Comentei a infinidade de espécies vegetais que Thoreau menciona em Walden. A fauna - da água, da terra e do ar - também comparece às centenas.
Dois ou três se destacam maravilhosamente; mais que metáforas, como que signos vivos, de altíssimo grau de condensação, estereótipos (como diria Thoreau) da criação. São eles a mobelha (loon, Colymbus glacialis), o mocho orelhudo (hooting owl, Bubo virginianus) e especialmente o lúcio (pickerel, Esox lucius). São longos trechos onde o denso estilo de Thoreau deixa de lado as frases curtas, as ironias incisivas, os juízos ásperos: faz-se ora distendido, ora empático, ora quase grandioso.
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Paz, bem e feliz 2011!
ResponderExcluirPara registro:
semana passada
dentre as compras natalinas
me presenteei
com Walden,
edição L&PM,
tradução obviamente de
Denise Bottmann.
Agora
e ver se consigo
lê-lo logo.
que legal, eugenio!
ResponderExcluirfeliz 2011 para vc também!