em todo caso, minha petição foi contra o indiferentismo da fbn/isbn, não contra os despautérios da martin claret. a reação da agência brasileira do isbn, perante o problema, tinha sido simplesmente tascar uma ressalva nas fichas cadastrais: "todas as informações contidas neste cadastro foram fornecidas pelos editores no momento da solicitação do isbn".ok, vá lá que os funcionários da agência tenham cadastrado roboticamente as pérolas enviadas pela editora martin claret. mas, constatado o fato, a agência brasileira do isbn, na fundação biblioteca nacional, teria que corrigir os dados. ela está subordinada à agência internacional do isbn, que determina entre as funções e responsabilidades de cada agência:
- registrar e manter dados corretos;
- corrigi-los quando estiverem errados
[cf. manual de uso, item 9.3, "isbn registration agencies"].
então tascar a frase supracitada eximindo-se de qualquer responsabilidade sobre os dados cadastrados e continuar a mantê-los lá, como fez a agência brasileira do isbn, parece estar em flagrante contradição com o que estabelece a agência internacional.
de mais a mais, como leitora e pesquisadora, acho esse ponciopilatismo da fbn/isbn inadmissível, capaz de constranger qualquer cidadão brasileiro.
imagem: lavando as mãos
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