12 de nov de 2011

quem, quais, quantos

quem, quais, quantos são os zaratustras nietzschianos entre nós, entre legítimos e espúrios?

assim falava zaratustra:
mário ferreira santos (vozes)
alfredo margarido (planeta de agostini)
josé mendes de souza (brasil, ediouro)
eduardo nunes fonseca (hemus, leopardo)
ciro mioranza (escala)
silvio ferreira leite (centauro)

assim falou zaratustra:
mário da silva (civilização brasileira, bertrand brasil, círculo do livro)
rubens rodrigues torres filhos (excertos) (abril cultural)
inês lohbauer (cadastrado no isbn pela ciranda cultural)
heloísa da graça burati (rideel)
alex marins (martin claret)
paulo césar souza (companhia das letras)

os discursos de zaratustra:
josé mendes de souza (pocketouro)

além de uma indefectível quadrinização na devir: assim falava zaratustra: dos céus aos quadrinhos, adaptação de thaís dos anjos, ignoro a partir de qual tradução.

atualização 12/06/12: agradeço as contribuições de thiago augusto, cassionei petry e e everton marcos grison. 

6 comentários:

  1. Conto os dias para ler o Zaratustra traduzido pelo Paulo

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  2. Anônimo2.12.11

    Eu também estou curioso em ler o Zaratustra traduzido pelo Paulo. Embora Paulo considere a tradução do Mário da Silva mais fiel ao texto, a do filósofo brasileiro Mário Ferreira dos Santos ainda é a mais poética e bela na escolha das palavras...

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  3. Denise, obrigado pela indicação por email e riqueza na resposta. Comprarei a edição de Paulo César.

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  4. A tradução de Assim falou Zaratustra de Paulo Cezar de Souza pela Companhia das Letras já se encontra publicada desde dezembro de 2011.

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  5. Anônimo13.9.14

    Uma tradução do Zaratustra não é para ser poética, nem bela. Deve ser prática, concisa e direta. Por exemplo, apesar de Paulo Cesar de Souza ser um excelente tradutor, ele cai na armadilha de por um lado querer tornar mais filosófico, e por outro lado pretender dar um viés poético. Tudo o que ele consegue é tornar o texto mais difícil do que já é. Querer tornar Zaratustra mais filosófico é desnecessário, querer tornar mais poético é se meter onde não deve. Zaratustra não é um livro de poesia!!!!!
    A tradução de Mário da Silva continua a ser a melhor de todas, exatamente por ser prática, concisa, direta.

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  6. Conconrdo que a de Mário da Silva é a melhor de todas e confesso que das outras só li algumas linhas. Ao mesmo tempo sinto que o "plagiota às avessas" Nietzsche (escreveu tudo o que eu ia escrever antes de mim) se sentiria mais representado pelo Silva.

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