6 de mar de 2009

os cavaleiros do bem

eu até teria vontade de criar uma listinha das "livrarias do bem", que não compactuam com as fraudes, que não são delinquentes solidárias com os editores fraudadores, que não vendem tranqueiragem para os clientes, que têm consciência e um pouco de amor-próprio.

só que seria uma listinha tão curta, tão pequena, que me deixaria tão desalentada e desacreditando do meu país que até acabo desistindo.

mas, para não deixar passar batido, sei que a livraria crisálida (belo horizonte), a livraria folha seca (rio de janeiro) e a livraria do globo (porto alegre) não se prestam ao papel de receptadores nem de traficantes: respeitam o leitor, respeitam a si mesmas e respeitam a cultura.

se alguém souber de mais alguma, avise, por favor!

imagem: matisse, jazz suite, guache recortado

3 comentários:

  1. Na livraria do Unibanco Arteplex (RJ), eu nunca vi nenhum livro da MC. Mas confirmo. As do Centro do Rio eu tenho uma vaga idéia de quem vende e de quem não vende. Confirmo também e volto aqui.

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  2. que maravilha, ana, vamos torcer!

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  3. A livraria Odeon (Cinelândia, Rio de Janeiro), também não gosta de plágio. Conversando com o Roberto, livreiro e anjo da guarda, ele confirmou que não vendem Martin Claret por que não gostam de plágio. Não é uma boa notícia?

    Em contrapartida, a Revista dos Tribunais - livraria RT (Rua da Assembléia, centro do Rio), especializada em livros jurídicos não só vende como os livros dão de cara com quem entra na loja. Ninguém merece, de verdade.

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