “Sonnet” (acompanhado do original francês)  
  • Soneto “O beija-flor”, tradução de “Le colibri”, de Leconte de Lisle (acompanhado do original francês) 
  • Soneto “A La mignarda”, tradução de “A la Mignarde”, de Rigaud (acompanhado do original francês)
  • “O Adeus”, tradução de “Les Adieux”, do journal l’Illustration de dezembro de 1887 (acompanhado do original francês)  
  • Soneto de Helena Vacaresco, intitulado simplesmente “Sonnet” (há duas traduções diferentes do mesmo soneto, acompanhadas do original francês)  
  • Poema de seis estrofes “Cantiga de Nadaud”, tradução de “Chanson de Nadaud”, escrito para servir de prefácio às Canções de Béranger (acompanhado do original francês)  
  • Poema “O besouro”, tradução de “Le Hanneton”, de Gustave Nadaud (acompanhado do original francês)  
  • Versos de Gustavo Nadaud, tradução de “Vers de Gustave Nadaud”, escritos sob o retrato da Duqueza Colonna pintado por ela mesma (acompanhados do original francês)  
  • Poema “A borboleta e a flor”, tradução de “Le papillon et la fleur”, de Victor Hugo (acompanhado do original francês) 
  • Estâncias (estrofes) em homenagem a S. M. o Senhor D. Pedro de Alcântara, escritas por Alfredo Theulot a bordo do navio Congo (acompanhado do original francês)  
  • Poema “A sua majestade Dom Pedro II”, tradução dos versos do comandante Moreau (acompanhado do original francês)  
  • Poema dedicado a Chapelle e Bachaumont na sua viagem pela Provença (acompanhado do original francês) 
  • Versos d’Ernesto Heller à morte do poeta Dranmor (Schmidt) (acompanhados do original alemão) 
  • Epigrama feito pelo Dr. Dodderige (acompanhado do original inglês) 
  • Poema “O choro d’uma alma perdida”, tradução de “The cry of a lost soul”, de John Whittier  
  • Poema “O canto do siciliano: El rei Roberto da Sicília”, tradução de “The Sicilian's Tale: King Robert of Sicily”, de Henry Longfellow  
  • Poema “Aos mortos de Sahati”, tradução de “Ai morti di Sahati”, de Luigi Nobrega (acompanhado do original italiano)  
  • Cantos religiosos “Miserere” (Psalmo L.), “Oh Salutaris Hostia”, “Panis Angelicus”, “Ave, verum”, “Pange lingua”, “Vexilla regis”, “Stabat mater”. 
Fonte: aqui

atualização em 17/8 - Daniel Dago, em comentário, gentilmente complementa:

Dom Pedro II traduziu diretamente do árabe as "Mil e uma Noites".
http://www.icarabe.org/noticias/as-mil-e-uma-traducoes-imperiais 

Dissertação de Rosane de Souza sobre a tradução de D. Pedro II:
http://www.nuproc.cce.ufsc.br/trabacademicos/dissertacao_rosane.pdf
.
atualização em 11/10/11, via Eugenio Hansen: Prometheu acorrentado / original de Eschylo ; vertido litteralmente para o portuguez por Dom Pedro II ; trasladação poetica do texto pelo Barão de Paranapiacaba. -- Rio de Janeiro : Imprensa Nacional, 1907.

atualização em 12/09/2012: veja-se também o artigo de márcia peixoto martins e anna olga de oliveira, d. pedro II, monarca-tradutor, aqui. e ainda a matéria de mamede jarouche sobre a tradução imperial das mil e uma noites, aqui.
.

tradterm 17


Imagem O último número da TradTerm parece sensacional.

TradTerm 17: Número Especial: Brasil: História, Sociedade, Tradução. Org. John Milton, USP, & Irene Hirsch, UFOP


Homenagem a Irene Hirsch

Artigos

1. As traduções do jesuíta José de Anchieta para o tupi no Brasil Colonial - Paulo Edson Alves Filho

2. Traduções na América Portuguesa: as bibliotecas dos revolucionários brasileiros - Irene Hirsch

3. D. Pedro II, Monarca-Tradutor - Marcia Amaral Peixoto Martins e Anna Olga Prudente de Oliveira

4. Tradução anotada, autor-tradutor invisível: Richard Francis Burton na Brasiliana - Cristina Carneiro Rodrigues

5. A importância de fatores econômicos na publicação de traduções: um exemplo no Brasil - John Milton

6. Patrono da Amizade: As traduções de obras brasileiras da Alfred A. Knopf em meados do século XX - Marly D'Amaro Blasques Tooge

7. Pilar do comunismo ou escritor exótico? A recepção dos romances de Jorge Amado na Polônia - Jaroslaw Jezdzikowski

8. Tradução e Engajamento Político: o caso de Carlos Lacerda - Eliane Euzebio

Resenhas

Sobre o tradutor, a tradução e a empresa: Le traducteur, la traduction et l'entreprise, Daniel Gouadec - Ainá Cruz

Pollyanna vista pelos olhos de Monteiro Lobato. Eleanor Porter, Pollyanna., trad. Monteiro Lobato - Katia Regiane dos Santos

A perspectiva do texto no processo da tradução. Sobre a autobiografia Lost in Translation de Eva Hoffman -Magdalena Nowinska

Translating Institutions: An Ethnographic Study of EU Translation, Kaisa Koskinen Narjara Ferreira Mitsuoka

Walter Benjamin: Melancolia e Tradução, Susana Kampff Lages - Cláudia Santana Martins

Jan Van Coillie and Walter P. Verschueren, eds. Children's Literature in Translation: Challenges and Strategies - Vera Lúcia White

Franz Pöchhacker and Miriam Shlesinger (eds.) The Interpreting Studies Reader - Carla Nejim

Aqui: http://editora.fflch.usp.br/node/44

12 de ago de 2011

as flores de mrs. dalloway


"mrs. dalloway disse que ela mesma iria comprar as flores."

retomo a tradução de mrs. dalloway, de virginia woolf, com comentários, dúvidas e exemplos no blog Traduzindo Mrs. Dalloway, aqui.

imagem: hinoshige, aqui.
.

mais belezices





imagens de hinoshige: aqui
.

11 de ago de 2011

with me is bread bread, cheese cheese

.

esse livro do millôr saiu em primeira edição em 1988, e foi até a sexta edição em 1991. depois, não sei por quê, a editora parou de publicar. mas é uma delícia, e tem à venda em vários sebos, por exemplo aqui.
.

alice no país das maravilhas, a sanha


Transcrevo o post de Jorge Furtado em seu blog, aqui, que ilustrei com as respectivas capas citadas no texto. 


Jorge Furtado

Encontrei numa livraria do aeroporto de Brasília uma edição miniatura (6 x 5 x 2 cm) de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll.

Sou um grande admirador da obra de Carroll. Coleciono edições do livro, conheço razoavelmente bem o original e 18 traduções do texto integral em português. Já adaptei o livro para o teatro e o traduzi, em parceria com Liziane Kugland, em três anos de trabalho. Nossa tradução (ISBN 978-85-7302-865-2) foi publicada pela Editora Objetiva em 2008, com ilustrações de Mariana Newland. (http://www.objetiva.com.br/livro_ficha.php?id=49)



A edição que encontrei em Brasília, (colorida, 400 páginas, capa dura, ilustrada, impressa em papel couché, com marcador de página, texto integral) foi feita por “Los libros mas pequenos del mundo” EIRL (endereço: Jr. Los Pelitres 1784, Urb. San Hilarion, Lima 36, Peru), para CIEX (Cautivo Importação e Exportação), o distribuidor exclusivo do livro no Brasil. A tiragem declarada é de 2000 exemplares. As ilustrações são de Franco Martinez Luis e outros, o livro tem como editor responsável Pedro Alberto Briceño Polo. A primeira edição é de agosto de 2010, foi impressa no Peru. 




A edição informa que foi feito o Depósito Legal na Biblioteca Nacional do Peru, sob o número 2010-07883. Os direitos são reservados e o número do ISBN é 978-612-4013-83-6. (Tal número não existe, basta consultar o site da Biblioteca Nacional (http://www.isbn.bn.br/pesquisa-no-cadastro-isbn), todos os registros de 13 dígitos começam com 978-85.)

Paguei 26 reais, fui ver se conhecia a tradução. Conhecia, é claro. É a nossa, palavra por palavra. Não se trata, portanto, de plágio e sim de apropriação indébita, um caso de roubo puro e simples.

Nunca fomos consultados sobre esta edição, o meu nome e o de Liziane Kugland não são citados, não há qualquer menção ao tradutor.

Consultei a editora Objetiva, não foi dada qualquer autorização para esta edição.

A editora peruana Minibooks tem um site: http://www.minibooks.com.pe/

A distribuidora exclusiva no Brasil também tem um site: http://www.osmenoreslivrosdomundo.com.br/

A edição de Alice está na página de abertura, é a primeira entre os 5 livros mais procurados:


No site não tem o preço. Telefonei para a “Menores Livros” (011.24270605), uma moça gentil me informou que “pode estar me passando o preço por e-mail”, acabou me dizendo que custa R$ 23,50, entregue em casa: “estamos com uma promoção de frete grátis em todo o Brasil”.

No site da CIEX há um texto que informa que a distribuidora “nasceu em 2008 com o objetivo de levar ao Brasil inteiro os Mini Livros Peruanos”. Entre os “Valores” declarados da empresa estão a “Responsabilidade” (“com as pessoas e o meio ambiente”) e a “Justiça” (“dar o correto valor a cada coisa e a cada pessoa”). Talvez eles respeitem o meio ambiente.

Os autores da tradução e a editora irão buscar na justiça o ressarcimento dos seus direitos.

Jorge Furtado, Porto Alegre, 10 de agosto de 2011


obs.: na verdade, o número de isbn mencionado por jorge existe, e está cadastrado na agência do isbn da biblioteca nacional do peru: aqui. é que o código do brasil é 85, enquanto o 612 é do peru. por isso não consta em nosso isbn, e sim na agência do país onde o livro foi publicado.
.

10 de ago de 2011

hiroshige

.





Loquat and Bird
Biwa ni Tori
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Camellia and Bird

Tsubaki ni Tori
Date: 1832-34
Publisher: Wakasaya (Jakurindo)
RefMemorial Catalogue , Strange

Peacock and Peonies

Kujaku ni Botan
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Macaw and Pine tree

Matsu ni Inko
(Yellow background)
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Cock, Umbrella and Morning Glory
Niwatori to Asagao
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Frogs under Yellow Rose
Yamabuki ni Kairo
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Hydrangea and Kingfisher
Ajisai ni Kawasemi
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Wild Duck in Snow
Setchu Kamo
Date: 1832-34
Publisher: Eijudu
RefMemorial Catalogue , Strange

Pheasant among Young Pine on a Hill in Snow
Setchu Komatsuyama ni Fiji
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Flying Swallows under Peach Blossoms in the Moonlight

Gekka Tsuki ni Tsubame to Momo no Hana
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Sparrows in the Sazanka in Snow
Setchu Sazanka ni Suzume
(Sazanka is the Japanese common name for Camellia)
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Aronia and Bullfinch
Kaido ni uso
Date:
Publisher: Jakurindo

Chrysanthemum and Pheasant

Kiku ni kiji
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Crane over the Surf above the Rocks
Asahi to namini tsuru
Date: 1832-34
Publisher: Jakurindo
RefMemorial Catalogue , Strange

Monkey Tied with a Rope to a Cherry Tree

Sakura ni tsunagi zaru
Date:
Publisher: Kikakudo (Sanoki)

Aronia and Parrot

Kaido ni omu
Date:
Publisher: Kikakudo (Sanoki)


fonte: aqui

bonitezas

.
da linda série de hokusai, 36 vistas do monte fuji


ImageEnglish titleJapanese title
1Great Wave off Kanagawa2.jpgThe Great Wave off Kanagawa神奈川沖浪裏
Kanagawa oki nami-ura
2Red Fuji southern wind clear morning.jpgSouth Wind, Clear Sky (also known as Red Fuji)凱風快晴
Gaifū kaisei
3Lightnings below the summit.jpgRainstorm Beneath the Summit山下白雨
Sanka hakū
4Fuji seen through the Mannen bridge at Fukagawa.jpgUnder Mannen Bridge at Fukagawa深川万年橋下
Fukagawa Mannen-bashi shita
5The Fuji seen from the Mishima pass.jpgSundai, Edo東都駿台
Tōto sundai
6The coast of seven leages in Kamakura.jpgThe Circular Pine Trees of Aoyama青山円座松
Aoyama enza-no-matsu
7Senju in the Musachi provimce.jpgSenju, Musashi Province武州千住
Bushū Senju
8Inume pass in the Kai province.jpgInume Pass, Kōshū甲州犬目峠
Kōshū inume-tōge
9Fujimi Fuji view field in the Owari province.jpgFuji View Field in Owari Province尾州不二見原
Bishū Fujimigahara
10Ejiri in the Suruga province.jpgEjiri in the Suruga Province駿州江尻
Sunshū Ejiri
11A sketch of the Mitsui shop in Suruga street in Edo.jpgA sketch of the Mitsui shop in Suruga in Edo江都駿河町三井見世略図
Kōto Suruga-cho Mitsui Miseryakuzu
12Sunset across the Ryogoku bridge from the bank of the Sumida river at Onmagayashi.jpgSunset across the Ryōgoku bridge from the bank of the Sumida River at Onmayagashi御厩川岸より両国橋夕陽見
Ommayagashi yori ryōgoku-bashi yūhi mi
13Sazai hall - 500 Rakan temples.jpgSazai hall - Temple of Five Hundred Rakan五百らかん寺さざゐどう
Gohyaku-rakanji Sazaidō
14Tea house at Koishikawa. The morning after a snowfall.jpgTea house at Koishikawa. The morning after a snowfall礫川雪の旦
Koishikawa yuki no ashita
15Shimomeguro.jpgBelow Meguro下目黒
Shimo-Meguro
16Watermill at Onden.jpgWatermill at Onden隠田の水車
Onden no suisha
17Enoshima in the Sagami province.jpgEnoshima in Sagami Province相州江の島
Soshū Enoshima
18Shore of Tago Bay, Ejiri at Tokaido.jpgShore of Tago Bay, Ejiri at Tōkaidō東海道江尻田子の浦略図
Tōkaidō Ejiri tago-no-ura
19Yoshida at Tokaido.jpgYoshida at Tōkaidō東海道吉田
Tōkaidō Yoshida
20The Kazusa sea route.jpgThe Kazusa Province sea route上総の海路
Kazusa no kairo
21Nihonbashi bridge in Edo.jpgNihonbashi bridge in Edo江戸日本橋
Edo Nihon-bashi
22Village of Sekiya at Sumida river.jpgBarrier Town on the Sumida River隅田川関屋の里
Sumidagawa Sekiya no sato
23Bay of Noboto.jpgBay of Noboto登戸浦
Noboto-ura
24The lake of Hakone in the Segami province.jpgThe lake of Hakone in Sagami Province相州箱根湖水
Sōshū Hakone kosui
25The Fuji reflects in Lake Kawaguchi, seen from the Misaka pass in the Kai province.jpgMount Fuji reflects in Lake Kawaguchi, seen from the Misaka Pass inKai Province甲州三坂水面
Kōshū Misaka suimen
26Hodogaya on the Tokaido.jpgHodogaya on the Tōkaidō東海道程ケ谷
Tōkaidō Hodogaya
27Tama river in the Musashi province.jpgTama River in Musashi Province武州玉川
Bushū Tamagawa
28Asakusa Honganji temple in th Eastern capital.jpgAsakusa Hongan-ji temple in the Eastern capital [Edo]東都浅草本願寺
Tōto Asakusa honganji
29Tsukada Island in the Musashi province.jpgTsukuda Island in Musashi Province武陽佃島
Buyō Tsukuda-jima
30Shichiri beach in Sagami province.jpgShichiri beach in Sagami Province相州七里浜
Soshū Shichiri-ga-hama
31Umegawa in Sagami province.jpgUmegawa in Sagami Province相州梅沢庄
Soshū umezawanoshō
32Kajikazawa in Kai province.jpgKajikazawa in Kai Province甲州石班沢
Kōshū Kajikazawa
33Mishima pass in Kai province.jpgMishima Pass in Kai Province甲州三嶌越
Kōshū Mishima-goe
34The Fuji from the mountains of Totomi.jpgMount Fuji from the mountains of Tōtōmi遠江山中
Tōtōmi sanchū
35Lake Suwa in the Shinano province.jpgLake Suwa in Shinano Province信州諏訪湖
Shinshū Suwa-ko
36Ushibori in the Hitachi province.jpgUshibori in Hitachi Province常州牛掘
Jōshū Ushibori

e dez adicionais:

ImageEnglish titleJapanese title
1Tokaido Shinagawa.jpgGoten-yama-hill, Shinagawa on the Tōkaidō東海道品川御殿山の不二
Tōkaidō Shinagawa Goten'yama no Fuji
2Honjo Tatekawa, the timberyard at Honjo.jpgHonjo Tatekawa, the timberyard at Honjo本所立川
Honjo Tatekawa
3Nakahara in the Sagami province.jpgPleasure District at Senju従千住花街眺望の不二
Senju Hana-machi Yori Chōbō no Fuji
4Soshu Nakahara.jpgNakahara in Sagami Province相州仲原
Sōshū Nakahara
5Ono Shindon in the Suraga province.jpgŌno Shinden in the Suruga Province駿州大野新田
Sunshū Ōno-shinden
6Climbing on Mt. Fuji.jpgClimbing on Fuji諸人登山
Shojin tozan
7The Tea plantation of Katakura in the Suruga province.jpgThe Tea plantation of Katakura in Suruga Province駿州片倉茶園の不二
Sunshū Katakura chaen no Fuji
8The Fuji from Kanaya on the Tokaido.jpgThe Fuji from Kanaya on the Tōkaidō東海道金谷の不二
Tōkaidō Kanaya no Fuji
9Dawn at Isawa in the Kai province.jpgDawn at Isawa in Kai Province甲州伊沢暁
Kōshū Isawa no Akatsuki
10The back of the Fuji from the Minobu river.jpgThe back of Fuji from the Minobu river身延川裏不二
Minobu-gawa ura Fuji

.