eu tinha apontado aqui que o trecho inicial de assim falava zaratustra no release da editora escala para sua edição na "série filosofar", com tradução em nome de ciro mioranza, era absolutamente idêntico à antiga tradução feita ou revista por josé mendes de souza.
a primeira constatação é que a abertura de zaratustra no volume das "grandes obras" é muito diferente do que consta no release da "série filosofar" (transcreverei no próximo post). mas logo adiante começam a surgir coisas bizarras: frases idênticas às de josé mendes de souza, intercaladas com frases bem diferentes; frases muito similares às de josé mendes, apenas com um ou outro termo diferente; depois, longos trechos, até páginas inteiras praticamente iguais às de josé mendes. em outro post a seguir, documentarei essas minhas afirmativas com vários exemplos ilustrativos.
diante de muitos indícios estranhos, fiquei com uma dúvida: afinal, de onde teria surgido o texto do release, apresentado como tradução de ciro mioranza, se não é o que consta no volume das "coleção grandes obras"? numa dessas, será que ele não constaria na edição da ''série filosofar"? assim, resolvi encomendar um exemplar desta última (mas a outro livreiro!), que deve chegar na próxima semana. por ora, passemos ao que temos em mãos.
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