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abaixo seguem alguns exemplos extraídos de Frommer's Itália, Guia Completo de Viagem, Alta Books, tradução (?) atribuída aos nomes de "André Luiz e Ana Paula Laurinovich".
no duomo de modena você encontra:
- uma tela de um crucifixo que é suportada pelo Lombardino "leões".
- o domo-bulbo e coberto de mosaicos San Marco inspirou-se muito em Constantinopla.
- uma vista deste Duomo com telhado vermelho, erguido acima de um período de 14 anos de mudanças radicais de design dos Brunelleschi
- e a campanile (sino da torre) de Giotto
- uma fachada triangular estonteante e centenas de estáatuas, flanqueando a massa, mas aérea, quase fantástico exterior.
- hoje classistas e arqueólogos vagueiam pelas ruínas, reconjurando a glória de roma.
- ao encontrá-las ar elas será difícil de distinguir
- loucura para alimentação dos leões
- começou um sistema escavações pelas ruínas ordenadas por Charles de Bourbon
para os enólogos:
- É fato, que o mais famoso tipo de vinho na Itália (chianti) é diretamente associado com a toscana e onde tem um (normalmente branco) Orviero e um (normalmente vermelho) Torgiano, certamente associa-se com a Umbria.
- uvas brancas e vermelhas em abundâancia, incluindo tudo, desde as brancas suaves Soaves e pinot grigios até as vermelhas Valpolicellas e merlots.
- sempre foi conhecido por suas vistas lisas [...] produz tudo, desde seco vermelho até espumantes brancos.
- um vinho para sobremesa produzido-a em tonéis de âmbar e rubi.
- Esta produção tem um ar Britânico, eles compravam frenquentemente, na época do Império Britânico.
hospede-se:
- neste chique hotel de boutique ... próximo a Piazza del Popolo a apenas três quarteirões dos quartos.
- Os quartos oferece diversos gadgets high-tech e detalhes pensativos.
- em uma cama quadri-postada na frente de uma lareira de Luiz XVI.
- um jardim mura privativo [e] um serviço de espera soberbo
- com um senso de entendimento luxuosos
- é um retiro na reviera italiana ... e você pode aproveitar a amável piscina do hotel ou uma equipe pode te levar até uma caverna privativa com camarotes que mudam.
- colunas de bougainvillea em volta de do terraço exterior.
- Nesta construção do século XIV, que parece uma miniatura do palácio Doge, este pequeno que está em um quarteirão residencial.
- Você entra através de um enorme chão cheio de antiguidades.
para comer:
- Fabio Picchi, o proprietário-chefe, serve o mais inovado da cozinha florentina. ... A cozinha impossível de ser vista como uma da moda antiga por não ter um forno e um rolo de massas.
- fundado em 1720 para ser lugar para entrar na nova tendência de tomar café.
imagens: metal-archives.com; kegel.com; sobreorisco.blogspot.com; clker.com
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Um passeio surreal, sem dúvida!
ResponderExcluirDenise, prestenção! Um dos tradutores é André Luiz. O espírito...
ResponderExcluirEntão já sei o que farei nas próximas férias.
ResponderExcluirConfesso que ri muito. Um hotel que fica a três quarteirões dos quartos de fato é algo muito exótico. E que dizer da caverna privativa com camarotes que mudam! E a decoração com detalhes pensativos! Impressionante.
ResponderExcluirPronto, meu roteiro feito.
ResponderExcluirDepois de ver o coberto de mosaicos San Marco, quero reconjurar a glória de Roma e ver a loucura para alimentação dos leões... tudo isso enquanto bebo seco vermelho e admiro as vistas lisas.
Depois irei para um hotel com detalhes pensativos nos quartos, para dormir em uma cama quadri-postada. Acredito que eu vá precisar de um senso de entendimento luxuoso, visto que não falo italiano. Mas tenho medo de tropeçar no chão cheio de antiguidades.
Para comer, irei no restaurante de Picchi, e apreciarei o mais inovado.
isso aí, renan. só não se esqueça de pedir ao serviço de espera aquele vermelho fabricado-a em barril de âmbar e rubi - um luxo só!
ResponderExcluirviu só, cecilia? turismo fino é outra coisa!
letícia, o que seria de mim sem vc! pois é claro, o andré luiz...
ResponderExcluirsurreal chique de boutique, no úrtimo, coringa.
ResponderExcluirSempre vai existir no mercado produtos péssimos sendo vendidos como algo que presta.
ResponderExcluirNo caso de livros, a calamidade é porque o verdadeiro livreiro de outrora já é quase extinto. Àquele profissional que tem escolhido o seu acervo com carinho e cuidado, que possui conhecimento profundo tanto do seu acervo tanto dos seus fregueses.
A existência de um livro como este guia de Itália no acervo das grandes lojas de livros reflete que estas empresas não são livreiros e que não têm nenhuma preocupação com seus clientes.
Nos, os leitores “inteligentes” sabemos muito bem que quem nos vende um livro online ou no shopping não conhece o produto e está nem ai. Mas continuamos comprando livros assim, porque percebemos que comprar livros online é "melhor" ou seja, tem menos custo monetário, e também pelo fato que realmente é difícil achar tal livreiro hoje em dia.
E as editoras como Alta Books e tantas outras discutidas neste seu excelente blog, dependem nestas livrarias grandes que o leitor adora.
E que diria o livreiro de outrora quando o freguês lhe pergunte a opinião sobre este guia de Frommer's/Alta Books?
Talvez perguntaria porque um brasileiro ia querer descobrir Itália com um texto escrito por um americano e traduzido por google. Logo ajudaria pesquisar um guia melhor ou até diria que não precisa de um guia…”vá para Itália sem guia e descobre por si o que é mesmo a cor do vinho lá.”