
vi outro dia que a landmark fez mais uma de suas landemarquices. a editora do sr. jorge cyrino e do sr. fábio cyrino tinha publicado um plágio de o morro dos ventos uivantes, usando a tradução de vera pedroso (bruguera, 1971) e tascando o nome da pobre da revisora como a responsável pelo plágio.
a profissional, quando soube que tinha virado plagiadora à sua revelia, naturalmente subiu pelas paredes e foi tomar satisfação com a dupla dinâmica. em atenção a ela e ao relato que me fez sobre as agruras em que fora precipitada pelas baixarias da landmark, postei uma retificação e retirei seu nome da lista de quem assinava os plágios - pois, embora de fato seu nome conste como a autora do plágio landemarquiano de o morro dos ventos uivantes, o fato se deu por falta de escrúpulos da editora, que não se incomodou com os danos morais e materiais que estava causando à profissional contratada.
o engraçado da história, se é que tem alguma coisa de engraçado, é que o morro dos ventos uivantes no plágio da landmark também tinha chapa fria: ou seja, constava cadastrado no isbn/fbn com tradução de "ana maria oliveira rosa" e na edição impressa o plágio aparecia atribuído à referida profissional. pois muito que bem: a dupla landemarquiana, perante os legítimos protestos da revisora convertida em plagiadora, tentou se safar do imbróglio prometendo-lhe que corrigiria o "engano" na próxima reimpressão da obra.
aparentemente saiu uma nova reimpressão, pois agora "ana maria oliveira rosa" da chapa fria no isbn/fbn comparece como a tradutora de o morro dos ventos uivantes da landmark.
mas o importante é: a landmark lançou de fato uma nova tradução? publicou alguma errata para os ludibriados compradores dos exemplares anteriores? abriu mão daquela cópia em nome da revisora? ou pelo menos deu o nome da verdadeira tradutora, vera pedroso? por ora persiste a fantasminha pluft, e ao leitor resta o triste fado de ter que conviver com mais esse acinte nacional...
a profissional, quando soube que tinha virado plagiadora à sua revelia, naturalmente subiu pelas paredes e foi tomar satisfação com a dupla dinâmica. em atenção a ela e ao relato que me fez sobre as agruras em que fora precipitada pelas baixarias da landmark, postei uma retificação e retirei seu nome da lista de quem assinava os plágios - pois, embora de fato seu nome conste como a autora do plágio landemarquiano de o morro dos ventos uivantes, o fato se deu por falta de escrúpulos da editora, que não se incomodou com os danos morais e materiais que estava causando à profissional contratada.
o engraçado da história, se é que tem alguma coisa de engraçado, é que o morro dos ventos uivantes no plágio da landmark também tinha chapa fria: ou seja, constava cadastrado no isbn/fbn com tradução de "ana maria oliveira rosa" e na edição impressa o plágio aparecia atribuído à referida profissional. pois muito que bem: a dupla landemarquiana, perante os legítimos protestos da revisora convertida em plagiadora, tentou se safar do imbróglio prometendo-lhe que corrigiria o "engano" na próxima reimpressão da obra.
aparentemente saiu uma nova reimpressão, pois agora "ana maria oliveira rosa" da chapa fria no isbn/fbn comparece como a tradutora de o morro dos ventos uivantes da landmark.
mas o importante é: a landmark lançou de fato uma nova tradução? publicou alguma errata para os ludibriados compradores dos exemplares anteriores? abriu mão daquela cópia em nome da revisora? ou pelo menos deu o nome da verdadeira tradutora, vera pedroso? por ora persiste a fantasminha pluft, e ao leitor resta o triste fado de ter que conviver com mais esse acinte nacional...
imagem: exlibris.memphis.edu
Off-topic, hors d'oeuvre, só pra dizer que descobri faz pouco seu novo blogue. E que admiro sua combatividade. Outra hora, falo mais coisas. Tomaz Tadeu
ResponderExcluirDenise
ResponderExcluirO único reparo que quero dar é sobre o neologismo. Landmarquisse, landmarquiano - embora compreenda perfeitamente a conotação que você deu - me dói, porque "landmark" (também grafado "landmarque" é um termo maçônico, que desafortunadamente foi utilizado pela tal dupla dinâmica, que coleciona mais coisas na suas "carreiras maçônicas" que você (talvez) possa imaginar.
Sucesso no seu empreendimento!
Cezar A. Mingardi