14 de dez de 2009

passa passa três vezes

conversei com o sr. paulo matos peixoto, da antiga matos peixoto, da extinta paumape e da germape. muito atencioso, informou-me gentilmente que vendeu a germape em 2005 para a empresa gráfica prol. afirmou conhecer a empresa cedic, a qual, esclareceu ele, opera pelo sistema creditista (isto é, venda domiciliar). declarou jamais ter cedido ou negociado com a cedic os direitos autorais para a publicação de sua obra atentado a napoleão e tampouco os direitos sobre suas notas e introduções a várias obras de tradução. ressaltou ainda que não transferiu para a prol e muito menos para a cedic nenhum dos direitos sobre as traduções adquiridas por suas antigas editoras, e declarou ignorar se há alguma relação entre a prol e a cedic.

quanto a vieira neto, responsável por várias traduções de jules verne publicadas pela matos peixoto, reeditadas pela hemus, pela germape e agora pela cedic e pela leopardo, tratar-se-ia de um antigo amigo seu, já falecido. quanto a gilson césar de souza, tratar-se-ia de um conhecido tradutor do grego e outras línguas, ainda em atividade. finalmente, quanto a dois outros tradutores que assinam traduções no catálogo da germape, a saber, henry dualib e hillary dias, não foi possível obter nenhuma informação.

imagem: passa-passa

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