22/02/2011

questão prática

vejamos, por exemplo, o caso do grupo geração, cujo comentário sobre antigas edições problemáticas da jardim dos livros acabei de publicar aqui.

o sr. willian novaes reitera que "A Arte da Guerra, de Sun Tzu, supostamente traduzida do chinês, era na verdade texto adaptado de várias traduções para o português. Tao logo percebemos isto - e a senhora divulgou amplamente o fato - solicitamos tradução, diretamente do chinês, ao sinólogo André Bueno, mestre em Filosofia e doutor em História pela USP, e reeditamos a obra."

todavia, apesar das providências tomadas pelo grupo geração, a livraria cultura se obstina em vender a edição espúria: veja aqui, em sua 1a. edição (2006), e aqui, em sua 2a. edição, pocket, 2007.

já as "Outras péssimas traduções da Jardim dos Livros não foram reimpressas", mas a livraria cultura continua a oferecê-las aos clientes desavisados: por exemplo, o essencial de jesus, aqui, e a vida secreta de laszlo, conde drácula, aqui.

e como fica? leitor chia, editora toma providências, livraria continua a vender? aí é complicado. será que o próprio sr. willian novaes, que com tanta gentileza e boa vontade enviou seus esclarecimentos ao nãogostodeplágio, é que vai ter de tomar providências mais enérgicas junto às livrarias que continuam a sujar o nome do grupo geração?

obs.: não sei se as outras traduções mencionadas pelo sr. willian novaes eram péssimas. o que o nãogostodeplágio apontou foi a falsa atribuição dos créditos de autoria da tradução em o essencial de jesus, o essencial do alcorão a vida secreta de laszlo, conde drácula.
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