"Os sinais de vitalidade na extensão e na qualidade do que se traduz vêm superando os tradutores vexaminosos
FÁBIO DE SOUZA ANDRADE
COLUNISTA DA FOLHA
QUANDO SE fala em traduções, o leitor brasileiro tem cada vez menos do que se queixar. O mercado do livro ainda comporta preguiça ou vigarice ocasional, como no caso recente da Nova Cultural, editora que alimentou a plágio descarado toda uma coleção, mas nada disso passa mais batido. Se não chegamos a rivalizar com tradutores onívoros, como os franceses ou os americanos, aos poucos deixamos de fazer feio, e os sinais de vitalidade na extensão e na qualidade do que se traduz vêm superando os vexaminosos."tomara, fábio, tomara!
imagem: o são jerônimo de dürer, em http://cantarapeledalontra.blogspot.com
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