2 de abr de 2009

que moral!

ando vaidosa: um monte de gente botou o bannerzinho do nãogostodeplágio em seus blogs; várias pessoas têm dado posts linkando para cá; a lpm tinha dado notícia de destaque em seu site à minha petição contra a martin claret (casos dos plágios surripiando monteiro lobato); outro dia o livros & afins deu uma bela chamada aqui para nós, e hoje vi esta no Blog do Galeno.

Postado por Galeno Amorim - 14h35

Contra o plágio

Vale a pena acompanhar a campanha movida pela blogueira Denise Bottmann contra o plágio de livros no País. Numa heróica cruzada diária contra o uso indevido do trabalho de tradutores (que acaba sendo reutilizado sem nenhum crédito ou remuneração), ela se dedica a descobrir casos que acontecem no mercado editorial e aponta, sem papas na língua, no seu blog "Não Gosto de Plágio". Tem conseguido boas inimizades, mas também importantes vitórias: http://naogostodeplagio.blogspot.com/.

achei o máximo. acrescento que minha cruzada é também e principalmente contra o saque indevido do patrimônio intelectual do país e o abuso da boa-fé do leitor e consumidor.

muito obrigada, seu galeno. um dia a gente chega lá!

imagem: sapphofacultypage

4 comentários:

  1. Bela iniciativa, Denise! Li hoje no Galeno e descobri o Não gosto de plágio. Publiquei também lá nos Links do Portal Literal, aqui
    http://portalliteral.terra.com.br/links/nao-gosto-de-plagio

    Abs,
    Bruno Dorigatti

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  2. Denise, parabéns pelo trabalho! O que você acha destas editoras espíritas que publicam livros psicografados de autores célebres da literatura? Outro dia encontrei pelo menos uns quatro do Victor Hugo.

    Coloquei um link no meu blog: www.analorgia.blogspot.com

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  3. caros bruno e marcelo, que bom, muito obrigada pelas palavras gentis e pelos links. é, a psicografia é um caso sério! tem vários fantasminhas aqui nos cotejos :-(

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  4. Paz e bem!

    Quanto aos textos psicografados,
    se a editora deixar claro que é psicografado
    isto em si não é errado,
    pois entramos no campo da fé.

    As bibliotecas têm normas
    prevendo a catalogação destas obras
    -- Veríssimo, Érico (Espírito) --.

    Podemos até questionar
    se não é esperteza editorial,
    mas é bem menos grave
    que o plágio.

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